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Peru inicia disputa na OMC contra Brasil e tratamento tributário de importações
Leia mais...O Peru solicitou consultas de disputas da OMC com o Brasil sobre as medidas antidumping definitivas do Brasil sobre filme de polietileno tereftalato (PET) e tratamento tributário de produtos importados geralmente por meio da imposição de seu Imposto sobre produtos industrializados (IPI). O pedido foi distribuído aos membros da OMC em 15 de julho. O Peru alega que as medidas antidumping impostas às películas de PET parecem ser inconsistentes com várias disposições do Acordo Antidumping da OMC e do Artigo VI do Acordo Geral de Tarifas e Comércio (GATT) 1994.
Fonte: OMC
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Com alta de 24,5%, exportações do agronegócio batem recorde para meses de junho e ultrapassam US$ 10 bilhões
Leia mais...Data de atualização: 13/07/2020
As exportações do agronegócio foram recordes para os meses de junho nesse mês de junho de 2020, com registros de vendas externas de US$ 10,17 bilhões. Houve crescimento de 24,5% em relação às exportações em junho de 2019 (US$ 8,17 bilhões).
De acordo com o Boletim da Balança do Agronegócio, divulgado nesta sexta-feira (10) pela Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SCRI-Mapa), em nenhum ano da série histórica (1997-2020) as exportações do agronegócio ultrapassaram US$ 10 bilhões para meses de junho.
O principal setor responsável pelo crescimento das exportações foi o complexo soja. As vendas externas do setor subiram de US$ 3,53 bilhões em junho de 2019 para US$ 5,42 bilhões em junho de 2020, o que representa uma alta de 53,4% ou quase US$ 1,9 bilhão de crescimento em valores absolutos. Para efeito de comparação, as exportações do agronegócio cresceram US$ 2,0 bilhões comparando-se junho de 2019 e junho de 2020.
A exportação de soja em grãos (13,8 milhões de toneladas) teve grande influência nestes valores, alcançando US$ 4,67 bilhões em junho de 2020, com expansão do quantumem 5,2 milhões de toneladas na comparação dos meses de junho de 2020 e 2019. A SCRI também ressalta a retomada das exportações de açúcar, que subiram quase 1,5 milhão de toneladas relativo aos dois períodos.
A China foi o principal país responsável pela expansão do volume exportado pelo Brasil, adquirindo 70% da soja em grãos brasileira em junho. O país asiático elevou ainda as aquisições de produtos do agronegócio brasileiro em US$ 1,3 bilhão entre junho de 2019 e junho de 2020: 65% do crescimento em valores absolutos das exportações brasileiras do agronegócio observados junho de 2019 e junho de 2020.
O agronegócio brasileiro aumentou a sua participação nas exportações brasileiras de 44,4% (junho-2019) para 56,8% no mês pesquisado. Por sua vez, as importações do agronegócio diminuíram de US$ 984,55 milhões (junho 2019) para US$ 826,28 milhões em junho de 2020 (-16,1%). Desta forma, o saldo da balança atingiu US$ 9,3 bilhões.
Carnes
As vendas externas de carnes foram de US$ 1,41 bilhão (4,5%). O volume exportado de carnes foi recorde para os meses de junho (626,5 mil toneladas). A carne bovina representou mais da metade do valor exportado de carnes, com registros de US$ 742,56 milhões. Tanto o valor mencionado como o volume (176,6 mil toneladas) foram recordes para os meses de junho.
A carne suína também apresentou valor e volume recorde em vendas externas para o mês de junho. As exportações foram de US$ 196,86 milhões, com volume de 95 mil toneladas. Já as exportações de carne de frango foram de US$ 438,23 milhões (-32,1%), com queda de 13,6% no volume exportado e redução de 21,4% no preço médio de exportação.
A China se destacou mais uma vez nas aquisições de carnes brasileiras, tendo importado metade da carne bovina e suína exportada pelo Brasil. A participação da China nas aquisições de carne de frango também foi relevante, chegando a 23,7% do total exportado.
Álcool e açúcar
O complexo sucroalcooleiro foi o setor que teve o maior aumento percentual das exportações dentre os principais setores exportadores do agronegócio brasileiro, elevando-se 74,5% na comparação entre junho de 2019 e junho de 2020, passando de US$ 536,12 milhões para US$ 935,37 milhões.
As exportações de açúcar de cana representaram a maior parte do valor exportado pelo setor, com US$ 810,80 milhões (+80,4%) e quase 3 milhões de toneladas exportadas (+94,8%).
O álcool também registrou elevação nas vendas externas, subindo de US$ 85,83 milhões (junho de 2019) para US$ 122,71 milhões exportados em junho deste ano.
De acordo com a SCRI, o crescimento das exportações brasileiras de cana de açúcar está vinculado à quebra das safras de cana de açúcar 2019/2020 na Índia e na Tailândia, que possibilitou a ampliação das exportações para diversos mercados. A Indonésia é um mercado que não importou nada de açúcar brasileiro em junho de 2019 e adquiriu US$ 86,78 milhões no mês passado.
Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Mapa
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Exportações de calçados amenizam queda em junho
Leia mais...Data de publicação: 10/07/2020
Depois de quatro meses consecutivos de queda, as exportações de calçados voltaram a crescer em junho, em relação ao mês imediatamente anterior. Conforme dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), em junho, foram embarcados 3,6 milhões de pares, que geraram US$ 35,6 milhões, altas de 32,7% em volume e de 49% em valores no comparativo com o registro de maio. Por outro lado, no comparativo com o mês correspondente de 2019, as quedas foram de 44,6% em pares e 47% em receita.
No semestre, a exportação de 43 milhões de pares gerou US$ 330,5 milhões, quedas tanto em volume (-24,6%) quanto em receita (-31,2%) na relação com o primeiro semestre.
Fonte: Abicalçados
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Cresce atividade econômica no Brasil
Leia mais...A primeira prévia do Indicador de Atividade Econômica (IAE) para maio de 2020, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), apontou crescimento de 0,6% da economia em maio em comparação a abril. Segundo a Fundação, tal resultado mostra uma pequena recuperação após as fortes retrações registradas em março e abril em decorrência da pandemia da Covid-19.
Apesar dessa leve recuperação, a economia ainda está muito abaixo do nível que estava antes de a pandemia acontecer.
Fonte: Agência Anba – Anba
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Camex lança consulta pública para tributação do Setor Aeronáutico
Leia mais...Data de publicação: 02/07/2020
A Subsecretaria de Estratégia Comercial da Câmara de Comércio Exterior publicou o Aviso de Consulta Pública nº 2, no DOU de 17/06/2020, para tornar pública a proposta de modificação da Regra de Tributação para os Produtos do Setor Aeronáutico da Tarifa Externa Comum, com o objetivo de colher subsídios para definição de posicionamento do governo brasileiro.Os interessados poderão apresentar suas manifestações à Subsecretaria de Estratégia Comercial da Camex por meio do endereço eletrônico CAT@mdic.gov.br, no prazo de 30 dias, a contar de 22/06/2020.
As informações devem seguir roteiro próprio, disponível no site da Camex: http://camex.gov.br/consultas-publicas.
Fonte: Aduaneiras
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Cafés diferenciados geram US$ 455,4 milhões com exportações que correspondem a 20,7% do total da receita cambial do setor
Leia mais...As exportações dos Cafés do Brasil nos cinco primeiros meses de 2020 atingiram um volume físico que corresponde a aproximadamente 16,57 milhões de sacas e receita cambial de US$ 2,2 bilhões ao preço médio de US$ 133,06 a saca de 60kg. Desse volume físico, os cafés verdes da espécie arábica, com 13,43 milhões de sacas exportadas, corresponderam a 81%, e os cafés robustas, com 1,49 milhão de sacas, em torno de 8,9%. Com relação aos cafés industrializados, o solúvel com 1,63 milhão de saca que equivaleram a 9,8%, enquanto que os cafés torrados e moídos, que exportaram apenas 8,34 mil sacas, corresponderam a menos de 1% do volume total.
Neste mesmo contexto, especificamente em relação ao desempenho das exportações de café no mês de maio deste ano de 2020, o volume físico total vendido aos países importadores equivalente a sacas de 60kg, para todos os tipos de cafés descritos anteriormente (café verde, solúvel e torrado & moído), foi de 2,97 milhões de sacas. E a receita cambial gerada nesse mês com essas exportações foi de US$ 370,7 milhões, com preço médio da saca a US$ 124,44, montante que representou uma alta de 5,2% em relação a maio de 2019.
Com relação ainda ao desempenho das exportações do setor cafeeiro, somente no mês de maio de 2020, há que se registrar que o café conilon (robusta) apresentou crescimento nas suas vendas de 4,7%, em relação ao mesmo mês do ano passado, com 484,1 mil sacas vendidas, volume que corresponde a 16,3% da participação das exportações por variedade. E, quanto ao café da espécie arábica, tais vendas representaram 73,8% do volume total de café exportado nesse mês, com 2,2 milhões de sacas vendidas aos importadores, número que representou uma expressiva queda de 27,3% em comparação com o desempenho do mesmo mês de 2019. Por fim, registre-se que as vendas do café solúvel representaram 9,9% das exportações, com o equivalente a 296,1 mil sacas de 60kg.
Fonte: Embrapa Café
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Brasil e México ampliam livre comércio e incluem ônibus e caminhões
Leia mais...Data de atualização: 26/06/2020
O Brasil e o México assinaram acordo para o livre comércio de caminhões e ônibus e suas autopeças. Conforme entendimento das duas maiores economias latino-americanas, haverá liberação gradual de tarifas até 2023.
Inicialmente, a partir de 1º de julho de 2020 ocorrerá redução tarifária de 20%. Em 1º de julho 2021, a margem sobe para 40%; na mesma data, no ano seguinte, para 70%; e, finalmente, em 1º de julho de 2023, Brasil e México estabelecem a liberalização total.
Os dois países já usufruem de livre comércio para automóveis, veículos comerciais leves e suas autopeças. O acordo foi assinado em 2002.
“Estima-se que, ao promover o livre comércio também de caminhões, ônibus e suas autopeças, o novo acordo gerará aumento importante das exportações brasileiras para o México nos próximos anos, tendo em vista a reconhecida competitividade do Brasil no segmento de veículos pesados”, diz, em nota, o Ministério da Economia.
Segundo dados apresentados pelo ministério, o México é o terceiro parceiro do Brasil no comércio automotivo, abaixo apenas da Argentina e dos Estados Unidos. No ano passado, “a corrente de comércio de produtos automotivos entre os dois países registrou US$ 3,8 bilhões, com exportações no valor de US$ 1,8 bilhão e importações no valor de US$ 1,9 bilhão.”
Ao comemorar o resultado da negociação, o governo brasileiro assinalou que “o comércio bilateral entre Brasil e México ainda está muito aquém do potencial” e que “apenas 10% das linhas tarifárias brasileiras gozam de livre comércio no âmbito desses dois Acordos, e sua ampliação permitirá que mais produtos e setores econômicos possam se beneficiar do comércio bilateral de forma mais efetiva.”
Fonte: Agência Brasil
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Cade impede cobrança de THC-2 por terminal do Porto de Santos
Leia mais...Data de atualização: 26/06/2020
O Tribunal do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) impediu a Embraport, atual DP World Santos, de cobrar a Taxa de Movimentação no Terminal 2 (THC-2), também conhecida como Serviço de Segregação e Entrega (SSE), de recintos alfandegados independentes. O órgão ainda determinou, no último dia 17, a aplicação de multa diária no valor de R$ 20 mil, em caso de continuidade da cobrança. A decisão foi tomada após recurso do Grupo Marimex, que também atua no Porto de Santos.
Após o desembarque das mercadorias no Porto, elas podem ser armazenadas no próprio terminal onde foram descarregadas ou em outro recinto. Neste caso, a carga precisa ser segregada e colocada em um local específico nesse primeiro terminal, antes de ser despachada para a outra instalação. Tudo em até 48 horas, o que, segundo os terminais, caracteriza um outro serviço.
Fonte: A Tribuna
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Exportações de calçados cresceram 7,5% em reais, em 2019
Leia mais...Data de publicação: 25/06/2020
Mesmo tendo registrado queda de 0,4% em dólares ao longo do ano passado (US$ 972 milhões), as exportações brasileiras de calçados tiveram um incremento de 7,5% em reais (R$ 3,8 bilhões), no comparativo com 2018. O fato ocorreu em função da valorização da moeda norte-americana sobre a moeda brasileira, o que manteve a rentabilidade dos exportadores. Estes e outros dados estão detalhados no Panorama das Exportações de Calçados, publicação desenvolvida pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados).
Em 2019, as exportações de calçados foram influenciadas, sobretudo, por dois fatores: a guerra comercial entre Estados Unidos e China e a crise política e econômica na América do Sul, região de destino de mais de 45% dos embarques de calçados brasileiros. Paradoxalmente, a influência da guerra comercial entre as duas maiores potências mundiais teve influências positivas, de incremento dos embarques brasileiros para os Estados Unidos, e negativas pelo fato de os chineses acabarem “desovando” seus produtos em outros mercados, acirrando a concorrência com o produto verde-amarelo.
Para 2020, em função do alastramento da pandemia do novo coronavírus, a projeção da Abicalçados é que uma queda entre 22,4% e 30,6% nos embarques para o exterior, resultado que retornaria o setor aos patamares da década de 1980.
Fonte: Assessoria de Imprensa da Abicalçados – Associação Brasileira das Indústrias de Calçados – Abicalçados
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Crise EUA x China aumenta incerteza na economia global
Leia mais...Não bastasse a recessão e o freio no comércio internacional, a pandemia da covid-19 ainda elevou as tensões entre Estados Unidos e China, criando uma fonte de incerteza adicional que pode travar os investimentos globais nos próximos meses e respingar no Brasil.
Além de uma desaceleração extra no comércio global – já haverá um primeiro freio brusco desencadeado pela pandemia -, o embate entre os países poderá resultar em um crescimento mais fraco da China nos próximos anos, o que seria negativo para o Brasil no longo prazo, dizem economistas.
Hoje, o mercado chinês é o maior importador de produtos brasileiros, tendo sido responsável pela compra de 39% do total exportado pelo País de janeiro a maio.
As informações estão na edição de hoje do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: O Estado de S.Paulo
