• Agronegócio: em setembro, vendas externas do setor somam mais de US$ 8 bilhões

    11 outubro 2018
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    Em setembro, as exportações brasileiras do agronegócio somaram US$ 8,17 bilhões. O saldo da balança comercial foi superavitário em US$ 7,1 bilhões. O agronegócio foi responsável por 42,9% das exportações totais do Brasil, que somaram US$ 19,06 bilhões no mês.

    As vendas da soja em grãos alcançaram US$ 1,83 bilhão e foram recordes para setembro em quantidade, somando 4,61 milhões de toneladas. O produto representou 76,2% do total exportado pelo complexo soja no período.

    A celulose registrou US$ 681,26 milhões e 1,25 milhão de tonelada em exportação, o que representou recorde para setembro. Em comparação ao mesmo mês do ano anterior, houve aumento de 21,6% em valor e 8,9% na quantidade embarcada, que foi de 1,25 milhão de tonelada.

    As exportações de carnes somaram US$ 1,41 bilhão, 2,7% acima do que foi registrado em setembro do ano passado. Houve recorde histórico na quantidade mensal exportada de carne bovina in natura: 150,66 mil toneladas. Foram exportados US$ 698,01 milhões em carne bovina e US$ 572,5 milhões em carne de frango no mês. Em conjunto, os dois produtos foram responsáveis por 90% do valor exportados pelo setor de carnes. As exportações de carne suína sofreram queda de 32,5%, alcançando US$ 93,65 milhões.

    A Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento ressalta o recorde ocorrido também nas exportações mensais de bovinos vivos, em valor e quantidade (US$ 101,1 milhões e 46,9 mil toneladas), a ainda de chocolate e preparações alimentícias, contendo cacau em valor (US$ 55,8 milhões) e amendoim em grãos em valor (US$ 22,2 milhões).

    Principal destino

    Além da China, quatro países tiveram crescimento acima de um dígito: Turquia (+216,0%; aquisições de US$ 138,52 milhões); Irã (+45,1%; aquisições de US$ 174,02 milhões); Índia (+22,6%; aquisições de US$ 178,15 milhões); Argentina (+19,6%; aquisições de US$ 132,61 milhões).

    Acumulado no ano

    As exportações do agro atingiram US$ 76,66 bilhões entre janeiro e setembro, com incremento de 3,6% em relação aos US$ 73,98 bilhões exportados no mesmo período em 2017.

    As importações do agronegócio totalizaram US$ 10,54 bilhões, no mesmo período, o que representou retração de 1,3% ante os US$ 10,69 bilhões adquiridos nos nove primeiros meses de 2017. Como resultado, o saldo da balança comercial do agronegócio aumentou de US$ 63,29 bilhões para US$ 66,12 bilhões (+4,5%).

    A participação do agronegócio no total das exportações brasileiras decresceu 1,6 ponto percentual no período, chegando a 43,3%.

    Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Mapa

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  • Exportações do agro devem atingir US$ 100 bilhões

    11 outubro 2018
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    Durante a posse do novo presidente da Embrapa, Sebastião Barbosa, no Palácio do Planalto, nesta quarta-feira (10), o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Blairo Maggi, disse que o agronegócio deverá encerrar o ano com exportações de US$ 100 bilhões. “É uma marca que vínhamos perseguindo e, agora, vamos alcançar”, disse o ministro.

    O presidente Michel Temer ressaltou a importância do setor do agronegócio para a economia brasileira, lembrando ter contribuído “em grande parte” para a recuperação do PIB (Produto Interno Bruto) do país, que, em maio de 2016, estava em -5,9%, passou a 1% de crescimento no ano seguinte e deverá encerrar 2018 com algo em torno de 1,4%.

    O secretário executivo do Mapa, Eumar Novacki, presidente do Conselho da Embrapa, também destacou que “o agro é o pilar mais importante da economia, representando cerca de um quatro do PIB e quase 50% das exportações”.

    Transição na Embrapa

    A posse do novo presidente da empresa de pesquisa, vinculada ao Mapa, é a primeira estatal a seguir o processo seletivo previsto na Lei 13.303/2016, que passou a exigir qualificação técnica de candidatos à diretoria e maior transparência no processo seletivo.

    A escolha do novo presidente que substitui Maurício Lopes foi iniciada em agosto, tendo se inscrito 16 candidatos, dez do quadro e seis sem vinculação com a empresa. O Conselho de Administração analisou currículos, compatibilidades e entrevistou três selecionados que atingiram a melhor pontuação técnica. O melhor avaliado foi submetido à aprovação prévia da Casa Civil da Presidência da República.

    A sucessão visa dar continuidade à revisão estrutural e funcional da Embrapa, demandada pelo ministro Blairo Maggi, com o objetivo de aproximar ainda mais a empresa do setor produtivo.

    Sebastião Barbosa, pesquisador aposentado é engenheiro agrônomo, especialista em Entomologia (estudo dos insetos), contratado pela Embrapa em 1976, onde atuou em programas de controle e erradicação de pragas. Por 17 anos também trabalhou na Organização das Nações Unidas para Alimentação e a Agricultura (FAO), no Serviço de Proteção de Plantas, em Roma, Itália; e no escritório para a América Latina e o Caribe, em Santiago, Chile.

    Foi também coordenador de cooperação internacional da Embrapa e Chefe-Geral da Embrapa Algodão, centro de pesquisa localizado em Campina Grande, em Paraíba, além de outras atividades exercidas na estatal.

    Filho de agricultor sem terra do interior de Minas Gerais, tem pela frente a “missão de conduzir a mais reconhecida empresa pública de pesquisa da América Latina e uma das mais importantes do mundo”, como lembrou Novacki.

    Barbosa disse que a Embrapa precisará ser criativa para buscar buscar recursos suplementares e complementares na iniciativa privada e em instituições internacionais. “Para esses desafios, espero contar com mais comprometimento, dedicação e esforço dos empregados, hoje distribuídos pelo país e que já mostraram ter experiência, conhecimento e vivência com o setor privado, na grande revolução que ajudamos a construir na agricultura brasileira”.

    Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Mapa

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  • Lagarde pede fim das disputas comerciais

    11 outubro 2018
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    A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, defendeu em discurso em Bali na manhã de hoje (horário local )queé preciso recuar em uma série de disputas comerciais em andamento, a fim de estabelecer uma discussão construtiva. Ela argumentou que o sistema de comércio “precisa ser melhorado e modernizado, não destruído” e pediu mais atenção ao potencial do e-commerce e de outros serviços negociáveis. Os comentários são feitos no momento em que a guerra comercial entre Estados Unidos e China ameaçam o crescimento econômico mundial. As informações estão na edição de hoje do jornal O Estado de S. Paulo.

    Fonte: O Estado de S.Paulo

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  • Projeto aproxima calçadistas do Reino Unido

    8 outubro 2018
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    O Projeto Comprador Vip, realizado pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) por meio do Brazilian Footwear, programa mantido em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), trouxe um comprador do Reino Unido para o Brasil. A agenda, cumprida entre os dias 1º e 4 de outubro, foi realizada em nove fábricas no Rio Grande do Sul e São Paulo.

    A analista de Promoção Comercial da Abicalçados, Paola Pontin, destaca que o comprador, do grupo Scorpion Shoes, ficou satisfeito com os produtos apresentados e pretende trabalhar, inicialmente, com duas ou três empresas brasileiras para a distribuição no Reino Unido. “O grupo possui duas lojas físicas em Londres, mas tem no seu forte o e-commerce, que faz entregas internacionais. A ideia do comprador é, inicialmente, trabalhar nos pontos de venda físicos para tornar o produto conhecido e posteriormente levar ao comércio eletrônico”, conta Paola, ressaltando que a empresa ainda não trabalha com marcas brasileiras. Segundo a analista, atualmente o grupo tem boas performances no mercado doméstico inglês e também na Itália, Alemanha, Austrália e Estados Unidos.

    Potencial

    Paola comenta que o comprador conhecia pouco da indústria calçadista brasileira. Segundo ele, as marcas verde-amarelas, de maneira geral, são pouco conhecidas no Reino Unido. Outro ponto interessante, conta a analista, é que o importador nunca havia entrado em uma fábrica de calçados. “Ele ficou fascinado com todo o processo”, conta. O comprador, Daut Mutaraj, ressalta que a qualidade do sapato surpreendeu. “Existe um potencial grande de trabalhar com essas marcas (visitadas). As empresas passaram segurança tanto na qualificação do produto quanto na responsabilidade com entregas”, avalia.

    Mercado

    O mercado do Reino Unido, país que é mercado-alvo do programa Brazilian Footwear, consome, anualmente, mais de 530 milhões de pares de calçados, configurando um dos maiores números per capita do mundo, algo em torno 8 pares. Praticamente todos os produtos consumidos são importados, especialmente da China, que apesar de ter um market share de mais de 70% do total, vem perdendo espaço nos últimos anos.

    Fonte: Assessoria de Imprensa da Abicalçados – Associação Brasileira das Indústrias de Calçados – Abicalçados

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  • Crítica de Trump pode ser usada para conter barreiras

    5 outubro 2018
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    Exportadores de frutas do Brasil querem usar o questionamento feito pelo presidente estadunidense Donald Trump para negociar com os EUA a queda de barreiras que ainda existem contra produtos nacionais. O presidente da Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas (Abrafrutas), Luiz Roberto Barcelos, afirma que vai pedir ao Itamaraty para incluir o acesso ao mercado americano para frutas brasileiras na agenda de um eventual debate com Trump.

    Há alguns dias, Trump criticou a relação comercial com o Brasil e Índia. Para o setor exportador brasileiro, se as críticas de Trump resultarem em uma eventual pressão do governo americano por renegociar as tarifas entre os dois países, a agenda do diálogo bilateral terá de incluir um debate sobre as barreiras aos produtos nacionais. No caso das frutas, o mercado americano consome apenas US$ 50 milhões em exportações brasileiras, de um total de US$ 840 milhões em vendas de frutas nacionais para o mundo.

    Nos últimos anos, o Brasil se transformou no 3º maior produtor de frutas do mundo, superado apenas por China e Índia.

    Fonte: ESTADÃO.COM.BR

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  • Exportações de calçados caem em setembro

    5 outubro 2018
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    Dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) apontam para uma queda nas exportações em setembro, quando foram embarcados ao exterior 9,86 milhões de pares que geraram US$ 71,64 milhões, quedas de 14% em volume e de 26,2% em receita na relação com o mês correspondente do ano passado. Com isso, no acumulado dos nove meses do ano, o setor calçadista soma o embarque de 78,87 milhões de pares por US$ 700 milhões, quedas de 10,7% e de 12%, respectivamente, no comparativo com 2017.

    O presidente-executivo da Abicalçados, Heitor Klein, avalia que o resultado aponta para a concretização dos efeitos do cenário internacional, especialmente com a desvalorização das moedas dos países emergentes, alguns dos principais mercados para o calçado brasileiro. “Se o dólar valorizado favorece a formação de preço para o exportador brasileiro, esse efeito é neutralizado quando a moeda do importador também está desvalorizada”, comenta.

    Nos primeiros nove meses de 2018, o principal destino do calçado brasileiro foi a Argentina, para onde foram embarcados 9,4 milhões de pares que geraram US$ 115 milhões, altas de 13,2% em pares e de 16,4% em dólares no comparativo com período correspondente do ano passado.

    No mês nove, entrou no Brasil 2 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 28,6 milhões, números que são menores tanto em pares (-9%) quanto em receita (-22,8%) em relação ao mesmo mês do ano passado. Com isso, no acumulado foram importados pelo Brasil 21,8 milhões de pares por US$ 275,7 milhões, incrementos de 15,5% em volume e de 3,3% em valores no comparativo com mesmo ínterim de 2017. As principais origens das importações foram os países asiáticos: Vietnã (9,64 milhões de pares por US$ 154,5 milhões, altas de 15% e de 3,7%, respectivamente, na relação com igual período do ano passado); Indonésia (3 milhões de pares por US$ 49,78 milhões, quedas de 1,8% e de 3,4%); e China (6,8 milhões de pares e US$ 29,4 milhões, incrementos de 38,2% e de 19%).

    Em partes de calçados – cabedais, palmilhas, solas, saltos etc – as importações alcançaram US$ 39,2 milhões, 32% mais do que no mesmo período do ano passado. As principais origens foram China, Vietnã e Paraguai.

    Fonte: Assessoria de Imprensa da Abicalçados – Associação Brasileira das Indústrias de Calçados – Abicalçados

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  • Impacto da redução tarifária para calçados importados nos EUA

    1 outubro 2018
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    A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) esclareceu, em nota, o impacto de duas recentes medidas anunciadas pela Casa Branca.

    A primeira, anunciada no dia 13 de setembro e que entra em voga a partir de 13 de outubro, prevê a redução das tarifas de importação de produtos não fabricados nos Estados Unidos, entre os quais calçados. A medida terá um pequeno impacto nas exportações brasileiras do setor, já que beneficia todos os demais países, sem distinção de origem.

    A segunda medida entrou em vigor no dia 24 de setembro e é referente à uma lista de produtos, quando importados da China, na qual não consta calçados. Ou seja, não terá um impacto nas exportações chinesas de calçados para os Estados Unidos.

    Fonte: Assessoria de Imprensa da Abicalçados – Associação Brasileira das Indústrias de Calçados – Abicalçados

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  • China reduz tarifas de importação de 1.585 itens

    1 outubro 2018
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    O governo da China reduzirá tarifas de importação para 1.585 itens sujeitos a impostos a partir de 1º de novembro na busca por modernizar o parque industrial, o corte custos corporativos e atender à demanda nacional.

    A decisão foi tomada em uma reunião executiva do Conselho de Estado comanda pelo primeiro-ministro, Li Keqiang.

    A nova política seguirá uma série de cortes tarifários este ano, que economizarão 60 bilhões de yuans (US$ 8,7 bilhões) para as empresas e consumidores, segundo um comunicado divulgado depois do encontro.

    Com a nova medida, a taxa tarifária geral do país cairá para 7,5% ante os 9,8% em 2017.

    As taxas médias para os equipamentos mecânicos e elétricos, como máquinas de construção, que têm grande demanda, serão rebaixadas de 12,2% para 8,8%.

    Para os têxteis e materiais de construção, a taxa média cairá de 11,5% para 8,4%, enquanto para os produtos de recursos e itens primários, de 6,6% a 5,4%.

    Os cortes tarifários envolvem também os setores de cerâmica, aço e alguns produtos baseados em recursos e, principalmente, produtos processados. (Com informações da Xinhua, agência pública de notícias da China)

    Fonte: Agência Brasil

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  • Após meses de negociação, Canadá, EUA e México anunciam acordo para substituir o Nafta

    1 outubro 2018
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    O Canadá e os Estados Unidos anunciaram neste domingo, 30, um novo acordo comercial trilateral junto ao México depois de meses de negociação, que substituirá o Tratado Norte-Americano de Livre-Comércio (Nafta, na sigla em inglês). “Hoje, Canadá e EUA fecharam junto com México um novo e modernizado acordo comercial para o século 21: o EUA-México-Canadá (USMCA, na sigla em inglês)”, informaram em comunicado conjunto. “O USMCA dará aos trabalhadores, fazendeiros e comerciantes um acordo comercial de alta qualidade que resultará em mercados mais livres, comércio mais seguro e crescimento econômico mais robusto em nossa região”, segundo o texto.

    As informações estão na edição de hoje do jornal O Estado de S.Paulo.

    Fonte: O Estado de S.Paulo

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  • Entra em vigor novo conjunto de tarifas dos EUA para a China

    24 setembro 2018
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    Um novo conjunto de tarifas no valor de US$ 200 bilhões impostas pelos Estados Unidos para a China entrou em vigor nesta segunda-feira (24/09), ameaçando aumentar ainda mais a guerra comercial entre ambas as potências.

    Há uma semana, o então presidente dos EUA, Donald Trump, ordenou a imposição destas tarifas, de 10% no valor de US$ 200 bilhões a produtos chineses. Em represália às tarifas, a China também anunciou novas taxas entre 5% e 10% a partir de hoje para as exportações americanas no valor de US$ 60 bilhões de dólares, a fim de “defender os direitos legítimos e os interesses da economia chinesa”.

    Fonte: ESTADÃO.COM.BR

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