• Exportações de carne de frango crescem 10% em fevereiro

    6 março 2020
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    As exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 348,4 mil toneladas em fevereiro, segundo informação da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número é 10% superior aos embarques efetivados no segundo mês do ano passado, quando foram exportadas 316,7 mil toneladas.

    As exportações de fevereiro geraram receita de US$ 553,8 milhões, resultado 5,2% maior em relação aos US$ 526,4 milhões realizadas no mesmo período de 2019.

    Nos dois primeiros meses do ano, o volume embarcado alcançou 672,2 mil toneladas, número 12,3% maior em relação ao efetivado no primeiro bimestre de 2019. Em receita, a alta chega a 10,5%, com US$ 1,082 bilhão em 2020.

    Fonte: ABPA

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  • Guedes não vê nada de errado com o câmbio

    6 março 2020
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    O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou ontem que o câmbio é flutuante e que não há “nada de errado” com a cotação da moeda americana, que chegou a R$ 4,66 durante o pregão de ontem e fechou valendo R$ 4,65. No ano, a moeda dos EUA acumula alta de quase 15,95%. “A flutuação do câmbio está num nível mais alto”, disse.

    O ministro afirmou que “isso (a alta do dólar) era perfeitamente previsível”. Em seguida, ensaiou uma lista de explicações. “Tem o coronavírus, a desaceleração global, incertezas… O que vocês (imprensa) estavam dizendo há um ou dois dias? Que está um caos, que o presidente não se entende com o Congresso, que não está havendo coordenação política, toda hora tem uma bomba… Se está havendo todo esse frisson, o dólar sobe um pouco.”

    As informações estão na edição de hoje do jornal O Estado de S. Paulo .

    Fonte: O Estado de S.Paulo

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  • Transporte aéreo perde espaço nas exportações e importações do País

    2 março 2020
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    Data de publicação: 01/03/2020
    A via pela qual o Brasil exporta e importa os produtos mais caros vem perdendo participação no comércio exterior. A fatia do setor aéreo nos envios e compras de bens de outros países caiu nos últimos anos. Tal queda é reflexo do aumento nas exportações de produtos básicos, como os agrícolas, que são exportados principalmente por via marítima, mas também do recuo na venda de bens industriais. Um estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que o porcentual transportado por aviões passou de 18,7% em 2000 para 11,1% em 2018.

    O avanço do coronavírus é um novo fator que, segundo os especialistas, pode agravar essa situação. A doença, que já ameaça o transporte aéreo de passageiros, pode levar à redução no comércio mundial e prejudicar os embarques de produtos de maior valor agregado.

    A redução da participação do modal aéreo é resultado da desaceleração de importações por via aérea e, principalmente, da alta expressiva das exportações por via marítima. Entre 2008 e 2018, as vendas de produtos básicos cresceram 63%, enquanto as exportações de manufaturados recuaram 6,4%. Apesar da participação do modal aéreo ter caído, o volume exportado em aviões aumentou nos últimos anos, passando de 368 mil toneladas em 2000 para 832 mil toneladas em 2018.

    O aumento nos embarques aéreos vai além de estimular a produção e exportação de produtos de maior valor. A CNI preparou um documento que será encaminhado a autoridades com sugestões para a melhoria da infraestrutura.

    Em 2018, os principais produtos exportados por via aérea foram reatores nucleares, caldeiras, máquinas, pérolas e pedras preciosas, aparelhos espaciais, materiais elétricos, aparelhos ópticos e de fotografia. O principal parceiro comercial do Brasil por via aérea são os Estados Unidos, que receberam 34,6% das vendas por avião em 2018 e 17,6% das importações em 2018.

    Fonte: ESTADÃO.COM.BR

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  • Autoridades portuárias vão conhecer modelos de plataforma na Europa

    28 fevereiro 2020
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    Os portos de Felixstowe e Southampton, no Reino Unido, e de Hamburgo, na Alemanha, serão os cenários de uma visita técnica a ser realizada como parte do projeto Sistemas Comunitários Portuários (Port Community Systems, no nome original em inglês). A agenda começa nesta sexta-feira (28) e vai até o próximo dia 6.

    Santos está entre os quatro portos brasileiros que vão participar da construção de um Port Community System (PCS). O projeto é viabilizado pelo Prosperity Fund, fundo de investimento britânico para países em desenvolvimento.

    A visita técnica terá a participação do diretor-presidente da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), Casemiro Tércio Carvalho. Também estarão na comitiva mais representantes da Autoridade Portuária e os presidentes dos portos de Suape (PE), Leonardo Cerquinho, e de Paranaguá (PR), Luiz Fernando Garcia e Silva.

    O plano prevê a integração de sistemas de controle do comércio exterior (federais) e de informações existentes em uma única plataforma, o PCS.

    As informações estão na edição de hoje do jornal A Tribuna.

    Fonte: A Tribuna

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  • Ministérios debatem medidas para fortalecer a criação de camarões no País

    28 fevereiro 2020
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    Data de publicação: 27/02/2020
    A ministra Tereza Cristina, da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), se reuniu nesta quinta-feira (27/02) com o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, para discutir medidas de fortalecimento da atividade da carcinicultura no país, que é atividade de cultivo de camarões. Representantes do setor que participaram da reunião solicitaram a autorização para importação de matrizes de camarões livres ou resistentes a doenças.

    O objetivo do pedido, segundo o presidente da Associação Brasileira de Criadores de Camarão (ABCC), Itamar Rocha, é alavancar a atividade no Brasil, que tem um grande potencial para crescer, principalmente na Região Nordeste, onde há maior concentração de produtores, representando mais de 95% da atividade. “Temos um produto nobre, mas precisamos realizar investimentos em genética de qualidade. Assim, teremos um produto ainda mais competitivo no mercado interno e externo”, afirmou.

    A ministra Tereza Cristina destacou a importância social e econômica do setor para o Brasil. Atualmente, cerca de 70% são empreendimentos de micro e pequeno porte, 25% são médios e 5%, grandes. Também participaram da reunião os secretários de Aquicultura e Pesca, Jorge Seif Jr., e de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação, Fernando Camargo.

    Consulta pública

    A ministra lembrou que o Mapa finalizou recentemente uma consulta pública sobre a minuta do texto da análise de risco de importação de camarões não viáveis (limpos, eviscerados, sem casca e sem cabeça) destinados ao consumo humano. O objetivo foi estimar os riscos de introdução e disseminação de doenças de camarão no território nacional a partir da importação de camarões limpos destinados ao consumo humano. A análise tem caráter genérico, ou seja, as conclusões se aplicam ao produto originado de qualquer país exportador.

    Foram analisados 44 agentes patogênicos apontados como perigos potenciais para a carcinicultura nacional. Seis foram retidos para a avaliação de risco e os outros 38 não foram considerados perigosos, tendo em vista já terem sido reportados no Brasil, ou porque não foram encontradas evidências científicas que permitissem enquadrar o agente patogênico como um perigo. A fase agora é de análise das sugestões apresentadas durante o processo de consulta pública, que finalizou no dia 14 de fevereiro.

    Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Mapa

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  • Micam Milano surpreende e gera quase US$ 40 mi para calçadistas

    21 fevereiro 2020
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    Data de publicação: 21/02/2020
    Apesar do clima de incerteza gerado pelo coronavírus, a Micam Milano superou as expectativas da delegação brasileira que desembarcou em Milão, na Itália. As 76 marcas nacionais que participaram da mostra milanesa entre os dias 16 e 19 de fevereiro partiram para o Brasil com negócios na ordem de US$ 38,2 milhões – somados os pedidos fechados in loco e os negócios alinhavados durante o evento -, resultado 60% superior ao registrado na edição de fevereiro de 2019. A participação foi promovida pelo Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados mantido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

    Fonte: Assessoria de Imprensa da Abicalçados – Associação Brasileira das Indústrias de Calçados – Abicalçados

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  • Brasil exportou 1,2 mil toneladas em genética avícola

    21 fevereiro 2020
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    Data de publicação: 20/02/2020
    O Brasil exportou 1,19 mil toneladas em ovos férteis e material genético avícola em janeiro, segundo dados informações dadas pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

    O recuo na exportação está relacionado ao aumento da demanda interna por genética avícola voltada para a produção de carne.

    O País exportou 1,12 mil toneladas em ovos férteis em janeiro, com queda de 38% sobre igual período em 2018. As exportações de material genético somaram 73 toneladas no mês passado, gerando recuo de 16%.

    Fonte: Agência Anba – Anba

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  • Exportações dos Cafés do Brasil geram US$ 438 milhões de receita cambial em janeiro de 2020

    17 fevereiro 2020
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    As exportações dos Cafés do Brasil, apenas no mês de janeiro de 2020, atingiram um total de 3,2 milhões de sacas de 60kg, das quais 2,7 milhões foram de café arábica, 315,3 mil de café solúvel e 223,8 mil de café conilon. Ao comparar esses números com a performance das exportações de janeiro de 2019 é possível verificar uma queda de 12,8% no volume exportado de café arábica. Em contrapartida, houve um aumento expressivo de 48,6% de café conilon e de 28,9% de café solúvel.

    A receita cambial gerada com as exportações dos Cafés do Brasil, no primeiro mês de 2020, foi de US$ 438,1 milhões, o que representa um aumento de 5,6%, se comparado com janeiro de 2019. O café da espécie arábica que foi exportado com o valor médio de US$ 138,60 por saca, obteve uma receita de US$ 371,54 milhões. E o café conilon, cujo preço médio da saca foi de US$ 83,16, contribuiu com US$ 18,61 milhões, enquanto que o café solúvel gerou US$ 47,63 milhões de receita cambial, com o preço médio da saca de US$ 151,1.

    Os números constam do relatório mensal do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé).

    Fonte: Assessoria de imprensa Embrapa Café

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  • Novo PDZ indica maior capacidade operacional no Porto de Santos

    17 fevereiro 2020
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    Data de publicação: 16/02/2020
    A adoção de novas regras para a exploração do Porto de Santos e a implantação de mais terminais vão permitir que o complexo marítimo amplie sensivelmente sua capacidade operacional. No caso dos contêineres, o aumento seria de 64,15% nos próximos dez anos e, em relação à celulose, de 46,47% até 2024. Essas projeções integram os estudos da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp, a Autoridade Portuária de Santos) para a elaboração do novo Plano de Desenvolvimento e Zoneamento (PDZ) do cais santista e são apontadas como resultados das mudanças que vão ocorrer no Porto, se a próxima versão do estudo for oficializada.

    Fonte: A Tribuna

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  • Cresce a demanda árabe por café: avanço está acima da média

    14 fevereiro 2020
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    Data de publicação:13/02/2020
    A demanda do Oriente Médio e dos árabes por café brasileiro tem crescido acima da média global, segundo o presidente da Cooperativa dos Cafeicultores de Guaxupé (Cooxupé), Carlos Augusto Rodrigues de Melo, durante o segundo dia da Feira de Máquinas, Implementos e Insumos Agrícolas (Femagri), organizada pela Cooxupé.

    A cooperativa é a maior do setor de café no Brasil, respondendo por cerca de 14% do grão da espécie arábica produzido no País. Em 2019, a cooperativa exportou 95% mais café para o Oriente Médio, com 232,38 mil sacas de 60 kg do produto.

    Somando todas as exportações brasileiras no ano passado, o bloco de países árabes também comprou mais. Foi 1,78 milhão de sacas de 60 kg, aumento de 4,9% em relação a 2018, segundo dados do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé).

    Para 2020, a Cooxupé projeta a safra brasileira em 62 milhões de sacas de 60 kg de café. Deste total, a cooperativa espera receber 6,8 milhões de sacas.

    Fonte: Agência Anba – Anba

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