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Brasil alcança abertura de 60 mercados para produtos agropecuários
Leia mais...O Brasil alcançou a marca de 60 mercados externos abertos para produtos agropecuários desde janeiro de 2019. O mais recente é a exportação de lácteos para a Tailândia, conforme anunciou na sexta-feira (22) a ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) durante webinar sobre oportunidades e perspectivas para o setor agropecuário durante a pandemia do coronavírus, promovido pelo Instituto de Engenharia.
Entre outros produtos para exportação estão castanha de baru para Coreia do Sul, melão para China (primeira fruta brasileira para o país asiático), gergelim para a Índia, castanha do Brasil para Arábia Saudita e material genético avícola para diversos países.
“O Ministério da Agricultura, na área internacional, optou pela abertura de mais mercados, mas também pela diversificação de produtos”, ressalta a ministra, destacando que a pauta exportadora não deve ficar concentrada somente em soja, milho, carnes e cana-de-açúcar.
As exportações do agronegócio atingiram valor recorde em abril, ultrapassando pela primeira vez a barreira de US$ 10 bilhões no mês. O recorde anterior das vendas externas neste mês ocorreu em abril de 2013, quando as exportações somaram US$ 9,65 bilhões. O valor no mês passado (US$ 10,22 bilhões) foi 25% superior em comparação a abril de 2019 (US$ 8,18 bilhões).
O recorde foi obtido em função, principalmente, do aumento dos embarques da soja em grão, que cresceram 73,4%, com 16,3 milhões de toneladas. A China foi o principal importador do produto, com a compra de 11,79 milhões de toneladas ou 72,3% da quantidade total exportada.
A ministra enfatiza que a prioridade é sempre garantir o abastecimento de alimentos e demais produtos agropecuários no mercado interno. Desta forma, destaca, que a expansão das exportações não será feita sem privilegiar a demanda interna do Brasil. “Estamos acompanhando o que colhemos, o que vendemos. Esse monitoramento é fundamental para a segurança alimentar do Brasil e também o cumprimento dos nossos acordos comerciais”, diz.
Segundo Tereza Cristina, não há risco de falta de alimento no mercado brasileiro.
Após a pandemia do novo coronavírus, a ministra prevê que os países deverão se tornar mais protecionistas, fechando seus mercados para produtos estrangeiros. Para continuar a expansão no mercado internacional, o Brasil, segundo Tereza Cristina, deverá avançar nas áreas de sanidade vegetal e animal e rastreabilidade para manter a confiança dos importadores, além das partes encontrarem o equilíbrio.
“Brasil já produz de maneira abundante e com muita qualidade. Temos que anexar mais estados brasileiros nessa excelência”, afirma, citando trabalho que vem sendo desenvolvido pelo Mapa com produtores rurais do semiárido.
Outro ponto a ser superado, conforme a ministra, é a logística de transporte, sendo necessário buscar vias para tornar o escoamento da produção agrícola mais barata e efetiva.
Fonte: Assessoria de imprensa do Mapa
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Infraestrutura e BNDES fazem parceria para desestatização de portos
Leia mais...O ministro de Infraestrutura, Tarcísio Freitas, e o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Gustavo Montezano, afirmaram durante videoconferência que os estudos técnicos que serão realizados para viabilizar a desestatização de ativos rodoviários e portuários terão como foco a busca de maior competitividade e maior produtividade para a infraestrutura brasileira.
Os contratos firmados recentemente entre as instituições visam a desestatização de mais de 7,2 mil quilômetros de rodovias federais e dos portos de Santos e São Sebastião, ambos em São Paulo.
Tarcísio Freitas comemorou a autorização do Tribunal de Contas da União (TCU) para a assinatura do contrato de renovação antecipada da malha paulista de ferrovias pelo Ministério da Infraestrutura e Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). A prorrogação deverá trazer para o Brasil, nos próximos cinco anos, investimentos de R$ 6 bilhões. “[A prorrogação] mostra um sinal de confiança da iniciativa privada com o futuro do Brasil”. A expectativa do ministro é que o contrato seja assinado já na próxima semana.
Em relação às rodovias que serão transferidas para a iniciativa privada após modelagem a ser definida pelo BNDES, o ministro destacou a importância de ser oferecido aos investidores, sobretudo estrangeiros, um portfólio de projetos extenso, “porque é isso que atrai investidores”, avaliou. “Estamos trabalhando muito a questão dos contratos. Estamos com contratos cada vez mais sofisticados, tratando uma série de riscos e trazendo esse estado da arte para as concessões.”
Tarcísio Freitas disse que, em relação ao Porto de Santos, já há investidores interessados nos projetos. Freitas revelou que o país caminha em direção ao cumprimento da meta, que é trazer investimentos de até R$ 250 bilhões para o Brasil nos próximos anos. Ele acredita que o BNDES vai ajudar muito o ministério nesta missão. “O papel do BNDES é fundamental”, comentou o ministro.
Infraestrutura competitiva
O diretor de Infraestrutura, Concessões e parcerias público-privadas (PPPs) do BNDES, Fábio Abrahão, assegurou que não existe uma economia competitiva se não tiver infraestrutura competitiva. “O Brasil está passando hoje, de fato, por uma revolução em infraestrutura”.
Segundo o diretor, é perceptível o interesse de investidores privados nacionais e internacionais nesta área. A carteira do banco em infraestrutura é de cerca de R$ 190 bilhões em investimentos em estruturação, na qual os projetos do ministério têm destaque. “Isso gera empregos e obras de forma espalhada pelo país”, lembrou. Abrahão falou também sobre a importância de buscar atrair diversidade de investidores em todos os segmentos, porque isso fortalece a relação com o consumidor. “Diversidade é também um mercado mais aberto”, afirmou.
O diretor informou que o BNDES já concluiu a primeira fase de estudos de pré-viabilidade das rodovias, que cruzam 13 estados brasileiros em todas as regiões, unindo importantes polos produtivos e fronteiras agrícolas. Os estudos deverão ser concluídos no segundo trimestre de 2021,com consulta pública lançada no terceiro trimestre do próximo ano e leilão no segundo trimestre de 2022. Esse conjunto de rodovias significa um incremento na malha rodoviária nacional da ordem de 70%, disse o diretor do BNDES.
A desestatização dos complexos portuários do Espírito Santo e de São Paulo apresenta o mais alto grau de relevância, garantiu Abrahão. O diretor afirmou que o processo de modernização desses complexos deverá ser abrangente. “O negócio portuário não existe por si só. Ele está conectado com outras regiões, outras matrizes produtivas e cadeias de valor”, salientou.
O edital dos portos do Espírito Santo deve sair no terceiro trimestre de 2021 e o leilão no quarto trimestre. Já o edital do porto de Santos é estimado para o quarto trimestre de 2021, com leilão no primeiro trimestre de 2022. O grande objetivo é ter, no final do processo, uma infraestrutura competitiva, modernizada e integrada, manifestou o diretor do banco.
Competitividade
Gustavo Montezano reforçou que desde o início da parceria com o Ministério da Infraestrutura, o foco primordial é a competitividade da logística brasileira, com uma rede eficiente e pensando no longo prazo, com geração de empregos, sem ênfase exagerada no aspecto fiscal.
O secretário-executivo do ministério, Marcelo Sampaio, afirmou que a expectativa, com os editais, é ter contratos que garantam maior segurança jurídica e o cumprimento do que será contratado, valor das tarifas e proteção da viabilidade dos investimentos. Sampaio revelou que o modelo de concessão traz ajustes, como tarifa diferenciada em pista simples e dupla; índice de desempenho que será feito por uma auditoria independente; simplificação regulatória; outorga variável, entre outros. “Nossa expectativa é trazer competitividade para o Brasil.”
O presidente do BNDES, Gustavo Montezano, salientou que os investidores de infraestrutura procuram ativos e projetos robustos. O ministro complementou que o que tem chamado a atenção para o Brasil é o portfólio, e os projetos do Brasil têm muita qualidade, segundo indicou. Isso se reflete no interesse nos leilões de dois terminais de celulose que deverão ser realizados em agosto, após o fim da pandemia, disse o ministro.
Montezano, por sua vez, assegurou aos potenciais investidores que não faltará recursos em reais de longo prazo para a construção desses projetos. Ele espera em breve que o banco comece a atuar com garantias, porque isso poderá ampliar muito os recursos e o volume total de cada operação.
Entes multilaterais
Montezano afirmou que é muito importante a participação de entes multilaterais para ajudar na disseminação do programa brasileiro de projetos em infraestrutura e mostrar quais podem ser as melhorias contratuais, regulatórias e de engenharia a serem efetuadas para encaixar os projetos em padrões internacionais. “A gente quer atuar como catalisador desses entes multilaterais operando aqui no Brasil”. Esses entes têm grande apetite no país e o BNDES pretende facilitar a vida deles no Brasil, afirmou Montezano.
O ministro Tarcísio Freitas afirmou que estão sendo analisados modelos de desestatização realizados em outros países do mundo, e garantiu ainda que a transferência à iniciativa privada vai blindar o porto de Santos, por exemplo, que ganhará governança, produtividade, investimentos, manutenção, aprofundamento do canal, além da viabilização do acesso ferroviário ao porto. “Acho que a transferência à iniciativa privada será extremamente benéfica”. Destacou também a importância do casamento de investimento com a demanda, que é um dos objetivos essenciais do projeto.
O presidente do BNDES completou que o papel do BNDES como financiador tem quatro variáveis que conversam entre si em uma modelagem de leilão para fechar a equação. São elas taxa de retorno do investidor, tarifa, outorga, custo do financiamento. “A função do BNDES como financiador é dar uma condição de seguro ao investidor e mitigar riscos.”
Fonte: Agência Brasil
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Dólar fecha em R$ 5,58, valor mais baixo em quase 20 dias
Leia mais...Data de atualização: 22/05/2020
Num dia marcado por avanços nas negociações para o veto ao reajuste de servidores estaduais e municipais e por declarações do presidente do Banco Central (BC), o dólar caiu para a menor cotação em 17 dias. A bolsa de valores fechou no nível mais alto em quase um mês.
O dólar comercial encerrou a quinta-feira (21) vendido a R$ 5,582, com recuo de R$ 0,108 (-1,89%). A moeda operou em baixa durante toda a sessão. Na mínima do dia, por volta das 15h30, chegou a R$ 5,56. A cotação fechou no menor nível desde 4 de maio (R$ 5,522). A moeda norte-americana acumula alta de 39,11% em 2020.
O euro comercial fechou o dia vendido a R$ 6,094, com recuo de 2,56%. A libra comercial caiu 2,6% e terminou a sessão vendida a R$ 6,79.
Dois fatores contribuíram para a queda do dólar. O primeiro foi a disposição de governadores de defenderem o veto ao reajuste para determinadas categorias de servidores públicos.
A medida deve gerar economia de R$ 98,93 bilhões para os governos locais e R$ 31,57 bilhões para a União. Segundo o governo, esse valor compensa o pacote de R$ 125,8 bilhões de socorro aos estados e aos municípios afetados pela pandemia de coronavírus.
O segundo fator foi a declaração do presidente do BC, Roberto Campos Neto, de que a autoridade monetária atuará no mercado de câmbio quando necessário. Em videoconferência com industriais ontem (20), ele afirmou que o BC tem um grande volume de reservas internacionais que pode ser vendido em momentos de maior volatilidade.
Apesar da declaração de Campos Neto, o BC interveio pouco no mercado hoje. A autoridade monetária ofertou até US$ 620 milhões para rolar (renovar) contratos de swap cambial – venda de dólares no mercado futuro – que venceriam em julho.
Fonte: Agência Brasil
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Exportações do Agro batem recorde e superam os US$ 10 bilhões em abril
Leia mais...As exportações do agronegócio brasileiro de abril atingiram valor recorde para os meses de abril, suplantando pela primeira vez a barreira de US$ 10 bilhões. O recorde anterior das vendas externas para os meses de abril ocorreu em abril de 2013, quando as exportações foram de US$ 9,65 bilhões. O valor de abril deste ano (US$ 10,22 bilhões) foi 25% superior aos de abril de 2019 (US$ 8,18 bilhões).
O recorde foi obtido em função, principalmente, do incremento dos embarques da soja em grão que cresceram 73,4%, com 16,3 milhões de toneladas, ou quase 7 milhões de toneladas a mais nesse mês em relação ao do ano anterior. A China foi o principal mercado importador do produto brasileiro, com a compra de 11,79 milhões de toneladas ou 72,3% da quantidade total exportada.
A receita das vendas da soja em grão,em abril deste ano, saltou de US$ 3,30 bilhões (abril/2019) para US$ 5,46 bilhões (abril/2020), crescimento de US$ 2,16 bilhões.
No contexto de crise internacional do COVID-19, houve forte crescimento da demanda por soja brasileira, com antecipação das exportações do produto, explica a nota daBalança Comercial do Agronegócio, elaborada pela Secretaria de Comércio e Relações Internacionais (SCRI) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).
Essa elevação aliada à redução da demanda pelos demais produtos da balança comercial (-27,1%) ajudou a aumentar a participação dos produtos do agronegócio no total exportado pelo Brasil. A participação do agronegócio nas exportações brasileiras no mês estudado atingiu o patamar recorde de 55,8%. Em abril de 2019, a participação do foi de 42,2%.
Por outro lado, as importações de produtos do agronegócio caíram de US$ 1,21 bilhão (abril/2019) para US$ 1,01 bilhão (abril/2020), recuo de 16,7%.
Acumulado do ano
No primeiro quadrimestre deste ano, as exportações brasileiras do agronegócio somaram US$ 31,40 bilhões, alta de 5,9% em relação ao mesmo período no ano anterior. O crescimento das exportações do setor resultou no aumento da quantidade embarcada, com aumento de 11,1%, enquanto o índice de preço sofreu redução de 4,7%.
De acordo com a nota da SCRI, as vendas externas representaram o melhor resultado do acumulado entre janeiro e abril na série histórica e foram responsáveis por quase metade das exportações totais brasileiras (46,6%).
As importações, por sua vez, alcançaram US$ 4,57 bilhões (- 4,5%). Como resultado, o saldo da balança comercial do agronegócio foi superavitário em US$ 26,83 bilhões no período.
Soja em grão e carne bovina
As exportações de soja em grãos alcançaram recorde para a série histórica no quadrimestre tanto em valor (US$ 11,50 bilhões), quanto em quantidade (33,66 milhões de toneladas), apesar da queda de 4,2% no preço médio do produto.
A China foi responsável por 73,4% das aquisições do grão brasileiro no primeiro quadrimestre de 2020, com aumento de 26,6% em relação ao mesmo período do ano anterior.
A carne bovina foi o principal produto entre as carnes no quadrimestre, sendo responsável por 45,3% do valor exportado. As vendas de carne bovina in natura registraram recorde histórico para o quadrimestre em valor (US$ 2,13 bilhões) e quantidade (469,76 mil toneladas). A China representou quase metade das exportações brasileiras do produto no período (49,6%), sendo o mercado que mais contribuiu para o crescimento de 26,5% em relação a 2019.
Fonte: Assessoria de imprensa Mapa
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Abicalçados atualiza números do impacto do novo coronavírus no setor
Leia mais...A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) vem atualizando semanalmente os dados do impacto da pandemia do novo coronavírus no setor. O mais recente levantamento aponta que, do final de março até o último dia 12 de maio, o setor perdeu 30,9 mil postos de trabalho, 11,5% da força de trabalho da atividade (270 mil postos diretos, em dezembro de 2019). Os estados mais afetados foram São Paulo, com a perda de 10 mil postos (32% do total de demissões); Rio Grande do Sul, com 7,82 mil demissões (25% do total); e Minas Gerais, com 5 mil postos perdidos (16% do total). O estados do Nordeste somam 5,46 mil demissões (18% do total).
Exportações
Além da situação doméstica, o setor também tem sido impactado pela queda brusca nas exportações. Em abril foram embarcados 4,84 milhões de pares por US$ 30,3 milhões, quedas de 40% em volume e de 60,8% em faturamento na relação com mesmo mês do ano passado. Com o resultado, no quadrimestre, as exportações somaram 36,87 milhões de pares e US$ 271,2 milhões, quedas de 14,4% em volume e de 21% em faturamento na relação com período correspondente de 2019.
Fonte: Assessoria de Imprensa da Abicalçados – Associação Brasileira das Indústrias de Calçados – Abicalçados
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Covid-19: Portaria amplia lista de produtos com imposto de importação zerado
Leia mais...Com o objetivo de facilitar o combate à pandemia da Covid-19, o Ministério da Economia ampliou a lista de produtos enviados por remessa postal ou por encomenda aérea internacional que terão, até 30 de setembro de 2020, as suas alíquotas do Imposto de Importação zeradas.
Esses produtos estão sujeitos à aplicação do Regime de Tributação Simplificada (RTS), que normalmente prevê aplicação da alíquota de 60% sobre os bens importados, limitados ao valor de US$ 10 mil.
A medida, prevista na Portaria do Ministério da Economia nº 194/2020, vai beneficiar uma grande quantidade de produtos enviados ao Brasil, inclusive referentes a doações realizadas por pessoas de diversas partes do mundo.
Fonte: Ministério da Economia – ME
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Exportação de carne bovina do Brasil em 2020 deve superar 2019, diz Abiec
Leia mais...As exportações brasileiras de carne bovina devem superar em 2020 o recorde de 7,6 bilhões de dólares registrado no ano passado, mesmo diante da crise do coronavírus, segundo o presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), Antônio Jorge Camardelli. Para o executivo, quando acabar a pandemia, os países que tiverem as cadeias mais organizadas, como o Brasil, vão ter a chance de aumentar sua participação em mercados globais.
Fonte: Reuters/Abiec
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Portos privados ampliam medidas preventivas contra o coronavírus
Leia mais...Os TUPs (Terminais de Uso Privado), associados da ATP (Associação de Terminais Portuários Privados), ampliaram as medidas protetivas e preventivas para contribuir na luta contra a proliferação da Covid-19 no Brasil e continuar operando normalmente durante a crise.
Entre as principais ações dos portos privados estão a adoção do teletrabalho para atividades administrativas, sistema de rodízio de profissionais para funções essenciais, intensificação de medidas de higienização com uso de álcool em gel e máscaras, restrição de reuniões presenciais e uso de videoconferências e a suspensão de viagens nacionais e internacionais, além de ações de comunicação interna e com stakeholders sobre cuidados para evitar contágio e doações de equipamentos e cestas básicas para comunidades vulneráveis.
Fonte: Assessoria de imprensa da ATP
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Petrobras bate recorde de exportação de petróleo em abril
Leia mais...A Petrobras exportou 30,4 milhões de barris de petróleo em abril, montante equivalente a 1 milhão de barris vendidos ao mercado internacional por dia. A marca representa novo recorde de exportação de petróleo e contribui para reforço do caixa da companhia. O volume exportado em abril é 145% superior ao comercializado internacionalmente em abril de 2019. O recorde anterior era de 771 mil barris por dia, alcançado em dezembro de 2019.
O resultado ocorre em período desafiador da economia mundial, com grande redução da demanda global por petróleo e derivados, ocasionada pelo surto do novo coronavírus (COVID-19). Em função da forte contração do mercado nacional, a Petrobras está direcionando esforços para exportação de sua produção, após atendimento à demanda interna.
“Estamos atentos aos movimentos internacionais e acessando todos os mercados. Nosso petróleo, de baixo teor de enxofre, mantém sua valorização no mercado internacional em função das especificações do IMO 2020″, informa Anelise Lara, diretora de Refino e Gás Natural da Petrobras. A IMO 2020, nova especificação mundial dos combustíveis marítimos, reduziu de 3,5% para 0,5% o limite de teor de enxofre no óleo combustível.
Segundo a executiva, no primeiro quadrimestre de 2020 a China tem sido o principal destino das vendas, absorvendo 60% do petróleo exportado. Além do gigante asiático, a Petrobras usualmente comercializa petróleo para os mercados americano, europeu, indiano e outros destinos na Ásia. “Estamos direcionando nossos esforços para exportação de petróleo e derivados por meio de uma série de ações logísticas, que possibilitam a expansão da nossa capacidade. Esperamos continuar com uma boa performance das nossas exportações, em função da retomada da demanda da China, em conjunto com ações para desenvolver novos mercados para nossos produtos”, acrescenta Anelise.
O crescimento nas exportações acompanha tendência observada no primeiro trimestre de 2020, quando as vendas ao exterior tiveram aumento de 25% em relação ao trimestre anterior (4T19).
Fonte: Assessoria de Imprensa da Petrobras
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Exportações e importações brasileiras podem cair 20% em 2020, diz Ipea
Leia mais...Dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), divulgados na terça-feira (28), mostram como a crise do novo coronavírus afetará a balança comercial brasileira em 2020. Foram analisados três cenários a partir de relatórios do Fundo Monetário Internacional (FMI) e da Organização Mundial do Comércio (OMC). No mais ponderado, o Brasil pode perder até 20,6% do volume de exportações, saindo de US$ 225,4 bilhões para a casa dos US$ 178,9 bilhões. A queda nas importações será da ordem de 20,5%, somando US$ 140,9 bilhões. Pela medida mais otimista, as exportações brasileiras sofreriam queda de 17,7% em 2020. No pior cenário, com base na OMC, queda de 29,8% nas exportações e 29,3% nas importações.
Fonte: IPEA
