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Ministra defende parceria entre Brasil e Índia na produção de etanol
Leia mais...Data de publicação: 23/01/2020
A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) participou nesta quinta-feira (22), em Nova Déli (Índia), do Seminário sobre Oportunidades em Energia e Mineração. No evento, a ministra defendeu que a Índia, em parceria com o Brasil, amplie a produção e uso de etanol.A partir desta sexta-feira (24), a ministra integrará a delegação do presidente Jair Bolsonaro no país. Está prevista, no sábado (25), a assinatura de até 12 acordos comerciais. Um deles deve contemplar o setor de etanol.
Tereza Cristina destacou que Brasil e Índia são responsáveis por aproximadamente 55% da produção mundial de cana-de-açúcar e 35% da produção global de açúcar. No caso do etanol, o Brasil fabrica mais de 30 bilhões de litros, o segundo maior produtor do mundo, enquanto que a produção indiana foi de apenas 1,5 bilhão de litros em 2018.
“Nesse contexto, existe um enorme potencial de cooperação entre nossas nações. Um aumento na produção de etanol na Índia traria, além dos benefícios socioeconômicos já observados, grandes ganhos ambientais”, disse.
Segundo a ministra, o aumento da fabricação de etanol pela Índia ajudará na regulação do preço do açúcar no mercado mundial, que está em queda.
“A possibilidade de cooperação com a Índia servirá para apoiar a criação do mercado mundial de etanol. Do ponto de vista da Índia, podemos mencionar a redução da poluição nas grandes cidades, maior suprimento de energia renovável e a redução da dependência das importações de petróleo”.
Participaram do encontro o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque; o embaixador do Brasil na Índia, André Aranha Correa do Lago; e o ministro de Estado da Índia, R. K Singh.
Segurança alimentar
Tereza Cristina esteve também no encerramento do Encontro Empresarial sobre Complementariedade e Parceria em Segurança Alimentar, que reuniu representantes do Fórum dos Importadores de Alimentos da Índia e da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).
Estimativas das Nações Unidas apontam que a Índia deve se tornar o país mais populoso do mundo até 2030, ultrapassando a China. Diante desta projeção, a ministra destacou que o Brasil tem condições de ser o principal fornecedor de proteína animal para os indianos.
Em 2019, foi registrado o primeiro embarque de frango brasileiro para o país asiático. No total, 33 toneladas da carne foram exportadas para a Índia no ano passado. Esse mercado, conforme a ministra, deve crescer a uma taxa média de 7% ao ano, porém o aumento das exportações brasileiras depende da redução das taxas de importação.
“Para que nossa parceria estratégica em carne de frango possa se firmar, é fundamental a redução das tarifas de importação. No caso do frango inteiro congelado, o percentual aplicado pela Índia às importações de produto brasileiro é de 30%, enquanto para os cortes congelados a tarifa atinge o patamar de 100%. Em relação à carne suína, o mercado indiano foi recentemente aberto, ainda que não se tenha efetivado qualquer venda até o presente momento, muito em função da tarifa de importação de 30%. Vale ressaltar que, para ambas as proteínas, o complexo sistema de emissão de licenças de importação ainda torna o processo demasiado moroso e custoso”, afirmou.
Tereza Cristina reuniu-se hoje ainda com os ministros da Agricultura e Bem-Estar dos Agricultores, Narendra Singh Tomar, e de Abastecimento, Alimentos e Distribuição Pública, Ram Vilas Paswan.
Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Mapa
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Fluxo mundial de investimentos tem recuo
Leia mais...O fluxo mundial de investimentos estrangeiros diretos (IED) movimentou US$ 1,39 trilhão em 2019, ante US$ 1,41 trilhão em 2018, um pequeno recuo de 1%. As informações foram dadas pela Conferência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento (Unctad).
Tal queda ocorreu num cenário de fraco desempenho macroeconômico mundial e incertezas políticas para os investidores. O Brasil atraiu US$ 75 bilhões em IED em 2019, tendo um avanço de 26% em relação a 2018, e isso é resultado do início do programa de privatizações.
Expansão marginal
Neste ano, a Unctad espera uma evolução moderada do fluxo global de IED, frente a expectativas de crescimento da economia internacional, da formação bruta de capital fixo e do comércio.
Fonte: Agência Anba – Anba
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Custo Brasil dá o tom na abertura da Couromoda
Leia mais...A urgente redução do Custo Brasil, que inclui tributação elevada, problemas logísticos, máquina estatal inchada e burocrática, foi um dos temas principais da abertura oficial da Couromoda, feira calçadista que acontece no Expo Center Norte, em São Paulo/SP, entre os dias 13 e 15 de janeiro. As lideranças calçadistas foram unânimes em reconhecer o momento de retomada da economia brasileira, mas também em apontar os danos causados pelo alto custo de se produzir no Brasil.
“Hoje, segundo o próprio Governo Federal, o Custo Brasil absorve mais de 20% do PIB brasileiro”, destacou o presidente do Conselho Deliberativo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Caetano Bianco Neto.
Ressaltando a importância da redução do imposto estadual para tornar o calçado paulista mais competitivo, o governador João Dória destacou o crescimento histórico do PIB paulista, que deve ser de 2,6% em 2019, mais do que o dobro do crescimento nacional. “Em 2020, a nossa meta é crescer 3,5%, tudo isso apostando em eficiência, inovando em todas as áreas e reduzindo custos de produção”, frisou.
Fonte: Assessoria de Imprensa da Abicalçados – Associação Brasileira das Indústrias de Calçados – Abicalçados
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Alinhamento e agronegócio
Leia mais...Data de publicação:09/01/2020
A coluna Notas & Informações, publicada na edição de hoje do jornal O Estado de S.Paulo, analisa que mais uma grande safra de dólares será colhida em 2020 pelo agronegócio, setor de maior sucesso no comércio exterior, se nenhum desastre natural ou político atrapalhar as exportações. O risco político, o mais temível neste momento, está situado em Brasília, mais precisamente, na Presidência da República e nos Ministérios de Relações Exteriores e do Meio Ambiente. Nomes conhecidos e respeitados nas áreas da política agrícola, da pesquisa agropecuária e do agronegócio, incluído o ex-ministro Alysson Paulinelli, pedem ao governo muito cuidado em relação à crise até agora protagonizada pelos governos dos Estados Unidos e do Irã. O Oriente Médio é um grande parceiro do Brasil no comércio de alimentos, lembrou Paulinelli. “Temos muitos interesses lá.” Advertências como essa foram publicadas ontem pelo Estado. No mesmo dia o governo anunciou a expectativa de um novo recorde na produção de grãos e oleaginosas – itens como soja, milho, algodão, arroz, feijão e trigo.Fonte: O Estado de S.Paulo
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Nova regra da IMO gera aumento de custos às empresas de transporte marítimo
Leia mais...Data de publicação: 09/01/2020
A nova regra da IMO, que obriga os navios a utilizarem combustíveis com teor de enxofre de no máximo 0,5%, contra o limite anterior de 3,5%, já leva empresas de transporte marítimo – inclusive as de cabotagem – a registrarem um aumento em seus custos.Os gastos com combustíveis já saltaram 50% no Brasil.
Fonte: A Tribuna
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Tunísia aumenta exportação de frutas
Leia mais...Data de publicação: 06/01/2020
A Tunísia exportou 49 mil toneladas de frutas em 2019, o que significa um aumento de 36% sobre 2018. A Líbia foi o principal destino destas exportações, seguida da Itália.
A TAP destacou que as frutas tunisianas chegaram a novos mercados em 2019, como Polônia e Costa do Marfim.
Fonte: Agência Anba – Anba
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Cresce utilização de contêineres em exportações do agronegócio no Porto de Santos
Leia mais...Data de publicação: 03/01/2020
O Porto de Santos movimentou, entre janeiro e novembro do ano passado, 2,3 milhões de TEU (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés). O volume representa uma queda de 1% em relação às operações do mesmo período do ano passado. Porém, há um crescimento na utilização de caixas metálicas para o transporte de commodities ao mercado internacional.
Cargas como farelo de soja, milho, celulose e sucos cítricos, que antes eram embarcadas exclusivamente a granel, agora vem sendo mais transportadas em caixas metálicas. Segundo a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), a estatal que administra o Porto de Santos, a movimentação de cargas conteinerizadas deve ser favorecida pelo maior dinamismo da atividade econômica interna e global.
Fonte: A Tribuna
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Draga holandesa começa a recuperar berços do cais santista nesta sexta-feira
Leia mais...A draga Geopotes 15 chegará nesta sexta-feira (20) ao Porto de Santos. A embarcação foi deslocada do Porto de Itajaí (SC) e será responsável pela dragagem do cais santista.
Os serviços são executados pela Van Oord Operações Marítimas, contratada pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), do Ministério da Infraestrutura. A empresa holandesa utilizará as duas embarcações no serviço.
Apesar de não ter sido a contratante do serviço, a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp, a Autoridade Portuária de Santos) informou que essa obra irá “estabelecer melhores condições de operacionalidade nos berços da Ilha bem como nos da Alemoa”.
Fonte: A Tribuna
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Porto de Santos se reestrutura de olho em privatização
Leia mais...Segundo noticiado pelo O Estado de S.Paulo, envolvido numa série de escândalo nos últimos anos, o maior complexo portuário da América Latina – o Porto de Santos – passa por uma ampla reestruturação de olho no processo de privatização. Desde o início do ano, a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), agora chamada de Santos Port Authority (SPA), tem feito várias mudanças para reduzir custos e elevar receitas. As iniciativas vão de corte de pessoal, limitação de algumas regalias e revisão de contratos do porto.
Fonte: O Estado de S.Paulo
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Para calçadistas, fim da tarifa de importação será desastrosa sem redução do Custo Brasil
Leia mais...A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) participou da primeira reunião da Frente Parlamentar Mista de Defesa do Setor Coureiro-calçadista. O encontro ocorreu no Ministério da Economia, em Brasília.
Na ocasião, o presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, entregou um documento em que relata o potencial prejuízo da indústria calçadista diante de uma possível abertura comercial, em virtude da redução da tarifa de importação para países de fora do Mercosul (TEC). “A Abicalçados não é contrária, de forma alguma, ao livre comércio. A questão é que, sem a redução do nosso custo de produção, estaríamos vulneráveis à concorrência de países asiáticos que têm um custo muito reduzido. Seria um desastre para a indústria nacional em geral, no especial a de calçados, que tem sofrido com a concorrência de países asiáticos mesmo com a imposição de tarifas de defesa comercial”, alerta.
Segundo o dirigente, uma abertura comercial sem redução dos custos elevados de produção eliminaria, rapidamente, milhares de empregos no setor calçadista.
Atualmente, o parque industrial calçadista possui mais de 6 mil empresas, que produzem cerca de 950 milhões de pares por ano, gerando divisas de mais de R$ 20 bilhões. Os empregos diretos ultrapassam 280 mil postos. O setor também tem papel importante nas exportações de calçados, embora a maior parte da produção fique no mercado doméstico. “Hoje exportamos 12% da nossa produção (em torno de 110 milhões de pares), número que seria muito mais elevado se não estivéssemos exportando o Custo Brasil”, completa Ferreira.
Fonte: Assessoria de Imprensa da Abicalçados – Associação Brasileira das Indústrias de Calçados – Abicalçados
