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Duas primeiras semanas de junho têm superávit de US$ 914 milhões
Leia mais...Com seis dias úteis, as duas primeiras semanas de junho tiveram superávit de US$ 914 milhões – resultado de exportações de US$ 4,849 bilhões e importações de US$ 3,935 bilhões. No ano, as vendas ao exterior somam US$ 98,481 bilhões e as compras externas, US$ 73,393 bilhões, com saldo positivo de US$ 25,088 bilhões.
Mês
Nas exportações, comparadas as médias até a segunda semana de junho (US$ 808,2 milhões) com a de junho do ano passado (US$ 941,9 milhões), houve queda de 14,2%, em razão da diminuição nas vendas de semimanufaturados (-26%, em razão de açúcar em bruto, ouro em formas semimanufaturas, celulose, ferro-ligas e ferro fundido bruto) e produtos básicos (-23,8%, por conta de petróleo em bruto, carnes de frango e bovina, farelo de soja, minério de ferro, milho em grãos). Os produtos manufaturados tiveram aumento (4,5%, por conta de óxidos e hidróxidos de alumínio, reboques, semirreboques e partes, máquinas e aparelhos de terraplanagem, tubos flexíveis de ferro e aço e obras de mármore e granito). Em relação a maio, houve queda de 11,8%, em virtude da redução nas vendas de produtos básicos (-33,4%) e semimanufaturados (-7,8%) enquanto que aumentaram as exportações de produtos manufaturados (30%).
Nas importações, a média diária até a segunda semana de junho (US$ 655,8 milhões), ficou 9,3% acima da média de junho do ano passado (US$ 599,8 milhões). Nessa comparação, aumentaram os gastos, principalmente, com químicos orgânicos e inorgânicos (46,7%), farmacêuticos (45%), equipamentos eletroeletrônicos (25,7%), veículos automóveis e partes (24,5%) e equipamentos mecânicos (14,2%). Em relação a maio último, registrou-se crescimento de 3,8%, pelo aumento nas compras de cereais e produtos de moagem (87,8%), químicos orgânicos e inorgânicos (31,3%), plásticos e obras (18,5%), adubos e fertilizantes (17,8%) e equipamentos eletroeletrônicos (12,2%).
Fonte: Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços – MDIC
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Após recorde, importações de petróleo feitas pela China caem em maio
Leia mais...As importações de petróleo da China em maio caíram de máximas atingidas no mês anterior, informam dados de alfândega, conforme refinarias estatais entraram em manutenção programada e algumas plantas independentes foram ordenadas a conter a operação antes de um importante evento em uma cidade portuária.
As importações nos primeiros cinco meses deste ano foram de 190 milhões de toneladas, que não apontaram uma comparação. Com base nos dados do ano passado, houve uma alta de 7,8% na comparação anual. Mas as importações em maio subiram quase 5% um ano antes.
Em maio, as importações de gás natural da China, incluindo por gasodutos e Gás Natural Liquefeito (GNL), somaram 7,4 milhões de toneladas, alta de 36,5 por cento na comparação anual, conforme empresas mantiveram fortes compras para preencher estoques e cobrir uma robusta demanda industrial.
Em 2018, as importações acumuladas foram de aproximadamente 34,8 milhões de toneladas, também alta se comparadas ao mesmo período do ano anterior.
Fonte: Diário do Comércio e Indústria – DCI
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China vai impor medidas antidumping sobre importação de frango
Leia mais...Essas medidas, que entram em vigor a partir do dia 9 de maio, supõem que os importadores deverão pagar aos depósitos alfandegários chineses entre 18,8% e 38,4%, que é a faixa de dumping (venda de produtos com preço abaixo de mercado) que as autoridades de Pequim calculam que têm as exportações brasileiras desse produto.
Frangos
A decisão foi tomada depois que uma pesquisa determinou que o dumping está ocorrendo nas exportações do frango brasileiro, o que vem prejudicando “substancialmente” o setor chinês, disse o comunicado do ministério.
O Brasil é a origem de mais de 50% das importações de carne de frango do país asiático. A China é o maior consumidor mundial de frango brasileiro, e 85% das importações congeladas dessa carne procedem do Brasil.
A decisão da China é resultado de investigações sobre a prática de dumping que começaram em agosto do ano passado, por solicitação de produtores locais. Mas ainda é uma decisão provisória uma vez que o prazo de conclusão da investigação é agosto deste ano, com a possibilidade de prorrogação por mais 12 meses.
ABPA
Em nota, a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) afirmou que “não há qualquer nexo causal entre as exportações de carne de frango do Brasil e eventuais situações mercadológicas locais”. “Os esclarecimentos apresentados pelo setor produtivo e pelas agroindústrias exportadoras deixaram clara a ausência de qualquer possível dano aos produtores e ao mercado chinês”, acrescenta a associação.
A entidade considera que a medida é “um retrocesso nas boas relações comerciais construídas por brasileiros e chineses ao longo desta década, bem como na parceria visando à complementariedade na garantia da segurança alimentar da China”.
Segundo a ABPA, apesar de uma potencial retração no desempenho dos embarques em toneladas, o fluxo comercial deverá ser mantido mesmo com a imposição da medida, frente à necessidade e alta demanda do mercado chinês. Em 2017, o país asiático foi destino de 391,4 mil toneladas de carne de frango do Brasil, equivalente a 9,2% de tudo o que o país embarcou no período.
“A decisão é provisória. A medida final será anunciada em agosto deste ano. A ABPA continuará a trabalhar no âmbito do processo, buscando reverter a decisão imposta temporariamente”, disse a associação.
Os ministérios das Relações Exteriores e da Indústria, Comércio Exterior e Serviço devem divulgar ainda hoje, sexta-feira (08/05) uma nota conjunta sobre a decisão da China.
Fonte: Agência Brasil
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Produtores de aço recorrem à Justiça contra governo
Leia mais...Nesta quarta-feira, 6 de junho, o presidente da entidade, Marco Polo de Mello Lopes, afirmou que estuda as formas de questionar a medida. Ainda não houve um consenso de todas as entidades envolvidas quanto à ação judicial, mas, segundo Lopes, o Aço Brasil irá em frente com uma ação judicial mesmo que outras entidades não se juntem a ela.
Como parte de um pacote lançado pelo governo para compensar as perdas geradas com o subsídio ao preço do diesel após a paralisação dos caminhoneiros, o Reintegra teve sua alíquota reduzida de 2% para 0,1%. A mudança é criticada pelas indústrias, que acreditam que o Reintegra não era apenas um benefício, mas uma forma de compensar exportadores de manufaturados por tributos pagos ao longo da cadeia.
Entre os exportadores, foi criada uma coalizão de entidades que tem pressionado o governo contra o fim do Reintegra. O grupo, comandado pela Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), tem representantes de setores como calçados, tecidos, máquinas, automóveis, eletroeletrônicos, químico e siderúrgico.
A alteração da alíquota para quase zero é considerada uma suspensão inesperada do benefício, algo que tem sido visto como um sinal de insegurança jurídica e um descumprimento da legislação tributária.
A AEB estimou que exportadores terão alta de custos de 5% a 8% com corte no Reintegra e outras medidas como a reoneração da folha de pagamento e o tabelamento de fretes – ações tomadas pelo governo para aplacar a crise gerada com a greve dos caminhoneiros e compensar a necessidade de compensar a Petrobrás pelo subsídio ao diesel .
Fonte: ESTADÃO.COM.BR
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Balança comercial de maio é afetada pela greve dos caminhoneiros
Leia mais...A greve dos caminhoneiros teve grande impacto nos resultados da balança comercial brasileira. Entre os dias 21 a 31 de maio, o volume médio diário das exportações recuou 36%. A paralisação do setor prejudicou principalmente a exportação de produtos manufaturados, que apresentou queda de 17,3%.
De acordo com o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), entre os dias 14 a 20 de maio, o valor exportado era em média de R$ 1,047 bilhão. Entre os dias 21 e 17, após o início da greve, apresentou uma queda de 33,23%. Na última semana do mês, depois do dia 28 de maio, o recuo chegou a 38,68%. A exportação para o País decresceu 15,4%, puxada principalmente pela venda de automóveis de passageiros e veículos de carga.
Resultados
Ainda de acordo com a MDIC, a balança comercial brasileira teve um superávit de US$ 5,981 bilhões em maio. O saldo comercial é resultado de exportações de US$ 19,241 bilhões e de importações de US$ 13,260 bilhões .No acumulado de janeiro a maio, o superávit comercial somou US$ 26,155 bilhões, valor 9,9% inferior em comparação ao mesmo período de 2017. No ano, o superávit soma US$ 26,155 bilhões. A previsão para 2018 é que o saldo da balança comercial brasileira alcance um valor acima de US$ 50 bilhões.
Fonte: Diário do Comércio e Indústria – DCI
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Greve: perdas do setor de navegação ultrapassam R$ 1,5 bilhão
Leia mais...Os 10 dias de greve nacional dos caminhoneiros geraram prejuízos que superam a marca dos US$ 410 milhões, o equivalente a R$ 1,5 bilhão, ao setor de navegação no Porto de Santos. O cálculo é conservador e pode ser ainda maior por conta da variação de tarifas. O montante leva em consideração vários fatores,todos relacionados aos atrasos e à falta de mercadorias de exportação no complexo santista.
Fonte: A Tribuna
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Ibama relaciona licenças disponíveis no Portal Único
Leia mais...Desde 29/05/2018, os modelos LPCO do Ibama “Licença CITES (Flora)” e “Licença CITES e não CITES (Fauna)” estão disponíveis no Portal Único de Comércio Exterior. A informação consta da Notícia Siscomex-Exportação 0047, de 30/05/2018.
A notícia também comunica aos exportadores e usuários do sistema de emissão de Licenças Cites (Convenção sobre Comércio Internacional das Espécies da Flora e Fauna Selvagens em Perigo de Extinção) – Siscites, que, no dia 2 de julho, o atual sistema de registro de exportação (RE Novoex) será desligado para novas operações.
O procedimento de autorização de exportação (LPCO) será feito pelo Ibama e deve ser finalizado pelos exportadores com a emissão da Declaração Única de Exportação (DU-E).
Fonte: Portal Siscomex
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Calçadistas realizam missão comercial na França
Leia mais...De olho em um mercado que consome mais de 400 milhões de pares de calçados por ano, quase todos eles importados, a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), por meio do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações mantido em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), promove a primeira Missão Comercial à França.
O evento, que acontece com 19 marcas brasileiras, entre 11 e 13 de junho, em Paris, tem como objetivo a captação de agentes e distribuidores qualificados para a atuação naquele mercado.
A França vem aumentando as importações de calçados brasileiros. No primeiro quadrimestre deste ano, os franceses compraram mais de três milhões de pares verde-amarelos, 54% mais do que no mesmo período de 2017.
Atualmente o país é o terceiro principal destino do calçado brasileiro no exterior, porém com grande incidência de private label (com a marca do cliente local).
Fonte: Assessoria de Imprensa da Abicalçados – Associação Brasileira das Indústrias de Calçados – Abicalçados
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Exportação de cafés diferenciados atinge 1,78 milhão de sacas de janeiro a abril
Leia mais...As exportações dos cafés diferenciados produzidos no Brasil, que incluem aqueles que têm qualidade superior ou algum tipo de certificado de práticas sustentáveis, somaram o equivalente a 1,78 milhão de sacas de 60kg com preço médio de US$ 190,58 e geraram US$ 339,39 milhões de receita cambial no primeiro quadrimestre de 2018. Esse volume exportado foi 26,3% superior ao volume de 2017.
No período, os cafés diferenciados tiveram preço médio adicional de 28,8% em relação aos cafés naturais/médios, o que equivale a US$ 42,57 por saca. A receita cambial dos cafés diferenciados correspondeu a 21,3% da receita total das exportações dos Cafés do Brasil, que foi de US$ 1,596 bilhão nesse período. Estes dados e análises, entre vários outros do mercado internacional do café de interesse do setor, constam do Relatório mensal abril 2018 do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil – Cecafé.
Fonte: Embrapa Café
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Indústria siderúrgica ataca decisão de não sobretaxar aço chinês
Leia mais...Representando as siderúrgicas, o Instituto Aço Brasil atacou, na última quarta-feira (23/05), a decisão da Camex de adiar por um ano imposição de tarifas sobre laminados planos importados da China.
Na segunda-feira (21/05), a Câmara de Comércio Exterior (Camex) aprovou a aplicação de medidas compensatórias sobre as importações de laminados planos da China. Porém decidiu suspender a medida porque ela poderia causar aumento de preços e custos no Brasil. A indústria nacional havia pedido medidas compensatórias, que podem ser sobretaxas ou cotas, sobre a importação de laminados chineses, alegando que o País subsidia a exportação dos produtos. Em janeiro deste ano, a Camex tomara decisão na mesma linha, em relação a direitos antidumping sobre laminados a quente da china e da Rússia.
A indústria siderúrgica brasileira vem pedindo medidas de proteção contra um possível desvio de comércio causado pelo recente fechamento do mercado americano. No início do mês, o governo Trump anunciou a imposição de cotas para exportação de aço brasileiro. O Brasil terá uma cota equivalente à média da exportação dos três últimos anos, no caso de semiacabados, e de 30% a menos que a média do período, para os produtos acabados.
Com essa limitação na exportação para os EUA, a indústria siderúrgica teme que parte do aço que não entrar no mercado americano poderá ser direcionada para o Brasil.
A percepção na Camex é que ainda não há um aumento na importação de aço que justifique medidas compensatórias. Para o conselho, a indústria vem sofrendo por causa do desaquecimento do mercado interno, não por entrada de importações. Além disso, consumidores de aço como indústria de máquinas e carros seriam muito afetados.
Fonte: Correio do Estado
