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Brasil exporta US$ 14,8 bilhões em produtos do agronegócio em agosto
Leia mais...Data de publicação: 15/09/2022
Data de atualização: 16/09/2022Com preços e volumes em expansão, as vendas externas do agronegócio registram recorde de valor para os meses de agosto, com US$ 14,81 bilhões, alta de 36,4% em relação ao mesmo mês de 2021. As vendas externas do agronegócio tiveram participação de 48,1% nas exportações totais brasileiras.
As importações de produtos agropecuários registraram o maior valor da série histórica iniciada em 1997, com US$ 1,68 bilhão em aquisições. O valor foi 34,5% superior em comparação com os US$ 1,25 bilhão importados em agosto/2021.
De acordo com a Secretaria de Comércio e Relações Internacionais (SCRI) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), os destaques em termos de valores e quantidades recordes para todos os meses, inclusive agosto, ficaram com o milho e carne bovina in natura.
Já em termos de valores para os meses de agosto, os destaques foram para a soja em grãos, farelo de soja, carne de frango in natura e celulose.
Milho
Em agosto, as exportações de milho suplantaram pela primeira vez em todos os meses da série histórica, a cifra recorde de US$ 2 bilhões, atingindo US$ 2,03 bilhões. Duas variáveis explicam este resultado: o volume recorde de 7,5 milhões de toneladas embarcadas e os elevados preços médios de exportação (US$ 271 por tonelada, +41,6% em relação aos preços médios de agosto/2021).
A safra recorde de milho 2021/2022, de 113,3 milhões de toneladas (+30,1%), possibilitou a quantidade também recorde exportada do cereal em agosto, elevando a disponibilidade interna do cereal.
A União Europeia foi o principal importador do milho brasileiro, com registros de US$ 495,77 milhões em agosto de 2022. Além dos países da comunidade europeia, outros mercados que importaram foram: Irã, Egito, Japão e Colômbia.
Carne bovina e de frango in natura
As vendas externas de carne bovina responderam por 52,6% do valor total exportado pelo Brasil de carnes. Foram US$ 1,36 bilhão exportados, uma cifra também recorde histórico, com aumento de 8,7% no volume e 6,5% no preço médio.
As aquisições chinesas são a razão para esse recorde. O país asiático aumentou as importações de carne bovina brasileira de US$ 633,60 milhões em agosto/2021 para US$ 852,83 milhões em agosto de 2022 (+34,6%). Os três principais mercados, além da China, foram Estados Unidos, Chile e Indonésia.
As exportações de carne de frango também foram recordes para o mês de agosto, com US$ 902,28 milhões ou um incremento de 36,3% na comparação com os US$ 661,99 exportados em agosto/2012. Houve crescimento das vendas externas distribuídas entre os principais mercados, com exceção da China. Os cinco maiores importadores da carne de frango brasileira foram China, Japão, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Coreia do Sul.
Soja
As exportações de soja em grãos, principal produto do complexo soja, foram de 6,10 milhões de toneladas (-6,0%) ou o equivalente a US$ 3,8 bilhões (+20,8%), com alta dos preços médios de exportação em 28,5%, nos últimos 12 meses.
A China é a principal importadora da soja brasileira, com market share de 73,3% da quantidade exportada (4,46 milhões de toneladas) ou US$ 2,79 bilhões em agosto de 2022. Outros países que importaram foram: Irã, Vietnã, Espanha, Japão, Tailândia e Turquia.
As vendas externas de farelo de soja foram de US$ 949,00 milhões em agosto deste ano, 45,8% superior na comparação com os US$ 651,08 milhões exportados em agosto/2021. Houve aumento da quantidade exportada em 19,1%.
No entanto, a elevação dos preços médios de exportação em 22,4% foi o principal fator para a expansão das vendas externas do produto. A União Europeia continua como principal importadora do farelo de soja brasileiro.
Outros mercados que adquiriram o produto, todos eles da Ásia, foram Indonésia, Tailândia, Irã e Coreia do Sul.
Países importadores
A China continua sendo a principal parceira comercial do agronegócio brasileiro, com aquisições de US$ 4,54 bilhões, incremento de 19,5% na comparação com os US$ 3,80 bilhões adquiridos em agosto do ano passado. Os quatro principais produtos exportados para a China foram a soja em grãos, carne bovina in natura, açúcar de cana em bruto e celulose.
De acordo com a SCRI, quatro países asiáticos tiveram aumento de participação acima de um ponto percentual: Irã (de 2,5% de participação para 5,7%); Japão (de 2% de participação para 3,4%); Indonésia (de 1% de participação para 2,4%); e Índia (de 0,6% de participação para 2,0%).
O Irã aumentou as compras de produtos do agronegócio brasileiro em 217,7% entre agosto/2021 e agosto/2022, passando de US$ 266,76 milhões para US$ 847,57 milhões em aquisições. O Irã importou quatro produtos como o milho, soja em grãos, açúcar de cana em bruto e farelo de soja.
No caso do Japão, houve elevação das exportações de US$ 220,27 milhões em agosto de 2021 para US$ 501,27 milhões em agosto de 2022 (+127,6%). Os quatro principais produtos foram milho, carne de frango in natura, soja em grãos e farelo de soja.
A Indonésia importou US$ 349,32 milhões em produtos do agronegócio brasileiro (+211,6%). Os três principais produtos principais adquiridos foram farelo de soja, açúcar de cana em bruto e carne bovina in natura.
Outro país que teve aumento de participação foi a Índia, que passou de US$ 60,64 milhões em importações de produtos do agronegócio brasileiro em agosto/2021 para US$ 297,27 milhões em agosto/2022 (+390,2%). Dois produtos tiveram grande participação, como o óleo de soja em bruto e açúcar de cana em bruto.
Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Mapa
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IPI – Selo de Controle – Exceções à Exigência de Selagem
Leia mais...A Instrução Normativa RFB nº 1.673/2016 modificou dispositivos do art. 16 da Instrução Normativa RFB nº 1.432/2013, que dispõe sobre o registro especial a que estão sujeitos os produtores, engarrafadores, cooperativas de produtores, estabelecimentos comerciais atacadistas e importadores de bebidas alcoólicas, e sobre o selo de controle a que estão sujeitos esses produtos, e dá outras providências.
A referida alteração trata das exceções à exigência de selagem para as mercadorias descritas no Anexo I da Instrução Normativa RFB nº 1.432/2013 (alterado pela Instrução Normativa RFB nº 2.100 – DOU de 08/09/2022, que entra em vigor a partir de 03/10/2022), deixando de ser controladas pelo Sicobe a partir de 13/12/2016, desde que:
a) o estabelecimento industrial faça opção definitiva por prestar as informações diárias de sua produção à Receita Federal do Brasil; e
b) a pessoa jurídica à qual o estabelecimento estiver vinculado cumpra os requisitos estabelecidos pelo § 1º do art. 3º da IN RFB nº 1.432/2013.
As informações diárias da produção deverão ser apresentadas em planilha, conforme modelo publicado na IN RFB nº 1.673/2016, que será denominado Anexo V, contendo a indicação individualizada da quantidade unitária produzida por tipo e marca de produto, tipo e volume de embalagem e estoque inicial e final de cada produto individualizado.
Ressalte-se que as informações deverão ser encaminhadas pelo estabelecimento matriz do fabricante, de forma consolidada e individualizada por estabelecimento, até o 5º dia útil posterior ao da produção, por meio de dossiê digital de atendimento, na forma prevista no art. 4º da IN RFB nº 1.412/2013.
As informações de quantidades de produtos saídos do estabelecimento apresentadas pelo contribuinte nas notas fiscais eletrônicas de saída deverão ser discriminadas por unidades de produtos.
Aplica-se a multa de 100% do valor comercial do produto a que se refere a informação, não inferior a R$ 10.000,00, sem prejuízo da aplicação das demais sanções fiscais e penais cabíveis, por:
a) omissão de informação;
b) informação incorreta ou incompleta quanto à quantidade, ao tipo e à marca do produto ou tipo e volume de sua embalagem; ou
c) apresentação da informação em atraso ou em desacordo com o disposto nos parágrafos anteriores.
As alterações promovidas pela Instrução Normativa RFB nº 1.673/2016 entraram em vigor na data de sua publicação, produzindo efeitos somente a partir de 13/12/2016.
Fonte: Aduaneiras
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Egito dobra importação de carne bovina do Brasil
Leia mais...Data de publicação: 06/09/2022
Data de atualização: 08/09/2022O Egito quase dobrou as importações de carne bovina do Brasil de janeiro a agosto deste ano, de acordo com informações divulgadas pela Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo). O país árabe saiu de compras de 41,3 mil toneladas nos oito primeiros meses do ano passado para 81,3 mil toneladas no mesmo período deste ano, com alta de 96,8%.
No geral, a exportação brasileira de carne bovina ficou em 1,5 milhão de toneladas nos sete primeiros meses do ano, com receita US$ 8,825 bilhões, crescimento de 18,4% no volume e de 40,7% na receita. Os números incluem carne in natura e processada. Em agosto, individualmente, as exportações somaram 230,1 mil toneladas, com faturamento de US$ 1,36 bilhão, alta de 8,6% no volume e 15,8% no valor.
Fonte: Agência Anba – Anba
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Porto de Santos movimenta 95,5 milhões de toneladas até julho, alta de 7,3%
Leia mais...Data de publicação: 26/08/2022
Data de atualização: 29/08/2022O desempenho da movimentação de cargas no mês de julho e no acumulado dos sete primeiros meses do ano no Porto de Santos atingiu índices de crescimento significativos. Apresentando aumento contínuo no acumulado do ano, o Porto totalizou 95,5 milhões de toneladas, aumento de 7,3%, a maior marca para esse período. O resultado de julho totalizou 14,5 milhões de toneladas (melhor marca para esse mês), 15,3% acima do mesmo período de 2021.
As exportações responderam pela maior parcela desse volume ao somarem 69,7 milhões de toneladas (+8,6%) e as importações atingiram 25,7 milhões de toneladas (+4,0%).
O milho foi o grande destaque na movimentação de cargas, totalizando 2,3 milhões de toneladas no mês (+104%) e 4,1 milhões de toneladas no acumulado do ano até julho (+132%).
A carga conteinerizada também cresceu dois dígitos (+10,9%) no mês de julho, somando 440,7 mil TEU (um contêiner de 20 pés), segunda maior marca histórica e a maior para o mês, e 2,8 milhões de TEU nos sete primeiros meses, aumento de 1,6%.
No acumulado de ano ganharam destaque, também, os embarques do complexo soja (soja em grãos e farelo de soja), com 28,4 milhões de toneladas (+10,3); da celulose, com 4,6 milhões de toneladas (+59,9%); da carne, com 1,3 milhão de toneladas (+36,1%); e do óleo diesel e gasóleo, com 1,3 milhão de toneladas (+23,7%). As descargas de fertilizantes totalizaram 4,8 milhões de toneladas (+17,3%).
No mês de julho sobressaíram-se, ainda, os embarques de açúcar, com 2,1 milhões de toneladas (+9,2%); de celulose, com 688,0 mil toneladas (+57,5%); e de óleo diesel e gasóleo, com 163,9 mil toneladas (+21,9%). Nas descargas, destaque para o sal, com 95,1 mil toneladas (+184,9%), e para o trigo, com 117,1 mil toneladas (+42,2%).
O fluxo de navios também cresceu, com 465 atracações no mês de julho (+16,0%) e 3.007 no acumulado do ano (+5,2).
Os granéis sólidos somaram 49,4 milhões de toneladas no acumulado do ano (melhor marca para o período), alta de 9,9%. A participação da soja em grãos nesse volume foi de 51,2%; do açúcar 20,2%; do farelo de soja 11,9%; e do milho 9,2%.
Os granéis líquidos atingiram 11,0 milhões de toneladas, crescimento de 3,5%, também a melhor marca para o período. Nesse segmento a participação do óleo diesel e gasóleo foi de 24,2%; do óleo combustível 18,7%; dos sucos cítricos 13,5%; da soda cáustica 8,6%; da gasolina 6,9%; e do álcool 4,5%.
Corrente Comercial
A participação do Porto de Santos na corrente comercial brasileira atingiu 28,9% em julho (US$ 100,796 milhões). Das transações comerciais nacionais com o exterior que passaram pelo Porto de Santos no período, 31,3% tiveram a China como país parceiro. São Paulo permaneceu como o Estado com maior participação (52,7%) nas transações comerciais com o exterior por meio do complexo portuário de Santos.
Fonte: Porto de Santos
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Arábia Saudita importou 320 mil automóveis
Leia mais...Data de publicação: 26/08/2022
Data de atualização: 29/08/2022A Arábia Saudita, país árabe do Golfo, importou cerca de 320 mil automóveis durante o primeiro semestre deste ano, segundo notícia publicada no site do jornal Arab News na última sexta-feira (26/08). Os dados são da Zakat – Autoridade Tributária e Alfandegária do país árabe.
O volume equivale a 57% de tudo o que foi importado em automóveis pelo país no ano passado, que foi de 562 mil unidades. Houve alta de 2,9% nas compras externas em 2021 em relação ao ano anterior.
Fonte: Agência Anba – Anba
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Anvisa prorroga importação de radiofármacos
Leia mais...Data de publicação: 09/08/2022
Data de atualização: 10/08/2022A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou por unanimidade referendo sobre a prorrogação, em caráter “temporário e excepcional”, da importação de radiofármacos visando minimizar a escassez e suprimir a demanda desses compostos no país.
A decisão pela aprovação foi tomada nesta quinta (09/08) durante a 14ª Reunião da Diretoria Colegiada tendo como relator da matéria o presidente da Anvisa, Antônio Barra Torres.
Ao iniciar a leitura do relatório, Torres lembrou que a matéria trata de “critérios e procedimentos excepcionais de importação em virtude de riscos de desabastecimento no mercado nacional”.
“O mercado em nosso país ainda é restrito e há constatação de falta desses [rádio]fármacos. Assim sendo, as autoridades envolvidas pediram à agência apoio para a mitigação do impacto dessa situação”, disse o presidente da Anvisa ao lembrar que essa medida vem sendo reiteradamente prorrogada, “enquanto a indústria nacional não se vê preparada para dar conta da demanda”.
Durante a explanação, Torres destacou que cabe ao Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen) informar a Anvisa sobre a eventual normalização do mercado, o que, até o momento, não ocorreu.
Por esse motivo, acrescentou ele, a importação é, ainda, o meio encontrado “para minimizar a escassez e suprimir a demanda por radiofármacos, com vistas à contenção da situação de desabastecimento iminente em nosso país”, dispensando, inclusive, a necessidade de análise de impacto de mercado ou de consulta pública pela Anvisa.
Radiofármacos
Os radiofármacos são compostos radioativos que possuem, em sua composição um radionuclídeo (isótopo radioativo) responsável pela emissão de radiação ligado quimicamente a uma molécula não-radioativa que apresenta afinidade biológica por um determinado órgão ou sistema, com finalidade de diagnóstico ou terapêutica.
Diante do aspecto estratégico para diagnósticos e tratamentos – e da complexidade tecnológica que envolve esse tipo de fármaco -, a diretora Meiruze Freitas confirmou a necessidade de importação desses produtos considerados “de risco maior”.
“É preferível manter a importação dos [produtos] sem registro no Brasil, circundado com todo cuidado de monitoramento e proteção”, disse ao lembrar que “em algumas situações é preciso [à Anvisa] fazer avaliações excepcionais como essa, mas sempre buscando mitigar o risco, para termos um controle mínimo”.
Desinteresse do mercado
Em seu voto, o diretor Alex Machado Campos disse que, antes de definirem seu posicionamento sobre a questão, a diretoria da Anvisa ouviu dirigentes do Ipen. “Nos causou perplexidade saber que não há, no horizonte próximo, possibilidade de retomada robusta do Ipen para a produção desses radiofármacos”, disse.
“São produtos de produção exclusiva do Ipen que colocam luz sobre a questão de um desabastecimento que é fruto do desinteresse do mercado, interessando apenas ao poder público. A Anvisa, então, em muitos momentos, tem de enfrentar esse tema por uma via excepcional, como é o caso”, argumentou.
Linguagem acessível
Ao final da votação dos diretores, a ouvidora da Anvisa, Lorena Dourados, pediu a palavra para pedir que os votos sejam publicados de forma clara e com linguagem acessível, uma vez que a ouvidoria tem percebido que o tema em questão “nem sempre é bem entendido pela população”. A solicitação foi acatada pela diretoria.
Fonte: Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa
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Camex abre consulta pública sobre alterações na Lista de Bens Sem Similar Nacional
Leia mais...Data de publicação: 02/08/2022
A Secretaria-Executiva da Câmara de Comércio Exterior (SE-Camex) do Ministério da Economia abriu consulta pública sobre proposta de resolução que estabelece regras, procedimentos e critérios para a análise de pedidos de alteração da Lista de Bens Sem Similar Nacional (Lessin). Os produtos da Lessin não estão sujeitos à alíquota única de 4% para o ICMS nas operações interestaduais com bens e mercadorias importados do exterior, conforme estabelecido pela Resolução Senado nº 13/2012.
No site do Ministério da Economia, estão disponíveis a Minuta de Resolução e o Formulário para contribuições (disponível de 25 de julho de 2022 a 8 de setembro de 2022). Podem se manifestar na consulta pública os consumidores, produtores, empresas, associações, entidades de classe, federações, confederações, associações de consumidores, organizações não governamentais, membros da comunidade acadêmica e outros interessados.
As manifestações deverão ser feitas por meio do formulário específico desta consulta até o próximo dia 8 de setembro. Depois, as contribuições serão consolidadas pela Subsecretaria de Estratégia Comercial (Strat) e publicadas no site da Camex.
Para mais informações sobre a consulta pública, os interessados podem fazer contato com a Coordenação-Geral de Temas Não Tarifários da SE-Camex, no e-mail strat@economia.gov.br, com o assunto “Consulta Pública – Lessin”.
Os critérios para um produto fazer parte da Lessin foram definidos pelo Comitê-Executivo de Gestão (Gecex) da Camex na Resolução Gecex nº 326/2022. Além de estar listado no Anexo Único desta resolução, o bem deve ter sido adquirido com a alíquota do Imposto de Importação de até 2% – ao amparo de um dos instrumentos citados na resolução – ou ter inexistência de similar nacional atestada pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia.
No entanto, a Resolução Gecex nº 326 não definiu procedimentos ou critérios para a análise de pedidos de inclusão ou exclusão de produtos de seu Anexo Único. A fim de estabelecer essas regras, a SE-Camex elaborou a Minuta de Resolução e abriu a Consulta Pública STRAT/SE-CAMEX nº 4/2022, para receber comentários e contribuições da sociedade civil em relação ao texto proposto.
Fonte: Ministério da Economia – ME
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ApexBrasil realizará webinar sobre oportunidades de exportação para produtos amazônicos
Leia mais...Data de publicação: 01/08/2022
Data de atualização: 02/08/2022A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) realizará, no dia 11/08 às 9h, o webinar de lançamento do estudo “Alimentos e Bebidas da Amazônia Legal: Oportunidades e Apelos Globais”. O evento on-line reunirá especialistas em comércio exterior e na temática da bioeconomia amazônica, além de empresários que relatarão seus casos de sucesso em exportações de diferentes produtos da região. As inscrições já estão abertas aqui.
O webinar irá apresentar os principais destaques do estudo e as perspectivas de ampliação da participação dos produtos da bioeconomia no mercado internacional e de diversificação de destinos. O intuito é que produtores de alimentos e bebidas da região, que já exportam ou têm intenção de exportar, além de parceiros institucionais e o público geral interessado no tema conheçam as oportunidades de exportação para os produtos locais.
O webinar contará com a participação de três empresas da região com experiência em exportação focada em agregação de valor: a Manioca, empresa de alimentos especializada em produtos e ingredientes da Amazônia; a Fazenda Panorama, pioneira na produção de cacau na região transamazônica; e a Caferon, associação de produtores de cafés Robustas Amazônicos especiais com denominação de origem inédita.
O seminário também trará a perspectiva de profissionais posicionados em mercados-alvo dos produtos da biodiversidade. O evento conta com participação da analista sênior do Escritório da ApexBrasil em Bruxelas, Magdalena Smorczewska, e do Adido Agrícola da Embaixada do Brasil em Tóquio, Marco Aurélio Pavarino. Comporão o debate, ainda, o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Amazonas (Faea), Muni Lourenço Silva Jr., e o Superintendente do Sebrae/RO, Samuel Almeida. A abertura do evento será realizada pelo presidente da ApexBrasil, Embaixador Augusto Pestana, e pela chefe do escritório do MRE para a região norte (Erenor), Ministra Maria Deize Jorge.
Bioeconomia
Os consumidores estão cada vez mais dispostos a pagar mais por opções que reduzam seu impacto no planeta. Há uma crescente exigência por qualidade, sustentabilidade, saudabilidade e comércio justo. Para os produtores amazônicos que compatibilizam a produção com a manutenção da floresta, trata-se de oportunidade para atingir mercados de maior poder aquisitivo.
Atualmente, apesar de uma grande parcela dos alimentos e bebidas exportados pela Amazônia Legal apresentarem diferenciais competitivos, a participação desses produtos no mercado mundial ainda está abaixo da média das exportações brasileiras. Por isso, o evento buscará debater as estratégias para alavancar esse setor, impulsionando o desenvolvimento sustentável e reforçando a imagem do Brasil como referência em bioeconomia.
Fonte: Apex-Brasil
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Exportações de rochas crescem quase 11% no 1º semestre do ano e promovem superávit na balança comercial do setor
Leia mais...Data de publicação: 22/07/2022
Data de atualização: 25/07/2022Depois de bater recorde histórico nas exportações em 2021, o setor de rochas ornamentais nacional registrou, no primeiro semestre deste ano, faturamento total de 634 milhões de dólares, evolução de 10,92% com os embarques internacionais, em relação ao mesmo período do ano passado. Os dados foram divulgados esta semana pelo Centro Brasileiro dos Exportadores de Rochas Ornamentais (Centrorochas) que prevê fechamento do ano com faturamento superior a 1,4 bilhão de dólares.
No ano passado, no primeiro ano da parceria firmada entre o Centrorochas e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) para execução do It’s Natural – Brazilian Natural Stone, o setor fechou o ano com 1,34 bilhão de dólares em faturamento. O It’s Natural é um projeto de incentivo às exportações do segmento que atualmente apoia cerca de 148 empresas.
De janeiro a junho deste ano, o arranjo produtivo de rochas importou 12,68 milhões de dólares promovendo um superavit de 622 milhões de dólares na balança comercial do segmento.
“O aquecimento da construção civil mundial, o desenvolvimento de ações inéditas para o setor de rochas por meio do convênio setorial e ainda o investimento que as empresas do segmento têm feito em seu parque fabril podem ter contribuído para esta evolução. Mas é importante lembrar que este número poderia ter sido maior, não fosse a guerra entre Rússia e Ucrânia”, explicou o presidente do Centrorochas, Tales Machado, lembrando que a Rússia era um dos países-alvos a serem trabalhados pelo projeto setorial. “Como vários setores da economia mundial, tivemos que nos adequar”, completou.
Outro ponto importante apresentado no primeiro semestre deste ano foi a evolução do preço médio dos materiais brasileiros, que registraram aumento de 15,04% em relação ao mesmo período em 2021. O arranjo produtivo de rochas, como vários outros setores, vem sofrendo com reajustes constantes nos fretes marítimos devido aos problemas logísticos em decorrência da pandemia, e a desvalorização do dólar; apesar disso, o setor tem conseguido se adaptar de forma rápida a esses cenários.
Mercado consumidor
Os Estados Unidos permanecem como principal destino para os produtos brasileiros representando aproximadamente 57% de toda exportação nacional. Em uma análise mais minuciosa, excluindo os materiais brutos, os americanos se tornam ainda mais importantes representando quase 74% do total de materiais acabados exportados. Seguindo mesmo raciocínio, o mercado mexicano vem na sequência, com 5% de participação, e o Reino Unido em seguida, com cerca de 3%.
Observando o comportamento dos materiais brutos exportados, a China segue sólida como o maior importador, consumindo aproximadamente 60% dos blocos de rochas comercializados pelo Brasil. Em seguida vem a Itália, com 29%.
Estados exportadores
Espírito Santo (80,54%), Minas Gerais (11,45%) e Ceará (3,42%) foram os estados que puxaram as exportações nacionais no primeiro semestre deste ano.
Fonte: Apex-Brasil
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Governo negocia importação de combustíveis com outros países
Leia mais...Data de publicação: 22/07/2022
Data de atualização: 25/07/2022Em visita a posto de combustível em Brasília para fiscalizar a mais recente queda de preços, o presidente Jair Bolsonaro e o ministro de Minas e Energia, Adolfo Sachsida, anunciaram negociações com outros países para a importação de combustível mais barato.
“Estamos com vários outros países contatados para a gente comprar diesel mais barato. É a nova política que a gente está implementando, não é fácil mexer num lobby tão poderoso como o dos combustíveis”, afirmou o presidente, sem especificar quais países.
Bolsonaro já havia anunciado negociações com a Rússia para a importação de diesel.
Fonte: ESTADÃO.COM.BR
