• Bolsas da Ásia e Europa despencam

    23 março 2020
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    O dólar abriu as negociações desta segunda-feira (23/03) com uma alta de cerca de 1%, em meio ao cenário difícil dos mercados financeiros no mundo inteiro.

    As Bolsas de Ásia e Europa, após terem tido uma boa recuperação na última sexta-feira, despencaram nesta hoje. Tode este cenário se dá por conta das incertezas em relação ao novo coronavírus nas economias globais, à medida que governos fecham suas fronteiras, restringem comércios e reduzem a circulação de pessoas para tentar conter a disseminação.

    Ao redor do mundo

    Com tantas incertezas a respeito do futuro ecônomico mundial, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tenta passar no Senado americando medida que deve injetar cerca de US$ 1,5 trilhão na economia, mas, na noite de último domingo (22/03) não houve acordo. Assim, as Bolsas da Ásia fecharam em queda generalizada. A única exceção foi o Japão, que não teve negociações sexta-feira (20/03).

    Em casa

    No Brasil, ainda há fatores locais, que devem impactar nos ajustes dos ativos financeiros. Os principais itens são: ambiente político-fiscal frágil, o IPCA-15 e o Relatório Trimestral de Inflação, além da ata do Copom, com decisão sobre redução da Selic, a 3,75%. O presidente Jair Bolsonaro, na noite de ontem, editou Medida Provisória que permite que contratos de trabalho e salários sejam suspensos por até quatro meses durante o período esse período de calamidade, que vai até o dia 31 de dezembro do presente ano.

    Fonte: ESTADÃO.COM.BR

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  • Brasil exporta mais semimanufaturados aos árabes

    20 março 2020
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    O Brasil aumentou em 19,9% as suas exportações de produtos semimanufaturados aos países árabes nos primeiros dois meses deste ano. Informações foram dadas pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

    No geral, o Brasil registrou queda geral de 17,2% nas exportações para o mercado árabe no primeiro bimestre.

    As exportações de produtos básicos do Brasil para os árabes recuaram 25% no primeiro bimestre sobre o mesmo período de 2019 e as de manufaturados caíram 23,3% na mesma comparação. Mas o saldo da balança comercial do Brasil com países árabes cresceu 28%. Isso porque apesar da menor exportação, houve queda maior na importação de produtos árabes pelo Brasil, de 43,2%.

    Houve grande influência do petróleo, já que o País importou quantidade menor de petróleo árabe. Apesar dos movimentos de baixa, como bloco o mercado árabe se manteve como o terceiro principal destino das exportações brasileiras no primeiro bimestre de 2020.

    Fonte: Agência Anba – Anba

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  • Ministério da Agricultura tenta manter exportação com países vizinhos

    20 março 2020
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    A decisão tomada na última quinta-feira (19/03), pelo governo brasileiro, de fechar as fronteiras terrestres do País com seus vizinhos latinos gerou um enorme efeito colateral para a entrada e saída de alimentos entre os países.

    O fechamento engloba Argentina, Bolívia, Colômbia, Guiana Francesa, Guiana, Paraguai, Peru e Suriname. Embora a medida não tenha o propósito de afetar o transporte de cargas – o objetivo é restringir a entrada de estrangeiros oriundos desses países -, é enorme a preocupação do Ministério sobre os desdobramentos dessa restrição.

    Teresa Cristina admitiu que, por enquanto, não há uma solução clara para o problema, mas a postura de todos é não atrapalhar a entrada e saída de insumos básicos e necessários para todos. Segundo o Ministério da Justiça, o fechamento vale para fronteiras físicas, terrestres. O governo vai editar uma portaria específica em relação às fronteiras terrestres com o Uruguai, que ficaram de fora das restrições anunciadas.

    Uma reunião sobre o assunto está marcada para a próxima segunda-feira (23/03).

    Fonte: ESTADÃO.COM.BR

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  • Golfo tem nova exigência para armazenagem de produtos halal

    16 março 2020
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    Os países do Golfo vão exigir a partir de maio que uma nova norma seja seguida por exportações de produto halal, próprios para consumo de muçulmanos. Através da GCC Accreditation Center (GAC) e da Emirates Authority for Standardization and Metrology (Esma), a nova categoria J de certificação foi inserida entre os requisitos para armazéns e câmaras frias brasileiras por onde carnes bovina e de frango passarem após o abate.

    As empresas explicam que até janeiro ainda não havia certificadoras no Brasil credenciadas na nova categoria, por isso o setor requisitou que a regra passasse a valer apenas a partir de maio. Ainda em fevereiro, tanto a Fambras quanto a Siil Halal receberam auditorias da GAC, que por ser parceira da Esma, habilita certificadoras para ambas as instituições. Agora, a Siil halal já está credenciada na categoria J e a Fambras deve ter seu processo concluído ainda em março.

    Fonte: Agência Anba – Anba

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  • Países Árabes: Brasil pode ampliar relações comerciais com o bloco

    13 março 2020
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    A Federação das Associações Muçulmanas do Brasil (FAMBRAS) apoiou a criação do Grupo Parlamentar Brasil Países Árabes, instituído oficialmente no início de março, em Brasília, com a proposta de ampliar as relações comerciais entre o Brasil e os 22 países árabes.

    Dados da Câmara de Comércio Árabe-Brasileira mostram que o Brasil é o terceiro maior parceiro comercial dos países árabes, atrás apenas da China e dos Estados Unidos. No ano passado, o bloco comprou mais de US$ 12,2 bilhões de produtos brasileiros, uma alta de 6,3% em relação a 2018. A pauta de exportações foi liderada por frango, açúcar, minério de ferro, carne bovina e grãos.

    Para a FAMBRAS, o governo brasileiro precisa olhar de maneira especial para o bloco de países não só para aumentar os volumes de exportação como manter os empregos existentes, criados para atender a esta demanda.

    Fonte: Assessoria de imprensa FAMBRAS

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  • Comércio de não petrolíferos em Abu Dhabi chega a US$ 58 bi

    13 março 2020
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    Data de atualização: 13/03/2020
    O comércio de mercadorias não petrolíferas pelos portos de Abu Dhabi, capital dos Emirados Árabes Unidos, registrou queda de 5,4% e totalizou US$ 58,08 bilhões em 2019, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (12/03) pelo Centro de Estatísticas do emirado.

    Os números mostram uma queda de 9,2% nas importações e de 10,1% nas exportações. Os manufaturados lideraram a lista das mercadorias mais exportadas, somando US$ 12,25 bilhões. As exportações do setor de alimentos e bebidas totalizaram US$ 1,63 bilhão, e os bens de consumo, US$ 933,9 milhões.

    O comércio total aumentou 2,2% em dezembro de 2019 em relação ao mesmo mês de 2018, impulsionado pelo crescimento das reexportações e exportações em 6,5% e 4,2%, respectivamente, enquanto o valor das importações caiu 1,3% no mesmo período.

    A Arábia Saudita está no topo das parcerias comerciais de Abu Dhabi, com um montante total de comércio com o emirado de US$ 15,06 bilhões.

    Fonte: Agência Anba – Anba

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  • Coronavírus já afeta 70% das empresas do setor eletroeletrônico

    13 março 2020
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    Data de publicação: 12/03/2020
    A terceira sondagem realizada pela Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) sobre o impacto do coronavírus na produção do setor eletroeletrônico apontou que 70% das entrevistadas já apresentam problemas no recebimento de materiais, componentes e insumos provenientes da China. Na primeira pesquisa (5 de fevereiro), o número de empresas com problemas era de 52%, e, na segunda sondagem (20 de fevereiro), 57% das consultadas apontavam impacto negativo.

    A situação de desabastecimento é observada principalmente entre os fabricantes de produtos de Tecnologia da Informação (celulares, computadores, entre outros). A pesquisa contou com a participação de 50 indústrias das diversas áreas do setor eletroeletrônico.

    Fonte: Assessoria de Imprensa da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica – Abinee

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  • Camex dispõe sobre Incoterms® 2020

    9 março 2020
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    Entre os assuntos das Deliberações da 167ª Reunião do Comitê Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior. de 11/02/2020, foi aprovada a incorporação ao ordenamento jurídico brasileiro das atualizações dos Incoterms® 2020 definidos pela International Chamber of Commerce (ICC).

    Os Incoterms® disciplinam a divisão exata de custos, tarefas e riscos entre compradores e vendedores.

    Fonte: Aduaneiras

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  • Exportações de calçados somaram US$ 166,7 milhões no bimestre

    9 março 2020
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    A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) informou que, no primeiro bimestre do ano, foram embarcados 23 milhões de pares, que geraram US$ 166,7 milhões, quedas tanto em volume (-10,7%) quanto em receita (-8,5%) na relação com igual período do ano passado.

    No mês de fevereiro, foram remetidos ao exterior 10,6 milhões de pares por US$ 75,2 milhões, quedas de 3,3% em pares e de 10% em faturamento em relação ao mês dois de 2019.

    O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que a dinâmica de desaceleração internacional, puxada especialmente pelos Estados Unidos, influenciou negativamente no desempenho.”Quase tudo o que perdemos foi em função dos Estados Unidos. Além de existir um problema econômico naquele país, que viu suas vendas de calçados despencarem quase 2% no trimestre – o que inibe as importações de uma maneira geral – existe o impacto geral do Coronavírus, especialmente na Ásia e Europa.”

    Com o câmbio atual, em reais, a rentabilidade segue em crescimento. “Em reais, as exportações cresceram 4,9% em fevereiro e 3,8% no bimestre”, informa o dirigente.

    O dólar valorizado também teve impacto nas importações de calçados. No bimestre, entraram no Brasil 5,3 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 69,35 milhões, quedas de 15,8% e de 0,8%, respectivamente, ante o mesmo período de 2019.

    Fonte: Assessoria de Imprensa da Abicalçados – Associação Brasileira das Indústrias de Calçados – Abicalçados

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  • Brasil tira todos os seus diplomatas de Caracas

    6 março 2020
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    Segundo noticiado pelo O Estado de S. Paulo, o governo brasileiro decidiu retirar quatro diplomatas e outros 11 funcionários da embaixada e dos consulados do Brasil na Venezuela. Com isso, ficará sem equipe diplomática no país vizinho. As remoções estão registradas na edição do Diário Oficial da União (DOU) de ontem. De acordo com integrantes do Itamaraty, a medida é o desdobramento natural da deterioração das relações entre Brasil e Venezuela. A justificativa é que não faz sentido reconhecer o líder opositor Juan Guaidó como presidente legítimo do país e manter, ainda assim, representantes diplomáticos junto ao regime de Nicolás Maduro.

    Fonte: O Estado de S.Paulo

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