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Exportações brasileiras crescem acima da média mundial
Leia mais...O Brasil ampliou seu percentual de participação nas exportações mundiais em 2017, segundo dados do relatório “Trade and Statistics Outlook” divulgado pela Organização Mundial do Comércio (OMC), no qual o comércio mundial apresentou o maior crescimento em volume em seis anos, ao registrar uma expansão de 4,7%, em 2017. Em valor, as exportações mundiais aumentaram 10,6%.
Com relação ao Brasil o aumento foi acima da média mundial. As exportações cresceram 17,5 % em valor, em 2017, depois de cinco anos de quedas consecutivas. O resultado levou à ampliação da participação brasileira nas vendas mundiais para 1,23% do total – contra 1,16% em 2016. O índice de 2017 para o Brasil é o maior desde 2013, quando chegou a 1,28%.
O relatório também mostra que o crescimento das vendas brasileiras ao exterior, no período, foi o 6º mais expressivo entre os trinta maiores exportadores – na frente de países como Estados Unidos, China, Alemanha, México e Índia.
Fonte: Assessoria de Comunicação Social do MDIC
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Importações brasileiras podem usar Certificados de Origem Digitais emitidos no Uruguai
Leia mais...A partir de 9 de abril de 2018, fica autorizada a utilização de Certificado de Origem Digital (COD) no comércio entre Brasil e Uruguai, emitidos por entidades certificadoras de origem uruguaias, nas importações no Brasil de mercadorias negociadas ao amparo dos ACE 18 (acordo com Mercosul) e ACE 02 (Acordo Automotivo Brasil e Uruguai).
A decisão consta do Ato Declaratório Executivo nº 6 da Coordenação-Geral de Administração Aduaneira, que foi publicado no Diário Oficial da União desta segunda-feira, 09/04.
O COD e demais documentos vinculados à certificação de origem digital terão a mesma validade jurídica e idêntico valor que os emitidos em papel, nos termos do art. 1º da Diretriz Mercosul/CCM/DIR. nº 4, de 2010, sendo que os certificados devem ser emitidos de acordo com os procedimentos e especificações técnicas de Certificação de Origem Digital estabelecidos no âmbito da Associação Latino-Americana de Integração (Aladi).
Fonte: Aduaneiras
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Exportação de frutas cresce 18,3% nos primeiros meses de 2018
Leia mais...Venda da laranja (fresca ou seca) no mercado externo foi o destaque em janeiro e fevereiro
Nos dois primeiros meses do ano, produtores brasileiros exportaram 124,3 mil toneladas de frutas frescas e processadas para diversos países, um aumento de 14,4% no volume exportado em relação ao mesmo período de 2017. Quando se observa o valor arrecadado com as vendas, de US$ 98,1 milhões, o crescimento foi ainda maior, cerca de 18,3% em apenas um ano.
Os dados são da Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas), entidade que representa um total de 53 associados, entre cooperativas, empresas e grupos regionais de produtores.
O maior destaque entre as frutas exportadas no período é a laranja (fresca ou seca), cujo volume vendido ao exterior aumentou 96.380%, passando de 4 mil toneladas no ano passado para mais de 3,8 milhões de toneladas embarcadas nos últimos dois meses. Morango (394%) e banana (267%) também registraram forte crescimento nas vendas, em termos de volume.
Apesar dos bons números do setor na exportação, apenas 2,5% de todo o volume de frutas produzidos no país é vendido para outros países. Mesmo sendo o terceiro maior produtor de frutas do mundo, com volume anual de 44 milhões de toneladas – atrás apenas de China e Índia – o Brasil é apenas o 23º colocado na lista dos principais exportadores. “Diferentemente de produtos como carnes, café e açúcar, com os quais estamos ao mesmo tempo na lista dos maiores produtores e dos principais exportadores, no setor de frutas, ainda temos esse desafio de crescer muito nas exportações”, explica Jorge Souza, diretor técnico da Abrafrutas.
A União Europeia responde por 70% das cargas brasileiras de frutas, seguida pelos Estados Unidos (15%), e outras fatias distribuídas entre países da América do Sul e o Oriente Médio. Segundo Jorge Souza, há um potencial enorme de expansão para a Ásia, que concentra o maior contingente populacional do planeta, ainda pouco explorado pelos produtores de frutas do Brasil. “Não podemos vender ainda para a China, porque não temos acordo fitossanitário para nenhum tipo de fruta fresca para aquele país, mas já há tratativas em curso sobre isso”, revelou.
Além das barreiras fitossanitárias, o protecionismo do setor está entre os desafios para ampliar as vendas externas dos produtores nacionais. “Do ponto de vista do ambiente de negócios, esses movimentos nacionalistas que temos visto em termos comerciais pode dificultar a abertura de novos mercados. No âmbito interno, é mais um trabalho de desenvolvimento da cultura exportadora do produtor”, disse o diretor técnico da Abrafrutas. De acordo com Souza, a maioria dos produtores brasileiros é formada de pequenos proprietários, o que demanda um processo abrangente de capacitação.
Outro gargalo está na infraestrutura para escoamento da produção. “No caso das frutas, que são altamente perecíveis, os portos e aeroportos precisam estar mais bem preparados, com cadeia de frios, para garantir a integridade dos produtos”, afirma Jorge de Souza. O Brasil tem muita competitividade, disse Souza, com a exclusividade de produtos como açaí, castanha e frutos do cerrado. “Nosso país é reconhecido internacionalmente por produzir uma fruta muito doce e saborosa. Precisamos explorar essa potencialidade.”
Em dezembro do ano passado, a Abrafrutas e a Agência de Promoção de Exportações (Apex-Brasil) assinaram convênio para a promoção de ações com o objetivo de aumentar as exportações de frutas. O acordo foi firmado há dois anos, e a meta é que as exportações de frutas brasileiras alcancem a marca recorde de US$ 1 bilhão até o fim de 2019. Com a ajuda da Apex, os produtores vão participar de feiras e missões e visitar outros países.
Fonte: Ag. Brasil
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Cornetas da guerra comercial
Leia mais...Os corneteiros da guerra comercial assustam os mercados, mas há tempo, ainda, para um acordo de paz. O susto aumentou com a resposta chinesa à ameaça americana de taxar a importação de produtos no valor anual de US$ 50 bilhões. Cotações despencaram nas bolsas de valores, incluída a Bovespa. Foi afetado também o mercado de matérias-primas e caíram os preços do petróleo, do cobre e, inevitavelmente, da soja. O temor espalhou-se quando Pequim anunciou a disposição de taxar mais de uma centena de bens, com valor total parecido com o da lista americana publicada um dia antes. Entre os itens principais da relação chinesa estão aviões e carros, além de produtos agropecuários. Essa relação, como se previa, atinge severamente Estados onde houve grande apoio à eleição do presidente Donald Trump. Mas o governo chinês logo apontou o caminho da negociação, ao apresentar à Organização Mundial do Comércio (OMC) um pedido de consultas com as autoridades americanas. Se as conversações falharem, uma disputa legal será iniciada. A análise está em nota publicada na edição de hoje do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: O Estado de S.Paulo
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Fazenda quer reduzir taxas de importação
Leia mais...Segundo noticiado pelo O Estado de S. Paulo, o Ministério da Fazenda estuda uma redução nas alíquotas de importação para bens de capital e informática que entram no País. A intenção é dar início a uma queda gradual e progressiva no imposto cobrado sobre os bens importados até que a taxa alcance a média cobrada internacionalmente, informou Marcello de Moura Estevão Filho, secretário de Assuntos Internacionais do ministério. A alíquota média brasileira de importação é de 14% para bens de capital, ante média internacional estimada pela Fazenda em 4%. No caso dos produtos de informática e telecomunicações, a alíquota média em vigor no Brasil varia entre 6% e 16%. A medida enfrenta resistência no meio produtivo.
Fonte: O Estado de S.Paulo
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Comissão debate investimentos em infraestrutura para escoamento da produção agrícola
Leia mais...A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) promove nesta terça-feira (3) audiência pública interativa para debater os investimentos em infraestrutura logística de estradas para escoamento da produção agrícola. O debate tem início às 11h na sala 7 da Ala Senador Alexandre Costa.
A audiência pública atende a requerimento do presidente da CRA, senador Ivo Cassol (PP-RO) e será realizada com a participação de um representante do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão.
Especialistas argumentam que quanto maiores os custos logísticos para transporte da safra menores serão o lucro e a competitividade do produto brasileiro. Levantamento da Confederação Nacional do Transporte (CNT) aponta que as más condições das rodovias tornam o transporte do milho e soja R$ 3,8 bilhões mais caro. Por sua vez, estimativas do Ministério da Agricultura indicam que, em 10 anos, a safra de grãos no país deverá crescer 30%.
Fonte: Agência Senado – SF
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Seminário reunirá empresários brasileiros e jordanianos para debater comércio e investimentos
Leia mais...São Paulo – Um seminário vai mostrar as oportunidades de negócios e investimentos na Jordânia nesta terça-feira (03) na sede da Câmara de Comércio Árabe Brasileira, na capital paulista. O encontro apontará tanto as possibilidades para empresas brasileiras no país árabe quanto para companhias jordanianas no Brasil. Haverá espaço na programação para networking.
“A ideia do seminário é colocar empresários dos dois países em contato porque, dessa forma, criam-se novas oportunidades, novas ideias e novos empreendimentos conjuntos”, afirmou à ANBA o embaixador da Jordânia no Brasil, Malek Twal.
O seminário terá participação de delegação jordaniana que representa os setores de comércio e indústria do país. O grupo, com cerca de 20 pessoas, será liderado pelo presidente da Câmara de Comércio da Jordânia, Nael Al Kabariti, que também é o presidente da União das Câmaras Árabes.
O embaixador Twal afirma que as relações entre a Jordânia e o Brasil são historicamente muito boas e sólidas, mas o comércio e os investimentos não refletem essa amizade. “Os investimentos são quase inexistentes e a balança comercial é mínima”, afirma o diplomata jordaniano. Ele acredita que o seminário contribuirá para mudar essa realidade, aumentar a balança comercial e os investimentos.
“É uma delegação grande que reflete o interesse genuíno da Jordânia em aumentar as relações de investimento e comércio com o Brasil”, disse Twal, sobre o grupo de jordanianos que estará no Brasil e que também participará do Fórum Econômico Brasil-Países Árabes, que ocorrerá na véspera (02/04), na capital paulista.
O Brasil teve receita de US$ 223,6 milhões com exportações para a Jordânia no ano passado e a Jordânia faturou US$ 7,51 milhões com vendas ao Brasil. Apesar dos números pouco expressivos, os envios brasileiros ao país árabe avançaram 453% nos últimos dez anos, enquanto que os jordanianos cresceram 79,2%, segundo dados divulgados pela Câmara Árabe.
O seminário deve abrir espaço para a intensificação dessas relações. O presidente da Câmara Árabe, Rubens Hannun, afirma que a Jordânia tem vários interesses em comum com o Brasil, entre eles a sustentabilidade e a produção de games. A Jordânia é famosa por transformar games para o idioma e a cultura árabe e o Brasil tem produção na área.
Hannun cita ainda como setor que pode ser explorado nas relações com a Jordânia o de construção, já que o país está investindo bastante na área, e lembra que a Jordânia é considerada um entreposto na região e tem acordo de comércio com a União Europeia.
A executiva de Negócios Internacionais da Câmara Árabe, Fernanda Baltazar, acrescenta que o país árabe é produtor de cosméticos e tem uma indústria farmacêutica forte, o que pode interessar ao Brasil como importador. Já o mercado jordaniano é atraente para as empresas brasileiras, pois é comprador de alimentos e importa gado vivo. Ela diz que a Jordânia tem ambiente seguro para investimentos. “E tem mão-de-obra qualificada e jovem”, afirma.
As inscrições para empresas interessadas em participar do seminário estão abertas e são gratuitas. Além de representantes da Câmara de Comércio da Jordânia, também participam do encontro representantes da Câmara de Comércio de Amã. As duas entidades, assim como a Embaixada da Jordânia no Brasil, apoiam a realização do seminário “Oportunidades de Negócios e Investimentos na Jordânia” pela Câmara de Comércio Árabe Brasileira.
Serviço:
Seminário Oportunidades de Negócios e Investimentos na Jordânia
Dia 03 de abril, às 9h30
Auditório Câmara Árabe
Avenida Paulista, 283 – 11º andar – São Paulo – SP
Inscrições abertas e gratuitas para empresas
Inscrições: https://bit.ly/2GTEJTL(*) Com informações da ANBA
Fonte: www.comexdobrasil.com
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Brasil e Reino Unido assinam acordos para diminuir barreiras comerciais
Leia mais...Brasil e o Reino Unido firmaram na quarta-feira (28) um memorando de entendimento para fortalecer o comércio entre os países, além de um acordo para acelerar a análise de pedidos de patentes. Espera-se a redução de barreiras ao comércio bilateral e a intensificação da cooperação e exportação. O memorando prevê instrumentos de facilitação da entrada do Brasil na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e o suporte à reestruturação do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi). Já o acordo para agilizar a liberação de patentes irá funcionar por meio do trabalho conjunto entre o Inpi e o Escritório de Propriedade Intelectual do Reino Unido (UKIPO, na sigla em inglês). Após a patente ter sido concedida por um dos escritórios, o solicitante pode pedir que o exame da patente seja priorizado no outro país, o que estimula a inovação e criatividade do setor privado.
Fonte: Governo do Brasil, com informações do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços
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Bens de capital, informática e telecomunicações têm tarifas zeradas pela Camex
Leia mais...O Diário Oficial da União de 28/03 trouxe resoluções da Câmara de Comércio Exterior (Camex) que alteraram as tarifas de importação de bens de capital (BK), informática e telecomunicações (BIT) na condição de ex-tarifários.
A resolução nº 22/2018 contempla a relação de 38 ex-tarifários para bens de informática e telecomunicações, sendo 20 pedidos novos e 18 pedidos de renovação.
Já a resolução nº 23/2018 trata da alteração da alíquota de importação para 293 ex-tarifários para bens de capital, sendo 237 pedidos novos e 56 pedidos de renovação.
As alterações para 0% das tarifas de importação, de ambas as resoluções, vigoram até 31 de dezembro de 2019.
Também a Lista Brasileira de Exceções à Tarifa Externa Comum do Mercosul (Letec) foi alterada (Resolução nº 21/2018), em relação ao código 4703 .21.00 da Nomenclatura Comum do Mercosul.
Fonte: Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços – MDIC
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Nova resolução evita condutas lesivas e isenta os usuários dos custos da omissão de embarque, diz diretor da ANTAQ
Leia mais...Mário Povia mencionou que a Antaq estava devendo para o mercado uma norma que atendesse aos importadores e exportadores
O diretor-geral substituto da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), Mário Povia, afirmou que a Resolução Normativa nº 18, editada em dezembro de 2017, dará mais previsibilidade e melhorará a prestação de serviços aos usuários que operam no meio marítimo e portuário. Em entrevista à Agência CNI de Notícias, Povia mencionou que a Antaq estava devendo para o mercado uma norma que atendesse aos importadores e exportadores. “É uma norma visivelmente focada em coibir abusos e condutas lesivas ao usuário”, frisou.
Entre as medidas que atendem o setor industrial está o veto à cobrança pela estadia de carga adicional do contêiner no terminal quando não ocorre o embarque por omissão do armador. Tal situação acontece com frequência quando o navio segue viagem direta para portos maiores a fim de ganhar tempo, assim cancelando paradas previamente marcadas para portos menores. Com a nova regra, o custo passará a ser cobrado diretamente ao responsável pelo não embarque da mercadoria.
Na entrevista, o diretor da Anataq também explicou o motivo pelo qual a agência suprimiu da resolução o cadastro dos armadores estrangeiros. Povia falou ainda sobre a questão do escaneamento de contêineres, que tem gerado prejuízos incalculáveis para exportadores e importadores brasileiros – os terminais portuários cobram entre R$ 39,28 e R$ 1.032 para passar pelo aparelho de scanner cada um dos contêineres que entra ou sai do país, com carga ou vazio.
A CNI aguarda uma definição da Antaq quanto ao pedido de suspensão imediata da cobrança. “Entendemos que há razoabilidade na cobrança. Por outro lado, entendemos que pode estar havendo abusos aqui ou ali”, afirmou Mário Povia, que estima um prazo de 60 dias para a Antaq se pronunciar de forma definitiva sobre o tema. Confira a íntegra da entrevista:
Fonte: Agência CNI
