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Política externa alimentará conexões com EUA e Israel
Leia mais...A política externa do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) será uma espécie de imagem invertida do que foi feito nos governos do PT, no entendimento de colaboradores. Na via contrária à aproximação com os países ditos “bolivarianos” e ao projeto sul-sul, que pretendia criar um núcleo de poder alternativo aos EUA, Bolsonaro já deixou clara sua admiração pelo presidente americano, Donald Trump, e por Israel. Também mostrou restrições à China. E afirmou que não pretende se relacionar com “ditaduras” como a Venezuela.
Toda essa retórica, porém, terá um balizador: a economia. Colaboradores do presidente eleito têm repetido que a atividade econômica e os empregos não poderão se recuperar se o Brasil fechar as portas para novos negócios com outros países. Por isso, Bolsonaro já recuou de sua ideia de mudar a embaixada brasileira em Israel de Tel-Aviv para Jerusalém, segundo interlocutores. Ele foi advertido que a medida, embora alinhada com o eleitorado evangélico, criaria problemas para as exportações do Brasil para países muçulmanos. Só de carne, são US$ 13 bilhões por ano.
As informações estão na edição de hoje do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: O Estado de S.Paulo
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Déficit externo cresce com importações e incertezas
Leia mais...A conta externa do Brasil apresenta déficit de US$ 7,4 bi até setembro, sendo um rombo três vezes maior do que o verificado em igual período de 2017.
O avanço das importações e o quadro de incerteza política influenciaram a expansão do déficit neste ano, o qual será mais do que compensado pelo ingresso de Investimento Direto no País (IDP), avaliam especialistas.
Esse rombo ocorreu, em especial, pela redução do superávit na nossa balança comercial que passou de US$ 51,2 bilhões até setembro do ano passado, para US$ 41 bilhões este ano, diante de uma expansão maior das importações (22%, a US$ 138 bilhões) do que das exportações (9%, para US$ 179 bilhões).
Até setembro, o investimento direto ficou estável em relação a igual período de 2017, em US$ 52 bilhões. Por outro lado, os aportes em participação no capital (que vão para o setor produtivo da economia) caíram 17,5%, ao passarem de US$ 40 bilhões em 2017, a US$ 33 bilhões este ano. O BC prevê que o IDP chegue a US$ 72 bilhões em 2018, semelhante aos ingressos que ocorreram em 2017 (US$ 70 bilhões).
Fonte: Diário do Comércio e Indústria – DCI
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Brasil manda delegação à feira de importação chinesa
Leia mais...Segundo Xia Xiaoling, a Ministra-Conselheira para assuntos Econômicos e Comerciais da Embaixada da China, a China tem a disposição de comprar US$ 10 trilhões em produtos de outros países ao longo dos próximos cinco anos.
No início de novembro, a China promoverá a Feira Internacional de Importação, em Xangai. Apontada nos meios especializados como um divisor de águas no comércio internacional, a feira contará com 2,8 mil empresas expositoras.
O Brasil irá com uma delegação grande, pois a Apex levará 87 empresas. A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) também organiza uma delegação e, igualmente, o Ministério da Agricultura. Três ministros vão participar do evento: o das Relações Exteriores, Aloysio Nunes, o da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Jorge, e o da Agricultura, Blairo Maggi.
Uma forma de fazer uma conexão direta com o consumidor chinês é por meio eletrônico, sendo assim a Apex vai levar 20 empresas brasileiras para fazer um treinamento no Alibaba, um dos maiores marketplaces do mundo. Também será assinado um memorando de entendimentos para que empresas brasileiras possam vender pelo Alibaba, o T-Mall e o Jumore.
Fonte: ESTADÃO.COM.BR
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PIB cresce 1,6% no trimestre encerrado em agosto
Leia mais...O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, teve um crescimento de 1,6% no trimestre encerrado em agosto deste ano, na comparação com o trimestre finalizado em maio.
O dado é do Monitor do PIB, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV).
Na comparação com o trimestre que terminou em agosto de 2017, o crescimento foi de 1,9%, segundo a FGV. Considerando-se apenas agosto, houve altas de 0,2% na comparação com julho deste ano e de 1,9% em relação a agosto do ano passado.
A alta de 1,6% do trimestre fechado em agosto em relação a maio foi acompanhada pelos três grandes setores produtivos: serviços (1,1%), indústria (2%) e agropecuária (2,5%).
Expansão por setor
Entre os segmentos da indústria, foi observada expansão na indústria da transformação (3,1%) e na construção (1,2%). O setor de eletricidade manteve-se estável e a indústria extrativa mineral recuou 1,2%.
Entre os serviços, todos os segmentos tiveram alta, com destaque para os transportes (5,4%) e o comércio (2,9%).
Sob a ótica da demanda, foram registradas altas de 1,2% no consumo das famílias, 1,1% na formação bruta de capital fixo (investimentos) e de 0,6% no consumo do governo.
No setor externo, as exportações cresceram 1,3% e as importações, 3,7%.
Fonte: Agência Brasil
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Parecer sobre MP que cria nova política para setor automotivo pode ser votado nesta terça
Leia mais...A comissão mista que analisa a MP 843/18, que institui uma nova política industrial para o setor automotivo brasileiro, reúne-se nesta terça-feira (23) para apreciação do relatório do deputado Alfredo Kaefer (PP-PR). A votação da MP vem sendo adiada desde agosto. Na última quarta-feira (17), a reunião foi cancelada por ausência do relator, que ainda não apresentou seu parecer.
Chamado de Programa Rota 2030 – Mobilidade e Logística, o regime automotivo vai substituir o Inovar-Auto, que vigorou entre 2013 e 2017. Assim como a política anterior, o Rota 2030 baseia-se em incentivos fiscais, que somam R$ 1,5 bilhão ao ano, durante 5 anos, segundo o governo. Como contrapartida, as empresas que aderirem ao programa terão que cumprir requisitos, principalmente com investimentos em pesquisa e desenvolvimento (P&D). O governo afirma que a indústria fará um aporte mínimo de R$ 5 bilhões por ano em P&D.
Além da criação do Rota 2030, a MP 843/18 contempla medidas para o desenvolvimento tecnológico da cadeia de autopeças e requisitos para comercialização de veículos no País, ambos com concessão de benefícios fiscais. Em complemento ao novo regime automotivo foi publicado um decreto que reduz tributos sobre veículos híbridos e elétricos.
No total, todos os benefícios concedidos pela medida provisória somam R$ 2,1 bilhões em 2019, valor que terá que ser previsto no Orçamento. A nova política vinha sendo discutida pelo governo com o setor desde o ano passado. O Brasil é o nono maior produtor mundial de veículos.
A reunião está marcada para as 15 horas, no plenário 3 da ala Alexandre Costa, no Senado.
Fonte: Agência Câmara Notícias
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‘Ênfase deveria ser acordo de livre comércio com EUA’
Leia mais...A política externa do próximo presidente do Brasil deve incluir a retomada de liderança na região e a tentativa de um acordo comercial com os Estados Unidos, defende o ex-conselheiro da Casa Branca Fernando Cutz. “A ênfase no próximo governo, seja quem for, deveria ser um acordo de livre comércio entre Brasil ou Mercosul com EUA. O (presidente americano Donald) Trump está querendo coisas assim, com um mercado do tamanho do Brasil”, afirma Cutz, em entrevista ao Estado.
Fonte: O Estado de S.Paulo
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Secex considera existência de dumping para tubos de ferro e laminados planos
Leia mais...Duas circulares da Secretaria de Comércio Exterior, publicadas no Diário Oficial da União de hoje, 19/10, tornaram pública a determinação preliminar positiva de dumping e de dano à indústria doméstica dele decorrente nas exportações para o Brasil de tubos de ferro fundido para canalização (Circ. nº 45) e laminados planos de aço ao silício, denominados magnéticos (Circ. nº 46).
A decisão considera o vínculo significativo entre as exportações objeto de dumping e o dano à indústria doméstica.
Fonte: Aduaneiras
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Cenário internacional força riscos para exportações brasileiras em 2019
Leia mais...O conturbado cenário internacional força diversos riscos para as exportações brasileiras em 2019. Entre eles, o agravamento da guerra comercial entre a China e os Estados Unidos é a principal preocupação para o fluxo de nossos produtos no mundo.
A euforia do mercado financeiro e de câmbio com a eleição presidencial local também ofusca, até então, a busca de soluções para evitar uma corrente menor de comércio no próximo ano, segundo avaliação de especialistas consultados pelo DCI,
Além da escalada na guerra de tarifas entre os Estados Unidos e a China, ontem, o presidente norte-americano Donald Trump também deixou claro, por meio do Departamento de Comércio dos EUA, que possui a intenção de negociar novos acordos com a Europa, Reino Unido e Japão.
No caso da negociação americana com o México, os EUA exigiram um percentual maior de produção no território norte-americano. Se antes os mexicanos compravam, por exemplo, peças de automóveis fabricadas no Brasil, provavelmente esse item irá diminuir, pois as peças serão adquiridas no vizinho deles do Norte.
Nosso país exportou US$ 4,514 bilhões ao México em 2017, e US$ 3,3 bilhões em 2018 até o final de setembro. O Brasil exportou um volume de US$ 50,173 bilhões para a China em 2017, e US$ 49,32 bilhões neste ano até o final de setembro. Para os EUA, as exportações somaram US$ 26,87 bilhões no ano passado, e ficou em US$ 20,58 bilhões em 2018 até o final de setembro.
As crises cambiais como vistas em países como a Turquia e Argentina podem se espalhar para outras economias. De forma mais direta, as exportações brasileiras para o principal vizinho do Mercosul também são afetadas, sobretudo como notado no setor automotivo na região. No ano passado, as exportações brasileiras para os parceiros do Mercosul haviam somado US$ 22,61 bilhões, e neste ano até setembro totalizam volume de US$ 16,8 bilhões.
Fonte: Diário do Comércio e Indústria – DCI
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Brazilian Footwear lança projeto para vender produtos na China
Leia mais...Visando gerar negócios diretamente com o gigante mercado chinês, a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), por meio do Brazilian Footwear, lançou um projeto de crossborder e-commerce B2C, ou seja, venda internacional via comércio eletrônico, da fábrica diretamente para o consumidor final chinês. O objetivo da iniciativa, realizada em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), é englobar marcas de diferentes segmentos que desejam ter uma porta de entrada naquele mercado por meio do comércio eletrônico.
Fonte: Assessoria de Imprensa da Abicalçados – Associação Brasileira das Indústrias de Calçados – Abicalçados
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Porto de Santos terá dutovia para etanol até 2022
Leia mais...Até 2022, o Porto de Santos deve receber uma das saídas da maior dutovia de etanol do País. Depois de três anos do projeto de expansão paralisado, uma decisão do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) vai permitir que a empresa Logum Logística dê continuidade ao empreendimento e amplie o traçado da malha logística de distribuição do combustível, que hoje conta com 350 quilômetros.
Fonte: A Tribuna
