• EUA e China chegaram a um possível acordo “em princípio”

    13 dezembro 2019
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    O presidente americano, Donald Trump, concordou nesta quinta-feira (12/12) com um “acordo comercial em princípio” com Pequim, acordo este que reverteria as tarifas já impostas sobre bilhões de dólares em produtos importados da China e cancelaria as novas taxas que entrariam em vigor no domingo (15/12). Em troca, a China aumentaria as compras de produtos agrícolas dos Estados Unidos e abriria outras concessões, segundo pessoas familiarizadas com as negociações.

    No início da tarde, a agência de notícias Bloomberg anunciou que um acordo já teria sido assinado para resolver a guerra comercial que teve início em março de 2018.

    Fonte: ESTADÃO.COM.BR

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  • Arábia Saudita perde liderança na importação de frango

    13 dezembro 2019
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    Data de publicação: 12/12/2019
    A Arábia Saudita perdeu o posto para a China, devido à peste suína que gerou uma crise de abastecimento em países asiáticos. Em volume, o reino saudita comprou de janeiro a novembro 429 mil toneladas do Brasil, uma queda de 1% em relação a igual período de 2018. Os embarques para a China foram de 513 mil toneladas, alta de 28% na mesma comparação.

    Em quarto lugar nas exportações de frango estão os Emirados Árabes Unidos, com 316 mil toneladas, alta de 12%, pelo fato de o país estar assumindo uma posição de centro de distribuição de produtos para a região do Golfo. A brasileira BRF, dona das marcas Sadia e Perdigão, tem uma fábrica em Abu Dhabi. O Kuwait aparece na nona posição, com queda de 7%, para 104 mil toneladas.

    Parte dos embarques de frango que até 2018 seguia para a Arábia Saudita agora encontra destino em outros mercados, como Emirados, Iêmen, Catar, Iraque, Omã e Bahrein, além de mercados menos expressivos como o Afeganistão, que dobraram suas importações este ano, segundo a ABPA.

    Fonte: Agência Anba – Anba

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  • Após ameaça de taxar o Brasil, Planalto descarta novas ações de Trump

    9 dezembro 2019
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    Donald Trump anunciou o restabelecimento de tarifas ao aço e alumínio produzidos pelo Brasil. Entre os principais produtos exportados para os EUA estão ainda aviões, celulose, gasolina e máquinas de terraplenagem.

    Recentemente, a China elevou as compras de carne do Brasil e também de outros países, como Argentina, Paraguai e Uruguai. O movimento tem como objetivo suprir a demanda no país asiático, após um surto de peste suína na região.

    A eleição presidencial nos EUA no próximo ano já colocou o Brasil como um dos possíveis alvos da guerra comercial travada pelo presidente Donald Trump com outros países. Mais do que influenciar a balança comercial entre os dois países, o movimento de Trump busca atrair o eleitor de Estados-chave.

    Fonte: ESTADÃO.COM.BR

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  • País pode bater recorde na exportação agrícola

    9 dezembro 2019
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    Data de publicação:08/12/2019

    As exportações, puxadas pelo aumento expressivo das vendas de milho, algodão e carne, devem atingir as 200 milhões de toneladas, um crescimento de mais de 5% em relação a 2018. Em dez anos, o crescimento das exportações supera os 70%.

    A cada ano, o agronegócio se consolida como um dos principais pilares da economia brasileira. Apoiado em muita pesquisa e tecnologia, o setor tem conseguido elevar de forma consistente sua produtividade e ganhar mercado mundo afora, o que não acontece com outros segmentos. Dados da consultoria MB Agro mostram bem isso: na safra 2008/09, a produção brasileira foi de 135 milhões de toneladas de grãos, para uma área plantada de 42,79 milhões de hectares.

    Segundo João Martins, presidente da Confederação Nacional da Agricultura, o setor vive um momento favorável e as perspectivas para 2020 também são positivas. A produção recorde de grãos deste ano, de mais de 240 milhões de toneladas, deve subir mais no ano que vem – a projeção inicial da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) é de aumento de 6,4%. Atualmente, o Brasil é o terceiro maior produtor agrícola mundial, atrás de União Europeia e Estados Unidos e à frente da China.

    Fonte: Diário do Comércio e Indústria – DCI

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  • Investida da China aumenta preço da carne bovina exportada

    6 dezembro 2019
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    Desde que a China habilitou mais frigoríficos brasileiros a exportar carne bovina para o país, não é só no mercado interno que os preços do produto subiram. A alta também foi registrada no preço pago pela carne exportada em geral.

    Em novembro de 2019, os embarques brasileiros de carne bovina in natura somaram US$ 755,8 milhões, 45% a mais do que no mesmo mês do ano passado.

    As vendas aos chineses, no entanto, não devem afetar a entrega do produto brasileiro para outros mercados importantes, como Egito, Emirados e Arábia Saudita.

    Fonte: Agência Anba – Anba

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  • Mercosul fecha sete acordos em cúpula no Rio Grande do Sul

    6 dezembro 2019
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    Os países do Mercosul (Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai) assinaram uma série de acordos nos dois dias da cúpula de chefes de Estado encerrada na última quinta-feira (05/11), no Rio Grande do Sul.

    Entre os acordos, estão o de livre-comércio no setor automotivo com o Paraguai e duas ações para facilitar a vida de quem vive na fronteira. O bloco também anunciou acordo sobre Reconhecimento Recíproco de Assinaturas Digitais, assim, a assinatura digital de uma pessoa será reconhecida automaticamente em todos os países do bloco para conferir validade jurídica em contratos, transações financeiras e notas fiscais eletrônicas.

    Fonte: ESTADÃO.COM.BR

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  • Registro de DI com informação de Registro de Operação Financeira

    2 dezembro 2019
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    A Notícia Siscomex-Importação 0067, de 02/12/2019, informa que a partir da data de sua publicação, quando obrigatória a informação ROF e/ou nome da Instituição Financeira na DI, tais dados devem constar apenas do campo “Informações Complementares”, não devendo ser inseridos em qualquer outro campo da DI.

    Fonte: Siscomex

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  • Reconstrução da economia é aposta no mercado de importação

    2 dezembro 2019
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    Data de publicação:01/12/2019
    O crescimento de 11% nas importações entre agosto e setembro impulsionou as expectativas para o comércio exterior neste ano. Segundo a Maersk, líder mundial no transporte de contêineres, as boas estimativas se devem ao salto de 16% nas importações de produtos asiáticos antes do Natal. Para o próximo ano, embarques e desembarques devem crescer 4% e 5%, respectivamente.

    “O cenário claramente permanece confuso e ainda estamos longe dos volumes de importações de 2014, mas vemos 2020 como um ano de reconstrução econômica antes que o Brasil realmente comece a crescer novamente em 2021″, afirma o gerente de Produto da Maersk para a Costa Leste da América do Sul, Matias Concha.

    Esses resultados são esperados com base nos sinais de retomada do consumo brasileiro, principalmente no setor de eletrodomésticos e eletrônicos.

    Fonte: A Tribuna

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  • Ministra afirma que preço da carne não vai cair

    29 novembro 2019
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    O preço da arroba do boi gordo não vai mais retornar ao patamar anterior, de acordo com a ministra da Agricultura, Tereza Cristina. Ela afirma que a alta das exportações para a China teve forte impacto na valorização da carne – o que também ajudou a puxar o aumento teria sido a falta de reajuste nos preços nos anos anteriores. Em contrapartida, ela teria dito que o preço voltaria ao normal em poucos meses.

    Algumas redes de supermercados têm afirmado que a exportação de carne está limitando a oferta da proteína no País, além de inflacionar o produto.

    O Ministério da Agricultura afirmou que está acompanhando de perto a situação e acredita que o mercado “vai encontrar o equilíbrio”.

    Fonte: Diário do Comércio e Indústria – DCI

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  • Balança comercial passa a ter superávit em novembro

    29 novembro 2019
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    Data de publicação:28/11/2019
    O Ministério da Economia informou na última quinta-feira, 28, que o saldo da balança comercial no acumulado de novembro, antes deficitário, estava errado e que, na realidade, foi registrado um superávit de US$ 2,717 bilhões.

    Com a mudança do resultado das exportações de novembro, também foi alterado o saldo comercial informado para o acumulado de todo ano de 2019. No início dessa semana, o governo havia informado que a balança comercial registrou superávit de US$ 33,822 bilhões nesse período.

    Alta do dólar

    A piora no resultado da balança comercial, e seu impacto nas contas externas, é um dos fatores apontados por analistas para a alta da moeda norte-americana. Na parcial até outubro, devido aos fracos resultados da balança comercial, as contas externas do Brasil registraram déficit de US$ 45,657 bilhões.

    Fonte: ESTADÃO.COM.BR

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