• Exportação mundial de café da espécie arábica totaliza 45,26 milhões de sacas

    22 junho 2020
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    As exportações mundiais de cafés, no período de outubro de 2019 a abril de 2020, totalizaram um volume físico equivalente a 72,78 milhões de sacas, o que representa uma queda de 3,8% em relação às vendas ao exterior no mesmo período anterior. Nesse mesmo comparativo de sete meses, as exportações dos cafés da espécie arábica somaram 45,26 milhões de sacas, total que corresponde a uma queda de 7,7%, e as de cafés robusta, que tiveram um incremento de 3,3%, totalizaram 27,52 milhões de sacas de 60kg.

    No contexto global das exportações de café, no acumulado dos mesmos sete meses citados anteriormente, verifica-se que as exportações da África, como um todo, somaram 7,66 milhões de sacas, volume que aponta um crescimento de 7%, se comparado com o mesmo período anterior. Especificando esta análise para os países exportadores africanos, verifica-se que a Etiópia vendeu ao exterior 2,04 milhões de sacas, o que representou um acréscimo de 19,2%. Em relação à Uganda, no período comparativo em análise, as exportações aumentaram 19,6%, ao atingir volume físico correspondente a 2,93 milhões de sacas de 60kg. E, por fim, as exportações de café da Costa do Marfim diminuíram 3,8%, ao totalizar 953 mil sacas, no período ora objeto de análise.

    Na sequência desta análise realizada pela Embrapa Café acerca da performance das exportações de café, em nível mundial, que tem como base o Relatório sobre mercado de Café – maio 2020, da Organização Internacional do Café – OIC, vale complementar que as exportações da Ásia & Oceania aumentaram 0,6% e atingiram um volume físico correspondente a 23,62 milhões de sacas de 60kg nos sete primeiros meses em destaque, com base no ano-cafeeiro da OIC, o qual compreende o período de outubro a setembro. Citado Relatório encontra-se disponível na íntegra no Observatório do Café do Consórcio Pesquisa Café, coordenado pela Embrapa Café.

    Fonte: Embrapa Café

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  • Setor eletroeletrônico: Exportações e importações sofrem forte queda em maio

    22 junho 2020
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    De acordo com informações da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica, as exportações do setor recuaram 31,2% em relação ao mesmo período do ano passado, apontando o pior mês de maio dos últimos 21 anos. Já as compras externas apresentaram o menor montante importado para o mês de maio dos últimos 11 anos.

    No mês de maio de 2020, as exportações de produtos elétricos e eletrônicos somaram US$ 337,1 milhões. Esse resultado foi 10,1% acima do registrado em abril deste ano (US$ 306,1 milhões).

    Já as importações de produtos do setor somaram US$ 2,05 bilhões no mês de maio de 2020, 1,9% abaixo das registradas no mês imediatamente anterior. Vale lembrar que, no mês de abril de 2020, as importações já haviam recuado 22,7% em relação a março.

    Fonte: Assessoria de Imprensa da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica – Abinee

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  • Trump renova ameaça de cortar laços com a China

    19 junho 2020
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    O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, renovou nessa quinta-feira sua ameaça de cortar laços com a China, um dia após o representante comercial do país, Robert Lighthizer, dizer ao Congresso que não via a dissociação das economias norte-americana e chinesa como uma opção viável.

    “Não foi culpa do embaixador Lighthizer, nisso eu talvez não tenha sido claro, mas os EUA certamente mantêm uma opção de diretriz política, sob várias condições, de uma total dissociação da China”, disse Trump no Twitter.

    As duas maiores economias do mundo têm se estranhado diante da condução da pandemia do novo coronavírus e da iniciativa chinesa de impor leis de segurança sobre Hong Kong, além de outros pontos de tensão que pioraram neste ano.

    No mês passado, Trump indicou que as relações entre os dois países haviam se deteriorado ainda mais, afirmando que não tinha interesse em falar com o presidente chinês, Xi Jinping, no momento e sugerindo que poderia até cortar laços com a segunda maior economia global.

    Lighthizer, ao ser perguntado sobre os laços entre os EUA e China, em uma audiência no Comitê Tributário (Ways and Means) da Câmara dos Deputados, afirmou que a questão é complicada.

    “Se eu acho que podemos dissociar a economia dos Estados Unidos da economia chinesa?”, disse o representante comercial. “Não, eu acredito que isso era uma opção política anos atrás. Eu não acredito que seja uma opção razoável neste momento”.

    Fonte: Agência Brasil

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  • Exportações de café solúvel do Brasil mantêm crescimento apesar da pandemia de COVID-19

    15 junho 2020
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    Apesar da pandemia de COVID-19 e dos seus respectivos impactos na economia global, em vários setores, os quais também são causados pelo distanciamento social adotado em diversos países, o segmento de café solúvel do Brasil teve um desempenho positivo nos quatro primeiros meses de 2020, ao manter trajetória de crescimento do volume das exportações e do aumento do consumo no mercado interno, quando comparados com o desempenho do primeiro quadrimestre do ano passado.

    Dessa forma no período de janeiro a abril de 2020, o Brasil exportou café solúvel para 87 países, o que gerou o embarque equivalente a 1,329 milhão de sacas de 60kg, volume 7,3% superior às exportações do mesmo período do ano passado, quando foi embarcado o equivalente a 1,239 milhão de sacas. No entanto, o valor obtido de US$ 181,4 milhões com a receita cambial gerada no primeiro quadrimestre deste ano foi apenas 0,5% maior do que a receita gerada com as exportações no mesmo período de 2019.

    Outro ponto importante, que também vale destacar nesta análise da performance das vendas do café solúvel brasileiro, é com relação ao mercado interno no País, o qual também registrou um crescimento expressivo nos quatro primeiros meses de 2020 ao atingir um volume físico equivalente a 298 mil sacas de 60kg, número que representou um aumento de 19%, se comparado com o mesmo período do ano passado, cujo consumo foi de 251 mil sacas.

    Fonte: Embrapa Café

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  • Agronegócio: mais de 700 estabelecimentos já foram habilitados a exportar para 24 países

    8 junho 2020
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    Mais de 700 estabelecimentos foram habilitados a exportar produtos agropecuários para 24 países desde janeiro de 2019. No início desta semana, mais quatro unidades frigoríficas de aves e uma de suínos foram credenciadas e irão vender as carnes do Brasil ao Vietnã.

    As novas plantas frigoríficas de aves aptas a exportar para o Vietnã estão localizadas nos estados de São Paulo, do Paraná, de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul. Já as suínas, em Minas Gerais.

    As exportações de produtos agrícolas para o Vietnã, em 2019, somaram US$ 27,5 bilhões. Em 2018, totalizaram US $ 22,6 bilhões.

    Desde janeiro de 2019, o Brasil abriu 65 mercados para produtos agropecuários, sendo 30 aberturas registradas somente este ano.

    Fonte: Assessoria de imprensa do Mapa

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  • ANTAQ abre hoje (8) consulta pública para arrendamento de terminal no Porto de Fortaleza

    8 junho 2020
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    A Agência Nacional de Transportes Aquaviários – ANTAQ abriu nesta segunda-feira (8) consulta e audiência públicas visando obter contribuições, subsídios e sugestões para o aprimoramento dos documentos técnicos e jurídicos relativos à realização de certame licitatório referente ao arrendamento de terminal portuário destinado à movimentação e armazenagem de granéis sólidos vegetais, especialmente trigo em grãos, localizado no Porto Organizado de Fortaleza/CE, denominado área MUC01.

    As minutas jurídicas e os documentos técnicos desta audiência pública estão disponíveis no endereço eletrônico: portal.antaq.gov.br/index.php/acesso-a-informacao/audiencia-publica-2/.

    As contribuições poderão ser dirigidas à ANTAQ até às 23h59 do dia 22/07/2020, exclusivamente por meio e na forma do formulário eletrônico disponível no sítio http://portal.antaq.gov.br, não sendo aceitas contribuições enviadas por meio diverso.

    Será permitido, exclusivamente através do e-mail: anexo_audiencia082020@antaq.gov.br, mediante identificação do contribuinte e no prazo estipulado neste aviso, anexar imagens digitais, tais como mapas, plantas e fotos, sendo que as contribuições em texto deverão ser preenchidas nos campos apropriados do formulário eletrônico.

    Com o objetivo de fomentar a discussão e esclarecer eventuais dúvidas sobre o ato normativo desta audiência pública, será realizada audiência pública presencial em data, horário e local a serem definidos e devidamente comunicados oportunamente.

    O terminal

    Com 6.000m², a área denominada MUC01 é destinada à movimentação e armazenagem de granéis sólidos vegetais, especialmente trigo em grãos. Os investimentos previstos a serem feitos pelos arrendatários ao longo dos 25 anos do contrato somam R$ 56,7 milhões. O valor global do contrato/receita bruta total é de R$ 516,6 milhões. Os futuros arrendatários do terminal pagarão à autoridade portuária pelo uso da área o valor mensal de R$ 63.231,54 e mais R$ 1,54 por tonelada movimentada.

    Fonte: Agência Nacional de Transportes Aquaviários – ANTAQ

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  • Brasil amplia produção e exportação de açúcar

    1 junho 2020
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    Queda na comercialização de etanol e aumento no processamento da cana-de-açúcar permitem que o Brasil disponibilize 30 milhões de toneladas no mercado internacional de açúcar.

    De acordo com o “Acompanhamento quinzenal da safra Centro-Sul” até 16 de maio divulgado pela União da Indústria da Cana-de-Açúcar (Unica), a moagem de cana-de-açúcar até a primeira metade de maio ultrapassou 103 milhões de toneladas. Do total, 45,3% da cana-de-açúcar processada foi destinada à produção de açúcar.

    A mudança no mix de produção entre etanol e açúcar está relacionada a uma alteração na demanda do mercado. De acordo com o integrante do comitê executivo do Grupo Tereos e presidente do Conselho Superior do Agronegócio da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Jacyr Costa Filho, a disputa de preços de petróleo entre Arábia Saudita e Rússia no início do mês de março e a pandemia global decorrente da covid-19 reduziram os preços do petróleo e da gasolina, o que afetou a competitividade do etanol. O produto é usado como combustível no Brasil. Ao mesmo tempo, alguns países, como a China, voltaram a importar grandes quantidades de açúcar para recompor seus estoques.

    As informações foram divulgadas pela Agência Anba.

    Fonte: Agência Anba – Anba

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  • Calçadistas comemoram desoneração através da MP 936

    1 junho 2020
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    Criada para dirimir os efeitos da pandemia do novo coronavírus na economia, especialmente no que tange à preservação de empregos, a Medida Provisória 936 foi aprovada na Câmara dos Deputados. Agora, a MP, na qual foi incluída a prorrogação até dezembro de 2021 da desoneração da folha de pagamentos para 17 setores econômicos, entre eles o coureiro-calçadista, e a possibilidade de o Poder Executivo prorrogar o prazo máximo de redução da jornada ou suspensão do contrato de trabalho, segue para votação no Senado. Sendo aprovada no Senado, sem alterações, segue para sanção ou veto presidencial.

    O presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Haroldo Ferreira, destaca que a aprovação da medida na Câmara é uma vitória para o setor, mas que existe um longo trâmite pela frente. Além de seguir contando com a possibilidade de redução de jornada e de salário, e a suspensão de contratos trabalhistas por até 60 dias, com a prorrogação da medida os calçadistas poderão seguir contribuindo com 1,5% sobre a receita bruta – excluindo exportações – ao invés de 20% sobre a folha de pagamentos. “A MP 936 original, por si só, está sendo fundamental para o setor calçadista neste momento de crise. Com a inclusão da prorrogação da desoneração da folha até dezembro de 2021, ficamos ainda mais aliviados. Não é o momento de voltar atrás, muito menos onerar novamente o setor neste momento de grave crise econômica”, diz.

    Fonte: Assessoria de Imprensa da Abicalçados – Associação Brasileira das Indústrias de Calçados – Abicalçados

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  • API do sistema de anexação de documentos

    29 maio 2020
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    O sistema de anexação de documentos no Siscomex agora dispõe de webservices para criar e vincular dossiês a operações, consultar palavras-chave e tipos de documento, assim como anexar documentos a dossiês.

    A informação consta da Notícia Siscomex TI 0007, de 28/05/2020, na qual expõe a possibilidade de receber notificações sempre que novos documentos de interesse forem disponibilizados.

    Atualmente tais funcionalidades estão disponíveis para as operações: DI, LI e DT (Documento de Trânsito).

    As funcionalidades não estão disponíveis no ambiente de validação de empresas, no entanto é possível fazer testes de forma segura criando-se dossiês no ambiente de produção sem vinculá-los a nenhuma operação.

    Fonte: Portal Siscomex

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  • Câmbio melhorou, mas continuará volátil, diz presidente do BC

    29 maio 2020
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    Data de atualização:29/05/2020
    Apesar de ter melhorado nos últimos dias, o câmbio continuará volátil, disse hoje (28) o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto. Em transmissão ao vivo promovida pelo banco BTG Pactual, ele declarou que a redução do déficit externo deve contribuir para a retomada do dólar e que a política monetária não está esgotada, o que abre caminho para uma nova redução da taxa Selic (juros básicos da economia).

    O dólar comercial, que hoje fechou vendido a R$ 5,386, estava em R$ 5,76 há dez dias. Segundo Campos Neto, o BC estava preparado para intervir de forma mais agressiva no câmbio, mas recuou depois da melhora nas cotações.

    “O câmbio é flutuante, mas também entendemos que, em alguns momentos, estava muito descolado do risco. Nós fizemos intervenções maiores. Até estávamos preparados em algum momento para fazer uma intervenção maior. Acabou que o câmbio voltou recentemente um pouco”, comentou.

    Campos Neto destacou que a redução significativa do déficit nas contas externas, provocada pela diminuição das importações e de gastos de turistas brasileiros no exterior, contribuiu para a melhora da cotação do dólar. O presidente do BC, no entanto, disse que o câmbio “continuará uma variável volátil”.

    “O déficit em conta-corrente, que era de US$ 50 bilhões, a gente está vendo um número mais perto de zero. Tem uma parte de fluxo de investimento direto que vai ter um impacto pelo tema do coronavírus, mas isso a gente acha que normaliza. Mesmo que caia um pouco [o investimento de empresas estrangeiras], ele é um pouco contrabalanceado pelo resto”, disse. Em abril, as contas externas fecharam com resultado positivo pelo segundo mês seguido.

    Apesar da volatilidade do câmbio, Campos Neto disse que, as tensões que provocaram turbulências no mercado financeiro estão diminuindo. “Na parte institucional, o mercado também enxerga que, apesar de todo o ruído, o governo está achando uma forma de trabalhar”, declarou.

    Juros

    Sobre os juros, o presidente do BC destacou que o órgão continuará a trabalhar com um “regime de separação de metas”, em que o Comitê de Política Monetária (Copom) analisa unicamente o comportamento da inflação, não o câmbio, para definir a taxa Selic. Campos Neto acrescentou que a “política monetária não está esgotada”, indicando que ainda existe espaço para o Copom reduzir os juros básicos.

    Atualmente, a Selic está em 3% ao ano, no menor nível da história. Na ata da última reunião do Copom, o BC informou que pode reduzir a taxa em até 0,75 ponto percentual no próximo encontro, em junho. O órgão, no entanto, está esperando uma definição sobre o impacto da pandemia do novo coronavírus sobre a economia e a redução das incertezas para definir os próximos passos.

    Com o agravamento da recessão, existe pouco espaço para que a alta do dólar seja repassada para os preços. Dessa forma, o BC poderia reduzir um pouco mais a Selic sem se preocupar com os efeitos da queda dos juros sobre a moeda norte-americana.

    Fonte: Agência Brasil

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