• China encerra embargo e libera frango do RS após surto sanitário

    21 janeiro 2026
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    Publicado em: 20/01/2026

    Após um ano e meio de restrições, a China anunciou o fim do embargo à importação de carne de frango produzida no Rio Grande do Sul. A decisão foi comunicada pelas autoridades chinesas na sexta-feira (16) e confirmada nesta terça-feira (20) pelo Ministério da Agricultura brasileiro e por entidades do setor.

    A suspensão da compra do produto havia sido imposta pelos chineses após a confirmação de um surto da Doença de Newcastle no estado em julho de 2024.

    A medida foi oficializada em comunicado conjunto da Administração-Geral das Alfândegas da China e do Ministério da Agricultura e Assuntos Rurais do país asiático, que revogou um ato anterior baseado em análise de risco sanitário.

    O embargo havia sido imposto após a detecção da doença em uma granja comercial no município de Anta Gorda (RS). Na época, o estado ficou em emergência zoosanitária por cerca de três semanas.

    Em maio do ano passado, o estado registrou caso de gripe aviária numa granja no município de Montenegro. Um mês depois, o país foi confirmado livre da gripe aviária, após 28 dias sem registros. Em novembro de 2025, a China liberou as importações de frango dos demais estados brasileiros, mas manteve a proibição para o Rio Grande do Sul.

    Impacto econômico

    A ausência do mercado chinês afetou diretamente o desempenho das exportações gaúchas. Em 2024, o bloqueio contribuiu para a queda de cerca de 1% nas exportações de carne de frango do estado. Até antes do embargo, a China respondia por quase 6% dos embarques de frango do Rio Grande do Sul, com a restrição sendo parcialmente compensada pela venda a outros países.

    Segundo o Ministério da Agricultura, a retomada das exportações foi possível após a comprovação das medidas de controle e erradicação da doença, em conformidade com os protocolos internacionais de saúde animal.

    Retomada estratégica

    A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) avaliou que a reabertura do mercado chinês representa um passo relevante para a normalização dos fluxos comerciais.

    “A decisão reafirma a credibilidade do sistema sanitário brasileiro e o reconhecimento internacional do nosso modelo de resposta”, destacou a entidade, em nota.

    Segundo a ABPA, as negociações envolveram diálogo permanente com as autoridades chinesas. Nesse período, as entidades e o governo brasileiro enviaram informações detalhadas que comprovassem as ações de controle e erradicação e o alinhamento aos protocolos internacionais de saúde animal.

    Entidades do setor destacam que a expectativa agora é de retomada gradual dos embarques, à medida que sistemas de habilitação sejam atualizados e os certificados sanitários liberados. A China é um dos principais destinos do frango brasileiro e considerada estratégica para o equilíbrio do comércio internacional da proteína animal.

    Fonte: Agência Brasil

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  • Acordo Mercosul-UE beneficiará agricultura familiar, diz ministro

    21 janeiro 2026
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    Publicado em: 20/01/2026

    O acordo comercial de livre comércio firmado entre o Mercosul e a União Europeia (UE) beneficiará a agricultura familiar brasileira, com destaque para aqueles que produzem café e frutas, disse o ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira. Ele acredita que há também potencial para os produtos lácteos, em especial para os queijos de Minas Gerais.

    Nas palavras de Paulo Teixeira, “a agricultura familiar vai bombar” com o acordo firmado entre os dois blocos.

    O ministro participou nesta terça-feira (20) do programa Bom Dia, Ministro, produzido pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

    “A agricultura familiar vai ganhar muito com esse acordo”, ressaltou o ministro ao lembrar que a produção de café no país é predominantemente de agricultores familiares. “Eles, agora, poderão vender o café que tiver já processado sem taxas”, disse o ministro.

    Paulo Teixeira disse que a abertura de novos mercados acabou sendo estimulada pela imposição de tarifas pelos Estados Unidos. “Isso abriu o mercado consumidor europeu, que é um mercado rico. Os europeus são ricos e poderão comprar vários produtos da agricultura familiar”.

    “Além do café, tem as frutas. O açaí, por exemplo, está bombando no mundo inteiro. Temos também manga, uva, melão. Os agricultores familiares poderão vender os seus produtos na Europa sem taxas. A agricultura familiar vai bombar”, acrescentou o ministro.

    Outro produto com grande potencial para conquistar o mercado europeu são os lácteos brasileiros, segundo Paulo Teixeira. “Precisaremos produzir mais lácteos para exportar. Temos um grande mercado de queijo. Inclusive de queijos mineiros, que são muito famosos no mercado interno e que poderão também ser vendidos para o mercado externo”.

    “Vamos ter de comprar queijo francês, mas poderemos exportar queijo mineiro para a França. Temos de pensar grande nesse novo tempo de acordo entre Mercosul e União Europeia”, disse.

    Ele lembrou que a região mineira da Serra da Canastra tem queijos que são vendidos como especiarias no Brasil, com grande potencial para ser consumido também pelos europeus.

    O ministro ressaltou que os investimentos do governo federal na agricultura familiar, via Plano Safra, têm batido recordes, o que tem resultado, também, no aumento das vendas de máquinas de pequeno porte para os agricultores.

    “Tenho a honra de dizer que o que puxa hoje a indústria de máquinas no Brasil são as máquinas pequenas dos agricultores familiares. O agricultor familiar está vendendo mais produtos porque melhorou a renda na sociedade brasileira. Com essa melhoria de renda, o primeiro investimento que a família faz é em alimentação”, argumentou Paulo Teixeira.

    Segundo o ministro, a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex) pode ajudar os agricultores familiares na busca pelos novos mercados, inclusive com o auxílio dos adidos agrícolas dos ministérios das Relações Exteriores e da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

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    O ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar antecipou que, em breve, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciará políticas públicas voltadas à “transferência de saberes e conhecimentos da Embrapa” para a agricultura familiar, em especial para os jovens que se mantiverem no campo para produzir alimentos para o Brasil e o mundo.

    “Queremos estimular os jovens que já estão na agricultura a buscarem instituições científicas, como universidades e Embrapa, que cada dia mais disponibilizam seus conhecimentos para a agricultura familiar”, acrescentou o ministro.

    Outra informação antecipada pelo ministro durante o programa é o pacote de desapropriações de terras, previsto para ser anunciado nesta sexta-feira (23) pelo presidente Lula durante encontro com o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), em Salvador.

    “Teremos uma grande entrega agora na sexta-feira, durante esse encontro. Ali, Lula deve anunciar um grande pacote de desapropriações para a reforma agrária no Brasil. O que nós estamos procurando é a paz no campo, e a reforma agrária é a maneira de se conseguir paz no campo”, adiantou.

    Segundo Teixeira, esse pacote inclui, além de terras, crédito, assistência técnica, orientações e a possibilidade de organização por cooperativas. “Terá também acesso aos programas de compras públicas”.

    Fonte: Agência Brasil

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  • ANP faz audiência pública sobre regulamentação da importação de biodiesel

    11 novembro 2022
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    Data de publicação:10/11/2022
    Data de atualização:11/11/2022

    A ANP realizou na última quarta-feira (09/11) a Audiência Pública 22/2022 sobre processo de formulação de resolução que dispõe sobre a alteração da Resolução ANP nº 777, de 5 de abril de 2019, para fins de autorização de importação de biodiesel, em cumprimento à Resolução CNPE nº 14 de 9 de dezembro de 2020.

    Atualmente, a Resolução ANP nº 777/2019, que regulamenta a atividade de comércio exterior de biocombustíveis, petróleo e seus derivados e de gás natural, determina que o biodiesel importado somente poderá ser comercializado para consumo próprio do adquirente ou para uso experimental autorizado pela ANP. Com a alteração proposta, pretende-se estender a importação para o atendimento do percentual de mistura obrigatória de biodiesel ao óleo diesel, fixado nos termos da Lei nº 13.033 de 24 de setembro de 2014

    Durante a abertura da Audiência, o Diretor-Geral, Rodolfo Saboia, observou que a importação de biodiesel será apenas de caráter complementar. “A Resolução CNPE 14/2020 estabelece que até 80% do volume de biodiesel total comercializado seja proveniente de unidades produtoras detentoras do selo Combustível Social. Portanto, para o atendimento ao percentual obrigatório de mistura ao óleo diesel, o biodiesel importado poderá ser usado apenas complementarmente ao biodiesel produzido” – destacou Saboia.

    A Resolução CNPE nº 14/2020 fixou período de transição de 12 meses, a contar da entrada em vigor do novo modelo de comercialização de biodiesel estabelecido pela Resolução ANP nº 857/2021, no qual todo o biodiesel comercializado deveria ser exclusivamente oriundo de unidades produtoras autorizadas pela ANP, que se iniciou em 01/01/22.

    As manifestações recebidas durante a Audiência Pública 22/2022, assim como aquelas ocorridas nos 45 dias que foram abertos para Consulta Pública, serão avaliadas pela área técnica da ANP. O texto final da resolução será submetido à análise jurídica da Procuradoria Federal junto à ANP, para posterior deliberação da Diretoria Colegiada da Agência, antes de sua publicação.

    Fonte: Ministério de Minas e Energia – MME

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  • Brasil aumenta exportação de cosméticos em 13,7%

    24 outubro 2022
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    Data de publicação: 21/10/2022
    Data de atualização: 24/10/2022

    O Brasil aumentou em 13,7% as exportações de produtos de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos de janeiro a setembro deste ano em relação ao mesmo período do ano passado, segundo informações da associação que representa as indústrias do segmento, a ABIHPEC. No período, os brasileiros faturaram US$ 588,3 milhões com vendas da área ao mercado internacional.

    Nos últimos dois meses, as exportações tiveram movimentos diferentes. Em agosto elas cresceram em 29,9% sobre o mesmo mês de 2021 para US$ 78,9 milhões. Já no mês de setembro, houve ligeira diminuição em relação a igual mês do ano passado, de 1,9%, com US$ 64 milhões.

    Segundo as informações divulgadas pela ABIHPEC, no cenário do comércio exterior ainda existem desafios para aumentar a competitividade dos produtos da indústria de transformação brasileira, da qual fazem parte os produtos de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos.

    Os produtos para cabelo foram o item mais exportado pelas empresas brasileiras em setembro, respondendo por US$ 14,4 milhões em receita, seguido de sabonetes, com US$ 10,5 milhões, e produtos de higiene oral, cujo faturamento com comércio exterior foi de US$ 8,6 milhões.

    Fonte: Agência Anba – Anba

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  • Exportações minerais somam US$ 11,62 bi no terceiro trimestre

    24 outubro 2022
    1717 Visualizações

    Data de publicação: 20/10/2022
    Data de atualização: 21/10/2022

    As exportações minerais brasileiras somaram US$ 11,62 bilhões no terceiro trimestre deste ano, o que indica uma retração de 36,8% em relação ao mesmo período do ano passado. Em comparação ao trimestre anterior de 2022, houve aumento de 0,4%.

    As importações somaram US$ 4,77 bilhões no terceiro trimestre deste ano, com aumento de 86,7% sobre o resultado apurado em igual trimestre de 2021. Na comparação com o segundo trimestre de 2022, a queda atingiu 23,2%.

    Os números foram divulgados hoje (20) pelo Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram). O saldo mineral (a diferença entre exportações e importações de minérios), é de 51% do saldo Brasil no terceiro trimestre de 2022, o que representa US$ 13,4 bilhões. Em relação ao segundo trimestre, houve uma queda de 56,4% em dólar.

    O diretor de Sustentabilidade e Assuntos Regulatórios do Ibram, Julio Nery, atribuiu essa forte queda nas importações ao aumento do preço internacional das commodities minerais, principalmente do potássio, em função da guerra na Ucrânia. O potássio representa grande potencial nas importações brasileiras. Contribuiu também para a redução das compras no exterior o aumento do câmbio.

    As exportações minerais para a China, principal comprador do Brasil, tiveram queda de 43,6% em valor, em relação ao terceiro trimestre de 2021, e aumento de 2,9% em toneladas. Já na comparação com o segundo trimestre deste ano, houve expansão de 34,3% em toneladas e de 6,9% em valor.

    Minério de ferro

    O minério de ferro, principal produto do setor exportado pelo Brasil, teve redução no preço de 37,3% no terceiro trimestre de 2022, comparativamente a igual período do ano passado, e queda de 25,8% ante o segundo trimestre deste ano. Os dados do Ibram revelam que, à exceção de níquel e zinco, as demais commodities minerais também apresentam preços inferiores aos do terceiro trimestre de 2021.

    No que tange às exportações de minério de ferro em especial, a queda em valor atingiu 44,7% no terceiro trimestre em comparação ao mesmo período do ano passado. Houve retração também em valor de 3,2% em relação ao segundo trimestre de 2022. Em termos de toneladas, foi registrada aumento de 1,5% e de 23,3%, respectivamente. As exportações de minério de ferro corresponderam a 70,5% das exportações brasileiras em dólar.

    Em tonelagem, a redução nas importações minerais feitas pelo Brasil atingiu 20,5% em relação ao terceiro trimestre do ano passado e 23,3% ante o segundo trimestre deste ano. Também ocorreu aumento significativo em valor nas importações de potássio em relação ao terceiro trimestre de 2021 da ordem de 132,96%, de acordo com o Ibram. O potássio respondeu pela maior parcela das importações minerais (62,1%), seguido pelo carvão (24,3%).

    Aplicativo

    O diretor-presidente do Ibram, Raul Jungmann, anunciou para o dia 17 de novembro o lançamento de um aplicativo, disponível para download na loja Google Play e App Store, que vai permitir às comunidades próximas às barragens do setor e também a “qualquer cidadão do Brasil e do exterior” tomar conhecimento da situação em que se encontram as barragens no país. Além disso, o aplicativo ficará à disposição do celular de qualquer pessoa e indicará onde buscar informações se algo acontecer, além de combater fake news (notícias falsas), e para saber rotas de fuga, por exemplo.

    Foi aprovada hoje em reunião da direção do Ibram a constituição de um comitê de crise, que atuará não só em crises relacionadas aos associados, como também ao setor.

    Fonte: Agência Brasil

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  • Exportação de frango do Brasil a Emirados cresce 32%

    7 outubro 2022
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    Data de publicação: 06/10/2022
    Data de atualização: 07/10/2022

    As exportações brasileiras de carne de frango totalizaram 3,666 milhões de toneladas de janeiro a setembro deste ano e cresceram 5,8% em relação ao mesmo período de 2021, segundo números divulgados nesta quinta-feira (06/10) pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Os Emirados Árabes Unidos se destacaram como destino no período.

    Em receita, a alta na exportação de carne de frango foi de 31,1% nos nove primeiros meses do ano, com US$ 7,373 bilhões. Os Emirados compraram 348,6 mil toneladas de janeiro a setembro, com crescimento de 32,2% sobre iguais meses de 2021.

    Em setembro individualmente, as exportações brasileiras de carne de frango somaram US$ 830,1 milhões, com alta de 13,6% em relação ao mesmo mês de 2021. A quantidade embarcada, porém, foi de 400 mil toneladas, volume 4,4% menor que o nono mês do ano passado. “Desde março, o setor tem mantido média de exportações acima de 400 mil toneladas mensais. A manutenção da forte demanda internacional pelo produto brasileiro é refletida também na média dos preços mensais, que está 19% acima do que vimos em 2021″, analisou o presidente da ABPA, Ricardo Santin, em material divulgado.

    Fonte: Agência Anba – Anba

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  • Exportação agrícola do Egito atinge 5 milhões de toneladas

    7 outubro 2022
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    Data de publicação: 06/10/2022
    Data de atualização: 07/10/2022

    O Ministério da Agricultura e Recuperação de Terras do Egito informou que as exportações agrícolas do país apresentaram neste ano crescimento em relação ao ano passado e ultrapassaram pela primeira vez a barreira das cinco milhões de toneladas.

    O chefe da Administração Central da Quarentena Agrícola Egípcia, Ahmed Al-Attar, disse que o total de exportações agrícolas de janeiro a 4 de outubro deste ano foi de 5.019.411 toneladas, um aumento de 258.824 toneladas em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram embarcadas 4.760.587 toneladas. O crescimento foi de 5,4%.

    Al-Attar destacou que as exportações agrícolas mais importantes foram de frutas cítricas, batatas, cebolas frescas, uvas, tomates frescos, batata doce, morangos, feijão fresco, goiaba, alho, manga, melancia e romãs.

    Segundo relatório da Administração Central da Quarentena Agrícola Egípcia, as frutas cítricas ocuparam o primeiro lugar nessas exportações, com um total de 1,63 milhão de toneladas. As exportações de batata fresca ficaram em segundo lugar, com 855,9 mil toneladas e, em terceiro lugar vieram as exportações de cebolas, com um total de 343,2 mil toneladas.

    Fonte: Agência Anba – Anba

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  • Contêiner cresce a 2 dígitos e, com agronegócio, estabelece novo recorde na movimentação do Porto de Santos em agosto

    30 setembro 2022
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    Data de publicação: 29/09/2022
    Data de atualização: 30/09/2022

    A movimentação de contêineres no Porto de Santos em agosto atingiu 456,5 mil TEU (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés) e superou em 12% o resultado do mesmo mês do ano passado. Também no acumulado do ano os números foram expressivos, atingindo 3,3 milhões de TEU, 2,9% acima dos oito primeiros meses de 2021 e a melhor marca para o período.

    O desempenho do contêiner e das cargas do agronegócio puxaram para cima os números globais do Porto, levando-o a registrar novo recorde para o acumulado do ano, com 110,1 milhões de toneladas, alta de 9,0% sobre igual período do ano anterior.

    O crescimento verificado em agosto foi surpreendente, ao somar 14,6 milhões de toneladas, um acréscimo de 21,4% sobre agosto de 2021, resultando no melhor desempenho para o mês.

    No ano, os embarques somaram 80,3 milhões de toneladas, alta de 11,1% em relação ao mesmo período de 2021. Já as descargas atingiram 29,8 milhões de toneladas, crescimento de 3,6%.

    Em agosto, os embarques totalizaram 10,6 milhões de toneladas, crescimento de 31,0% sobre esse mês em 2021. As descargas chegaram a 4,0 milhões de toneladas, 1,6% a mais do que o apurado em agosto do exercício passado.

    Os destaques entre as cargas do agronegócio, no mês de agosto, foram para a soja em grão, com 782,7 mil toneladas (+328,75%); milho, com 2,3 milhões de toneladas (+25,2%); açúcar, com 2,5 milhões de toneladas (+24,1%); farelo a granel, com 831,2 mil toneladas (+63,5%); e celulose, com 810,3 mil toneladas (+68,7%).

    No acumulado do ano destacaram-se os embarques de celulose, com um expressivo movimento de 5,4 milhões de toneladas, aumento de 61,2%; de milho, com 6,4 milhões de toneladas (+78,0%); soja em grão, com 23,8 milhões de toneladas (+9,9%); farelo de soja a granel, com 6,2 milhões de toneladas (+32,0%); e carnes, com 1,5 milhão de toneladas (+31,8%). Entre as descargas sobressaiu-se o fertilizante, com 5,5 milhões de toneladas (+13,1%).

    O fluxo de navios nos oito primeiros meses do ano atingiu 3.454 embarcações, 6,2% acima do apurado nesse período do ano passado.

    Granéis líquidos – Apresentaram crescimento, no mês, de 5,1%, atingindo 1,6 milhão de toneladas, refletindo os aumentos nos embarques de álcool (39,2%); óleo combustível (24,1%); e soda cáustica (24,3%). No acumulado do ano a categoria atingiu 12,6 milhões de toneladas, alta de 3,7%, a melhor marca para o período.

    Granéis sólidos – Somaram 7,4 milhões de toneladas em agosto, crescimento de 34,6%. O milho, açúcar, soja em grãos, farelo de soja, celulose e fertilizantes foram os destaques. No acumulado do ano até agosto o segmento soma 56,8 milhões de toneladas, alta de 12,6%, a melhor marca para o período.

    Corrente Comercial – A participação acumulada de Santos na corrente comercial brasileira em agosto foi de 28,9%. Das transações comerciais com o exterior que passaram pelo Porto de Santos, 30,9% tiveram a China como país parceiro. São Paulo permanece como o Estado com maior participação nas transações comerciais com o exterior pelo Porto (53,4%).

    Fonte: Porto de Santos

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  • CXXIV Reunião do Grupo Mercado Comum (GMC)

    30 setembro 2022
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    O Grupo Mercado Comum (GMC), órgão executivo do Mercosul, em evento presencial em Montevidéu, realizou a CXXIV Reunião Ordinária nos dias 27 e 28 de setembro, onde foram tratados diversos temas.

    Sob a Presidência Pro Tempore do Uruguai do Bloco, participaram da reunião as delegações de Argentina, Brasil e Paraguai. Presididos por Cecilia Todesca Bocco, Michel Arslanian Neto, Enrique Franco e Enrique Delgado Genta respectivamente.

    Foi abordada a reflexão sobre a situação atual do bloco, a agenda econômica-comercial, institucional, verde, o regime de Origem do Mercosul, o setor automotivo, a política comunicacional, entre outros temas.

    Dentro do tema agenda verde, a Presidência Pro Tempore do Uruguai (PPTU) destacou a importância de aprofundar a abordagem de assuntos relativos ao meio ambiente e ao desenvolvimento sustentável. Além disso, expressou-se o interesse de contar com uma seção dedicada a esses temas, mencionando-os no Portal Web do Mercosul.

    Também foi realizada uma cerimônia organizada pelo Diretor da Secretaria do Mercosul, Luis Gonzaga, em homenagem a Manuel Olarreaga, que foi Chefe do Setor de Normativa dessa organização de janeiro de 1997 até abril de 2003 e partícipe do processo de criação da Secretaria Administrativa do MERCOSUL. No evento, realizou-se a colocação de uma placa que dá seu nome a uma das salas do Edifício Mercosul.

    Fonte: Portal do Mercado Comum do Sul – Mercosul

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  • Ministério da Economia lança Portal Único de Informações sobre Investimentos

    16 setembro 2022
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    Data de publicação: 15/09/2022
    Data de atualização: 16/09/2022

    O Comitê Nacional de Investimentos (Coninv) da Câmara de Comércio Exterior (Camex) do Ministério da Economia lançou, nesta quinta-feira (15/9), o Portal Único de Informações sobre Investimentos. O Portal consolida as principais informações dos órgãos federais sobre investimentos – na plataforma GOV.BR -, tendo como público-alvo os clientes estrangeiros. Numa próxima fase, serão incluídos os links dos órgãos estaduais que fazem parte da Rede de Pontos Focais do Ombudsman de Investimentos Diretos (OID).

    Lançado durante a 9ª Reunião do Coninv, o mecanismo de consulta já segue os dispositivos da Seção de Transparência (Single Information Portal) do futuro Acordo sobre a Facilitação do Investimento para o Desenvolvimento, que está em negociação na Organização Mundial do Comércio (OMC).

    Conteúdo

    As informações consolidadas abordam quatro grandes temas – Acordos Internacionais; Facilitação de Investimento (apoio ao investidor); Oportunidades de Investimento; e Legislação e Regulação, nas versões em português e inglês.

    O trabalho foi coordenado pela Subsecretaria de Investimentos Estrangeiros (Sinve) da Camex, com o apoio do Ministério da Infraestrutura e da Secretaria Especial de Parcerias Públicas de Investimentos do Ministério da Economia. As informações acessíveis pelo Portal foram compiladas ao longo de diversas reuniões com os órgãos e agências da Rede de Pontos Focais do Ombudsman de Investimentos Diretos, que indicaram os links oficiais sobre cada tema.

    Conduta Empresarial e OCDE

    Na mesma reunião, o Coninv aprovou o Plano de Ação em Conduta Empresarial Responsável (Pacer), que tem papel relevante na acessão do Brasil à Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). O cumprimento das obrigações com as diretrizes e políticas de Conduta Empresarial Responsável (CER) é um dos itens a serem avaliados durante o processo de acessão à Organização – Framework for the Consideration of Prospective Members.

    O Plano busca mapear as políticas públicas relacionadas à CER, melhorar a coerência entre elas e propor novas ações. Ele foi elaborado com base em planos desenvolvidos por outros países – como os Estados Unidos e a França – com um escopo mais amplo, abrangendo grande parte das temáticas das diretrizes.

    Diretrizes

    As temáticas incluem direitos humanos; emprego e relações do trabalho; meio ambiente; combate à corrupção; interesses do consumidor e concorrência. Também foram abordadas iniciativas em que o Estado participa como ator na promoção da CER. É o caso de comércio e investimentos – acordos comerciais e de investimentos e mecanismo de crédito à exportação -, além de finanças sustentáveis, entre outros temas.

    Além de tratar de capítulos das diretrizes e temas transversais relacionados ao Estado como ator econômico na promoção da CER, foram incluídas no Plano iniciativas relacionadas às políticas ESG (ambiental, social e governança, na sigla em inglês), a fim de promover investimentos mais qualificados e estimular a implementação das melhores práticas no governo e no setor empresarial.

    Fonte: Ministério da Economia – ME

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