• Produzidos no Brasil, ovos sem patógeno serão importados para a Índia

    29 junho 2018
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    A Índia irá comprar do Brasil ovos Livres de Patógenos Específicos. O Departamento de Saúde Animal (DSA) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) recebeu nesta quinta-feira (28/06) informe da aceitação dos modelos de certificados zoossanitários para exportação pelo Departamento de Pecuária, Laticínios e Pesca da Índia.

    Esses ovos são produzidos em estabelecimentos avícolas registrados e monitorados sanitariamente pelo ministério e têm alto padrão de biosseguridade e são matérias-primas para a produção de insumos, antígenos e vacinas para animais, assim como de vacinas para uso humano.

    São raros os países que produzem esse tipo de ovo, em virtude do nível de tecnologia e controle sanitário aplicados nos estabelecimentos avícolas autorizados a realizar a atividade, já o Brasil produz aproximadamente cinco milhões desses ovos, por ano.

    Fonte: Aviculturaindustrial.com.br

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  • AEB promove ENAEX 2018 em agosto

    25 junho 2018
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    A Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB) promove em 15 e 16 de agosto, no Centro de Convenções SulAmérica, no Rio de Janeiro, a 37ª edição do Encontro Nacional de Comércio Exterior (ENAEX 2018). “Desafios para um Comércio Exterior Competitivo” será o tema que norteará as discussões e reunirá representantes do governo e de toda a cadeia de negócios do comércio internacional. Entre os temas a serem abordados estão: os reflexos da atual geopolítica mundial no comércio exterior brasileiro; alternativas para viabilizar as exportações de commodities com maior valor agregado; defesa comercial no Brasil e no mundo; e a mulher no comércio internacional.

    Paralelamente ao evento, ocorrerá a reunião do Conselho de Comércio Exterior do MERCOSUL (MERCOEX).

    Informações podem ser obtidas no site www.enaex.com.br/enaex2018

    Fonte: Assessoria de imprensa AEB

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  • Empresa brasileira de turbos exporta para os árabes

    25 junho 2018
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    Líder de mercado no Brasil, de turbos para veículos, a empresa brasileira Master Power exporta para os países árabes há mais de dez anos e pretende expandir o negócio nestes países nos próximos anos, principalmente para a Arábia Saudita, que é um mercado mais novo.

    Os negócios da Master Power com o Iraque são assessorados pela Lipaco, comercial exportadora que intermedia negócios principalmente entre empresas brasileiras e árabes. A Master Power conta com representantes em quase todos os estados, com exceção de Amazonas, Roraima e Amapá. A companhia com sede em São Marcos, no Rio Grande do Sul, tem 52 anos e começou como oficina; em meados dos anos 1970 começou a fabricar turbos, acessórios que reduzem emissões, melhoram a potência e otimizam o consumo dos veículos. Hoje, fornece o produto para caminhões, ônibus, barcos, tratores e maquinários agrícolas, veículos de passeio, vans e caminhonetes.

    Fonte: Agência Anba – Anba

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  • Abicalçados comemora manutenção de alíquota para importação

    22 junho 2018
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    A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) comemora a manutenção da alíquota de importação de 35% para calçados de três NCMs (a maioria deles do segmento de esportivos). A resolução foi tomada em reunião realizada na noite de terça-feira (19), na Câmara de Comércio Exterior (Camex), órgão ligado ao Governo Federal que regulamenta as questões relativas ao comércio exterior de bens e produtos.

    Originalmente, a solicitação dos importadores de calçados esportivos era de uma redução de 35% para 20% na alíquota, o que poderia provocar uma onda de desemprego na indústria calçadista nacional. Segundo o presidente-executivo da Abicalçados, Heitor Klein, a redução abriria as portas para a concorrência desleal, especialmente de grandes marcas esportivas produtoras na Ásia. “Sem a alíquota atual (35%), de 2000 a 2007 as importações de calçados aumentaram quase 500%, de 6 milhões de pares para 28,7 milhões. O fato destruiu empregos no Brasil, fechou fábricas. Seria um desastre, ainda mais em um momento conturbado para o setor, repetir o mesmo erro”, avalia Klein, ressaltando que a atividade segue abalada pela queda da demanda, especialmente do mercado doméstico.

    Fonte: Assessoria de Imprensa da Abicalçados – Associação Brasileira das Indústrias de Calçados – Abicalçados

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  • Novo Processo de Exportações

    22 junho 2018
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    Com o desligamento do NOVOEX para a inclusão de novos registros a partir do dia 2 de julho de 2018, o Registro de Exportação (RE) inserido no sistema até 1º de julho de 2018 poderá ser utilizado, até o fim do seu prazo de validade, para o início do despacho aduaneiro de exportação.

    A informação consta da Notícia Siscomex-Exportação 0051, de 20/06/2018.

    Adicionalmente o RE inserido no sistema até 1º de julho de 2018 poderá ser retificado nos termos da Seção II do Capítulo IV da Portaria Secex nº 23, de 14 de julho 2011.

    Fonte: Portal Siscomex

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  • Cai em 8,5% a exportação de carne de frango

    22 junho 2018
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    As exportações de carne de frango do Brasil recuaram 8,5% de janeiro a maio deste ano sobre o mesmo período do ano anterior, segundo números divulgados nesta quinta-feira (21) pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

    A quantidade exportada pelo Brasil em carne de frango no acumulado deste ano até maio foi 1,6 milhão de toneladas. No mesmo período do ano passado, foram embarcadas 149 mil toneladas a mais.

    Em valores, as exportações caíram ainda mais, em 12,3%, na mesma comparação. Foram US$ 2,6 bilhões em receita obtida de janeiro a maio de 2018 e US$ 2,96 bilhões nos cinco primeiros meses de 2017 – um total de US$ 364 milhões a mais.

    Em maio, houve retração de 4,7% na quantidade embarcada em carne de frango pelo Brasil, com 333,2 mil toneladas. A receita ficou em US$ 517,6 milhões e teve queda de 13% sobre o mesmo mês do ano passado.

    Fonte: Agência Anba – Anba

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  • Comércio exterior teve superávit de US$ 1,9 bilhão

    19 junho 2018
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    Na semana passada, a balança comercial brasileira teve saldo positivo de US$ 1,9 bilhão, resultado de exportações de US$ 5,57 bilhões e importações de US$ 3,6 bilhões.

    No acumulado do mês até a última sexta-feira (15), o saldo do comércio exterior do País também ficou positivo, em US$ 2,8 bilhões, com exportações de US$ 10,4 bilhões e importações de US$ 7,5 bilhões. No acumulado do ano o superávit é de US$ 27 bilhões, com vendas de US$ 104,6 bilhões e compras de US$ 76,9 bilhões. Já, na terceira semana de junho, a média de exportações diárias ficou em US$ 1,1 bilhão, com crescimento de 3,75% sobre a média até a segunda semana do mês.

    Houve crescimento também na média de envios de produtos semimanufaturados, com melhor desempenho de celulose, ferro-ligas, ouro em formas semimanufaturadas, ferro fundido, açúcar em bruto, couros e peles. Avançaram ainda as exportações de manufaturados, em função, principalmente, de suco de laranja não congelado, óleos combustíveis, aviões, automóveis de passageiros, veículos de carga, torneiras, válvulas e partes.

    Nas importações o crescimento foi de 9,8% na média diária da terceira semana de junho sobre a média de compras do acumulado do mês até a segunda semana. Foram US$ 720,1 milhões em importações por dia na semana passada, com crescimento principalmente nos gastos com combustíveis e lubrificantes, automóveis e partes, equipamentos mecânicos, aeronaves e peças, instrumentos de ótica e precisão.

    Fonte: Agência Anba – Anba

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  • A greve e seu reflexo nas exportações

    15 junho 2018
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    Como sugerem os números da balança comercial de maio, o impacto da greve dos transportadores sobre o comércio exterior foi imediato. A média diária das exportações brasileiras superou US$ 1,11 bilhão na primeira semana de maio e US$ 1,06 bilhão nas primeiras três semanas do mês, montante que caiu para US$ 699 milhões na quarta semana e para US$ 642 milhões na quinta semana.

    Menos exportações significam menos faturamento das empresas, menos lucros e menos empregos.

    Até nos números gerais do comércio exterior do mês passado ficou evidente a frustração de expectativas: o superávit comercial (diferença entre exportações e importações) era estimado pelas consultorias econômicas em cerca de US$ 7,5 bilhões e recuou para menos de US$ 6 bilhões no mês. As importações também cairam no mês anterior, mas, neste caso, a frustração de expectativas foi menor e ainda foi registrado um expressivo aumento em relação a maio de 2017.

    Os produtos mais afetados pela greve, na exportação, foram os manufaturados. Entre maio de 2017 e maio de 2018, as exportações de manufaturados caíram 17,3%. A queda dos semimanufaturados foi de 9,5%. Só as exportações de itens básicos, inclusive petróleo em bruto, farelo de soja e soja em grão, subiram 18,4% e salvaram as vendas de uma queda ainda maior.

    No mês de maio, as exportações de US$ 19,2 bilhões ainda superaram as exportações do mesmo período do ano passado, em 1,9%, percentual muito inferior ao registrado nos primeiros cinco meses dos dois anos (+6,5%) e nos últimos 12 meses (+13,3%). Quanto às importações, elas apresentaram alta em quase todas as comparações, mas em relação a abril houve queda de 3,8% na média diária.

    O reflexo da greve deve ser bem intenso por mais alguns dias e, em alguns casos, terá uma perda não recuperável.

    Fonte: ESTADÃO.COM.BR

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  • Calçadistas estreitam laços com agentes de importação na França

    15 junho 2018
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    Com o objetivo de encontrar agentes e distribuidores para inserção de marcas – ou incremento dela – no mercado francês, a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), por meio do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados mantido em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), levou 19 marcas para uma Missão na França. Os encontros, que aconteceram entre os dias 11 e 13 de junho, são resultado de um Estudo de Mercado realizado pela entidade calçadista, que apontou a necessidade de intermediação de parceiro local para o incremento das vendas de calçados naquele país.

    A analista de Promoção Comercial da Abicalçados, Paola Pontin, ressalta que foram realizados bons contatos com agentes não somente do mercado francês, mas da Bélgica e Suíça. “Temos ciência da dificuldade que é inserir marca própria em um mercado dominado por private label – quando no produto vai a marca do importador – e por isso a missão foi tão relevante para abrir espaço para o Made In Brazil não só na França, mas na Europa”, avalia.

    Uma das empresas com maior destaque na Missão foi a Jorge Bischoff, que já trabalha com marca própria no país. “Já tivemos parceiro local que foi fundamental para o processo de inserção da nossa marca. Neste evento conhecemos novos potenciais parceiros que podem nos aproximar ainda mais do consumidor francês”, ressalta a trader Mariana Martins.

    O gerente de exportação da Democrata, Anderson Melo, conta que durante a missão teve a oportunidade de conversar com um importante agente local, que trabalha com lojas e boutiques de alto nível. “Ele enxergou na Democrata algumas linhas de produtos com as quais pode desenvolver um projeto”, comemora.

    A Pegada foi outra marca que saiu satisfeita com o evento. Segundo o gerente de exportação da marca, Gustavo Spohr, foram realizados dois contatos promissores com agentes locais. “A Pegada pode complementar o portfólio com o qual esse agente já trabalha”, avalia.

    Fonte: Apex-Brasil

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  • Importador pode deixar mercado de diesel

    15 junho 2018
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    A responsabilidade deve ficar com a Petrobrás, que ficará com o ônus de garantir o abastecimento à população. Sem muita margem para produzir mais em suas refinarias, caberá à petroleira recorrer ao produto de outros países, o que, pode ser um retrocesso a um período em que a estatal perdia dinheiro com a venda de combustíveis.

    Para garantir o desconto para os consumidores, o governo instituiu um preço de referência a ser perseguido pela Petrobrás e importadores desde a última sexta-feira, 08/05. Se essas empresas venderem a um valor menor do que esse preço de referência, recebem um subsídio do Tesouro, no limite de R$ 0,30 por litro.

    Produtos em estoque

    Desde sexta-feira (08/05), as importadoras trabalham exclusivamente com o que estocado e apenas por esse volume receberão o subsídio do governo. A contar de julho de 2017, a Petrobrás reajusta os preços dos combustíveis seguindo as variações do petróleo no mercado internacional e do câmbio. Assim, aos poucos, refez o caixa para compensar perdas do passado, quando os valores permaneceram congelados. São necessários cerca de 40 dias, entre a compra do combustível e a entrega num porto brasileiro. Isso significa que a Petrobrás deve começar a se movimentar nos próximos dias.

    Fonte: ESTADÃO.COM.BR

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