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País eleva importação do insumo mesmo sem estrutura para levar gás natural a usinas
Leia mais...Neste período de seca nos reservatórios das hidrelétricas e de uma iminente crise hídrica causada pelo baixo volume de chuvas, o País deixa de aproveitar mais da metade de todo o gás natural que produz e que poderia estar sendo usado para gerar energia térmica. Ao mesmo tempo, aumentam a importação e o custo para trazer o produto de fora. Neste ano, as compras externas de gás natural pelo Brasil atingiram o maior patamar desde 2016 para os meses de janeiro a abril. Apenas em quatro meses, o País pagou US$ 1 bilhão, quase o total gasto em todo o ano passado e o dobro do valor pago no mesmo período de 2020.
Essa alta nas importações deve chegar à conta de luz, já que as usinas termoelétricas são as substitutas naturais das hidrelétricas em períodos de seca e vão ser acionadas para evitar a repetição do apagão de 2001.
Em vez de ser usado como insumo para a geração de energia térmica, o gás nacional está sendo injetado de volta nos campos marítimos, sobretudo nos do pré-sal. De janeiro a abril, o volume de gás nacional distribuído ao mercado já caiu 14%. Esse é o dado mais recente divulgado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Ao mesmo tempo, cresce a importação da matéria-prima, cobrada em dólar e a preço internacional.
O governo federal editou na quarta-feira um decreto que regulamenta a Nova Lei do Gás, sancionada em abril e que visa a modernizar o setor. A ideia é criar um mercado “aberto, dinâmico e competitivo”, segundo a Secretaria-Geral da Presidência da República. O gás natural é o principal insumo usado na geração de energia térmica, que ganhou importância neste período de crise hídrica.
A consequência direta é o aumento do preço da energia, já que esse tipo de geração é mais caro do que a hidrelétrica.
Fonte: ESTADÃO.COM.BR
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Você sabia que o OMA opera na base da cooperação e do consenso?
Leia mais...A OMA tem como objetivo ser uma ponte entre os Membros em vários níveis de desenvolvimento econômico e trabalhar em parceria com as partes interessadas públicas e privadas das Alfândegas.
Fonte: Organização Mundial das Aduanas – OMA
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Economia surpreende “favoravelmente” no 1º trimestre, diz BC
Leia mais...Data de publicação: 27/05/2021
Data de atualização: 28/05/2021A atividade econômica no primeiro trimestre de 2021 surpreendeu “favoravelmente”, com crescimento em quatro das cinco regiões do país, disse hoje (27/05) o Banco Central (BC). Apenas a Região Norte apresentou recuo na economia no período.
A análise consta do Boletim Regional, publicado trimestralmente, e que traz a evolução, por região, de indicadores que repercutem as decisões de política monetária, como produção, vendas, emprego, preços, comércio exterior, entre outros.
Segundo o documento, o cenário econômico sinaliza uma resiliência do processo de recuperação da economia. O BC avalia que, no curto prazo, os estímulos monetários, como os novos pagamentos do auxílio emergencial que começaram em abril e a chamada normalização da taxa Selic (atualmente em em 3,5% ao ano), em um patamar considerado baixo, apesar de estar em trajetória de alta, e a redução do impacto da pandemia de covid-19 devem sustentar a retomada do crescimento.
“No curto prazo, a manutenção dos estímulos monetários, mesmo com o processo de normalização parcial, o retorno dos estímulos governamentais e a redução dos impactos da crise sanitária – inclusive em decorrência da vacinação em curso – devem sustentar a retomada em âmbito nacional. A incerteza sobre o ritmo desse crescimento ainda permanece acima da usual, mas aos poucos deve retornar à normalidade”, diz o documento.
De acordo com o BC, a economia no primeiro trimestre de 2021 teve uma evolução maior do que a esperada, apesar da segunda onda da pandemia de covid-19 e do fim das medidas governamentais de combate aos impactos econômicos da crise sanitária, como o auxílio emergencial. A análise também evidencia a importância dos setores do agronegócio e da mineração para a sustentação do crescimento regionalmente, em razão do patamar elevado das cotações dessas commodities.
Norte
Em linhas gerais, o boletim destaca que a atividade econômica no Norte foi negativamente afetada pela severidade da segunda onda da covid-19 e pela redução dos auxílios governamentais, com retração expressiva das vendas do comércio, da produção da indústria de transformação, decorrente do desempenho no Amazonas, e dos serviços às famílias. A região teve um recuo de 0,9% na atividade econômica.
“O acirramento da crise sanitária e o fim do auxílio emergencial impactaram as vendas no comércio, interrompendo a recuperação que o setor vinha assinalando ao longo do segundo semestre. O volume de vendas do comércio ampliado recuou 12,2% no primeiro trimestre. À exceção de Roraima (0,2%), todos os outros estados apresentaram retração, com maior intensidade no Amazonas (-22,1%)”, diz o boletim.
Nordeste
No Nordeste, o crescimento de 0,7% da atividade esteve associado ao desempenho positivo da agricultura e da construção. Esse crescimento compensou os efeitos econômicos decorrentes do fim do auxílio emergencial e do recrudescimento da crise sanitária, que impactaram negativamente as vendas do comércio, os serviços prestados às famílias e a produção industrial.
Na região, a atividade industrial decresceu 5,3% no primeiro trimestre de 2021 com dados dessazonalizados. Com destaque para as quedas em fabricação de veículos automotores, reboques e carrocerias, em virtude do encerramento das atividades de uma montadora de grande porte na Bahia; bebidas e coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis.
Por outro lado, a perspectiva para o setor agrícola é favorável. Em 2021, a produção de grãos no Nordeste deverá atingir 23,5 milhões de toneladas, com alta de 4,1% em relação ao colhido no ano anterior, com destaque para soja e milho.
Centro-Oeste
Já no Centro-Oeste, a expansão da atividade no primeiro trimestre, mesmo com o agravamento da pandemia, foi favorecida pelo início da colheita da soja. A Região apresentou crescimento de 0,5%.
A perspectiva de nova safra recorde da soja, aliada às boas condições de comercialização tende a elevar a renda agrícola, sustentando investimentos do setor para o próximo ciclo e repercutindo positivamente em outros segmentos.
O boletim ressalta, entretanto, que o aumento dos casos da covid-19 atrasou o processo de recuperação dos serviços às famílias, que permanecem em níveis deprimidos e registraram queda significativa em março.
Sudeste
Com crescimento de 1%, os indicadores relacionados à economia do Sudeste sugerem continuidade da recuperação no primeiro trimestre, porém em ritmo mais moderado. Esse movimento foi influenciado, principalmente, pelos efeitos da dificuldade de acesso a insumos em alguns segmentos e do recrudescimento da pandemia.
As atividades de transportes, repercutindo a produção agrícola e mineração, a indústria e a agricultura apresentaram melhor desempenho, enquanto comércio e serviços às famílias recuaram.
Sul
A região Sul apresentou a maior expansão da atividade econômica dentre as regiões do país no primeiro trimestre. A região cresceu 2%, beneficiada pelo agronegócio. Esse crescimento favorece, indiretamente, os investimentos, em especial, em máquinas e equipamentos.
O boletim destaca que o processo de recuperação econômica na região, apesar de incertezas acima do usual, deve prosseguir com o desempenho positivo do agronegócio e a esperada normalização das cadeias produtivas no setor industrial.
Fonte: Agência Brasil
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Dólar cai mais de 1% e volta a ficar abaixo de R$ 5,30
Leia mais...Data de publicação: 27/05/2021
Data de atualização: 28/05/2021Em um dia de otimismo externo e de entrada de divisas de exportações, o dólar caiu mais de 1% e voltou a ficar abaixo de R$ 5,30, no nível mais baixo em duas semanas. A bolsa de valores chegou a cair durante a tarde, mas reverteu a trajetória e fechou com pequena alta.
O dólar comercial encerrou esta quinta-feira (27/05) vendido a R$ 5,255, com recuo de R$ 0,058 (-1,09%). Esse é o menor valor desde 11 de maio, quando a divisa era vendida a R4 5,224. A cotação iniciou o dia próxima da estabilidade, mas consolidou a tendência de queda ainda durante a manhã.
No mercado de ações, o dia foi marcado pela volatilidade. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 124.366 pontos, com alta de 0,3%. Apesar de ter se recuperado de quedas recentes, o indicador não conseguiu superar o recorde de 125.077 pontos, registrado em 8 de janeiro.
O dólar caiu em todo o planeta, com o real tendo o melhor desempenho entre as moedas dos países emergentes. No fator externo, a expectativa de que o governo do presidente Joe Biden apresente amanhã (28) o orçamento dos Estados Unidos para 2022 puxou para baixo a moeda norte-americana.
Com US$ 6 trilhões reservados, o orçamento representa o maior gasto público desde a Segunda Guerra Mundial. A injeção de dólares no mercado global puxa para baixo a cotação internacional da divisa. Paralelamente, os investidores aguardam para manhã (28) o anúncio de um dos índices de inflação nos Estados Unidos, o que pode reverter o otimismo de hoje nos mercados financeiros.
No Brasil, a entrada de dólares decorrente das exportações e a recuperação do preço das commodities (bens primários com cotação internacional) animou o mercado financeiro. A expectativa de que o Banco Central continue a aumentar a taxa Selic (juros básicos da economia) nas próximas reuniões também contribuiu para a queda da moeda norte-americana.
O anúncio de superávit primário em abril , melhor que o previsto, também foi bem recebido pelos investidores.
Fonte: Agência Brasil
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Comércio externo do Brasil recuou acima da média mundial em 2020
Leia mais...A pandemia de covid-19 causou impacto no comércio do Brasil com outros países acima da média mundial. No ano passado, a corrente de comércio (soma de importações e exportações) brasileira recuou 8,2%, segundo levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI), com base em números recentes da Organização Mundial do Comércio (OMC).
A variação supera o encolhimento de 7,6% na corrente de comércio mundial em 2020. Em relação aos demais membros do G20 (grupo das 20 maiores economias do planeta), o cenário também não é melhor para o Brasil. No ano passado, a corrente de comércio entre os membros do grupo diminuiu 8% em relação a 2019.
A retração na corrente de comércio brasileira resulta da queda de 7% na exportação e de 10% na importação no ano passado. O recuo nas vendas externas decorre da interrupção das cadeias de comércio e da queda do comércio internacional, principalmente nos primeiros meses da pandemia. Do lado das importações, o principal fator foi a desvalorização do real, que encareceu as mercadorias vindas do exterior.
Apesar da diminuição do fluxo comercial, o Brasil manteve-se na 27ª posição no ranking de comércio mundial. No ano passado, o país deteve 1% de participação na movimentação global de exportações e importações.
Liderança
Entre os países do G20, a China foi o único a registrar crescimento na corrente de comércio em 2020, refletindo a integração do país às cadeias globais de valor. Com crescimento de 4% nas exportações e de 1% nas importações, o país registrou uma corrente de US$ 4,6 trilhões no ano passado e viu a participação no comércio mundial subir de 12% para 13%, mantendo a liderança no ranking.
Em segundo lugar no comércio mundial ficaram os Estados Unidos. Embora a corrente de comércio do país tenha encolhido, o país exportou e importou US$ 3,8 trilhões no ano passado e concentrou 11% do comércio mundial. A Alemanha fechou 2020 em terceiro lugar, com 7% do comércio global, e o Japão em quarto, com 4%.
Em todo o planeta, também como reflexo da pandemia, o comércio de bens atingiu em 2020 o menor nível desde 2016, tendo toda a sua cadeia de valor afetada. A corrente de comércio somou US$ 35,4 trilhões, queda de 7,6% em relação a 2019. A exportação mundial caiu 7,5%, enquanto a importação recuou 7,6%.
Perspectivas
Para melhorar a integração do Brasil ao comércio global, a CNI defende políticas internas e externas. No plano interno, a entidade recomenda o avanço de reformas estruturais, principalmente a tributária, e a eliminação de gargalos que elevam o custo Brasil, como a modernização da infraestrutura. No plano externo, a agenda de comércio exterior engloba medidas de desburocratização, redução de tarifas, melhoria do financiamento e o fechamento de acordos comerciais para a redução de barreiras aos produtos brasileiros no exterior.
De acordo com a CNI, a melhoria das exportações brasileiras depende também da recuperação econômica global no pós-pandemia. Para a entidade, é necessário que os principais parceiros comerciais do Brasil, como os Estados Unidos, a Europa e os demais países da América Latina, retomem o crescimento nos próximos anos.
Fonte: Agência Brasil
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Exportações para a China crescem 36% até abril
Leia mais...Data de publicação: 22/05/2021
Data de atualização: 24/05/2021O aumento dos preços internacionais da soja e, principalmente, do minério de ferro, combinado com uma retomada da economia mundial, fez as exportações brasileiras para a China dispararem ainda mais e atingirem o maior nível da história para os meses de janeiro a abril. Nos primeiros quatro meses do ano, o País já exportou o equivalente a US$ 27,63 bilhões para os chineses, o maior valor na série histórica para o mesmo período. O número representa um aumento de 36% em relação ao mesmo período do ano passado.
Com o crescimento, o Brasil aprofunda mais sua dependência do mercado chinês. O país asiático é hoje o destino de 34% dos produtos brasileiros, nível mais alto da história e mais que o triplo das vendas para os EUA (10%), o segundo maior importador. No ano de 2001, que marcou a entrada da China na Organização Mundial do Comércio, 24% das exportações brasileiras tinham como destino os EUA e apenas 2%, a China.
Fonte: ESTADÃO.COM.BR
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Deputado sugere enquadrar turismo receptivo como agente exportador
Leia mais...Data de publicação: 20/05/2021
Data de atualização: 21/05/2021A Comissão de Turismo da Câmara dos Deputados discutiu modificação da Medida Provisória 1040/21, que trata da facilitação do comércio exterior, para que classifique o turismo receptivo como atividade exportadora. Em audiência pública nesta quinta-feira (20), o diretor de Atração de Investimentos do Ministério do Turismo, João Daniel Ruettimann, sugeriu que mais de 100 produtos usados pelo setor possam ser enquadrados como bens de capital, o que reduziria os encargos de mais de 88% sobre o custo do bem para cerca de 25%.
A proposta em discussão foi uma emenda (emenda 74) apresentada à MP pelo deputado Otávio Leite (PSDB-RJ). A alteração proposta enquadra o turismo receptivo como agente exportador, ou seja, todos os agentes turísticos que recebem turistas vindos do exterior poderiam ser incluídos. Nesta condição, o setor teria acesso a benefícios tributários e financiamentos diferenciados. Outro ponto da emenda isenta de Imposto de Renda (IR) e Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) as remessas de recursos ao exterior destinadas à promoção do turismo feitas pela Embratur e agentes privados.
Otávio Leite disse que é importante garantir o novo conceito de agente exportador para o turismo receptivo para, em seguida, ir nomeando os agentes que devem se enquadrar no novo regime. “A gente precisa criar o conceito, introduzir o conceito no nosso ordenamento jurídico; e depois ir ponto a ponto, batalhando para, isonomicamente, em função da regra constitucional da isonomia, ir ganhando essas novas facilitações”, explicou.
O diretor de Gestão Corporativa da Embratur, Edson Queiroz, disse que a emenda do deputado Otávio Leite deve reduzir os custos da agência na promoção do País em 18%. O deputado Otávio Leite disse que vai procurar o relator da MP sobre comércio exterior, o deputado Marco Bertaiolli (PSD-SP), para discutir as mudanças no texto.
Para João Daniel, do Ministério do Turismo, é preciso lembrar que o enquadramento como agente exportador sujeitaria o setor a encargos de exportação. Já a classificação como bens de capital reduziria PIS, Cofins, IPI e, conforme o caso, Imposto de Importação (I.I.).
Turistas estrangeiros
Os agentes do setor presentes lamentaram que, há mais de uma década, o Brasil patina em receber apenas 6 milhões de turistas estrangeiros por ano. Presidente da Associação Brasileira de Agências de Viagens, Magda Nassar lembrou que a França recebe 90 milhões de turistas por ano.
Vice-presidente do Brasil Convention & Visitors Bureau, Roberto Fagundes disse que o Brasil tem uma grande oportunidade com a vacinação e um eventual fim da pandemia de alavancar o turismo com o que os profissionais do setor estão chamando de “revenge travel”. O turismo de vingança se basearia no interesse por viagens extraordinárias após esse período de isolamento.
“E o momento de virada é agora. Passada essa pandemia e com todos vacinados, oxalá nós consigamos, nós viveremos um tempo em que o ‘ter’ perde a sua posição cada vez mais em troca do espaço para o ‘viver'”, prevê.
Fonte: Agência Câmara Notícias
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Brasil e China construíram relação de confiança, diz Tereza Cristina
Leia mais...Data de publicação: 20/05/2021
Data de atualização: 21/05/2021A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, disse que Brasil e China compartilham, além de uma longa parceria no agronegócio, o desafio de dar qualidade de vida àqueles que vivem no campo, corroborando com os pilares de uma agricultura sustentável. A afirmação foi feita nesta quinta-feira (20/05) por videoconferência, durante o Seminário Brasil-China.
Tereza Cristina lembrou que o Brasil é responsável pela alimentação de mais de 1 bilhão de pessoas em 180 mercados, o que, segundo ela, significa que “a cada quatro pratos de comida servidos no mundo, um conta com ingredientes originários do Brasil”, e que a China é protagonista nessa inserção brasileira nas cadeias agroalimentares globais.
A ministra acrescentou que os dois países construíram “uma relação de confiança na entrega perene, com qualidade, inocuidade e sustentabilidade”, e que há condições de se ampliar e diversificar a oferta de produtos brasileiros para consumo da população chinesa.
“Nesse contexto, temos plena consciência de que os consumidores na China, assim como no Brasil, estão cada vez mais preocupados com questões sobre sustentabilidade”, acrescentou a ministra, ao lembrar que, desde a década de 1970, a produção brasileira de grãos aumentou cerca de 400%, enquanto a área cultivada cresceu 40%.
Ela acrescentou que as mudanças climáticas afetam diretamente o agricultor, com “impactos nocivos à segurança alimentar e à preservação da biodiversidade”, e que, nesse contexto, é fundamental priorizar a redução das emissões globais de gases de efeito estufa, sobretudo de combustíveis fósseis.
“A sustentabilidade tem três pilares indissociáveis: o ambiental, o econômico e o social. Com nossos ganhos de produtividade conseguimos levar alimentos baratos ao mundo”, disse Tereza Cristina, ao destacar que o custo médio da produção brasileira “caiu pela metade em relação à década de 1970″.
“O Brasil, como a China, tem o desafio de melhorar a vida daqueles que vivem no campo, dando a eles condições semelhantes àquelas da população urbana. A China trabalhou arduamente para combater a pobreza extrema no campo ao longo dos últimos anos, alcançando grande sucesso”, completou a ministra.
Fonte: Agência Brasil
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Notícia Siscomex – Importação (0022 Antidumping em DI de Admissão em Entreposto Aduaneiro)
Leia mais...Por limitações do Sistema Integrado de Comércio Exterior (Siscomex), no caso de registro de Declaração de Importação (DI) do tipo 2 – Admissão em Entreposto Aduaneiro em que sejam importadas mercadorias sujeitas à aplicação de direitos antidumping, cujo pagamento esteja suspenso, o importador deverá indicar o ato legal, a alíquota e a forma de cálculo dos direitos antidumping no campo Informações Complementares da DI.
Fonte: Sistema Integrado de Comércio Exterior – Importação – Siscomex
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ABPA promove exportações brasileiras em uma das maiores feiras de alimentos da China
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Data de atualização: 17/05/2021Em um período estratégico para o fortalecimento de negócios com o mercado asiático, a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) representará as empresas brasileiras durante a Sial China 2021, um dos maiores eventos do setor de proteína animal no mercado asiático, que acontecerá entre 18 a 20 de maio, em Xangai.
Com espaço exclusivo no evento, a ABPA participará com estande institucional e áreas disponíveis, com salas de reunião e lounge, para atendimento dos visitantes, autoridades e todos os demais stakeholders. Durante a feira, serão exibidos aos visitantes vídeos institucionais com informações sobre qualidade, status sanitário e medidas protetivas aos trabalhadores durante a pandemia. A ação contará também com os vídeos da campanha internacional para alertar importadores e potenciais clientes contra casos de fraudes e vendas falsas, que impactam as exportações brasileiras de aves e de suínos.
“O fortalecimento da imagem e das relações entre exportadores brasileiros e o mercado chinês é o principal objetivo da ABPA durante a Sial China. Com esta ação, pretendemos, além de mostrar a qualidade e segurança dos produtos brasileiros, reforçar nossa parceria com os chineses, que lideram hoje o primeiro lugar nas importações de carne suína e de frango do Brasil”, comenta Ricardo Santin, presidente da ABPA.
Principal destino das exportações, a China foi responsável por 53% das exportações brasileiras de carne suína no primeiro quadrimestre do ano. Para a carne de frango, o país asiático importou 14,6% do total embarcado pelo Brasil durante o período.
