• Pedido de Trump para ampliar produção é rejeitado pela Opep e Rússia

    24 setembro 2018
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    A Arábia Saudita, líder da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), e a Rússia descartaram neste domingo (23/09) a possibilidade de aumento na produção de petróleo bruto, rejeitando os pedidos do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para medidas que esfriem o mercado.

    O barril do petróleo Brent chegou a US$ 80 em setembro, levando Trump a reiterar na última quinta-feira (20/09) seu pedido para que a Opep baixasse os preços. A alta das cotações foi contida principalmente por uma queda nas exportações do Irã, membro da Opep, devido ao restabelecimento de sanções dos EUA.

    Fonte: ESTADÃO.COM.BR

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  • China vai retaliar EUA em US$ 60 bilhões

    19 setembro 2018
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    Um dia após o anúncio de que os EUA vão impor tarifas sobre US$ 200 bilhões em importações chinesas, o governo da China informou que vai aplicar retaliações contra produtos americanos no valor de US$ 60 bilhões. Pequim também recorreu à Organização Mundial do Comércio (OMC), onde o temor é que as retaliações mútuas e o avanço protecionista americano saiam do controle, afetando a economia mundial.

    Na lista de produtos que os chineses vão sobretaxar estão alguns dos principais concorrentes das exportações brasileiras. Cerca de 1,6 mil produtos serão atingidos por uma tarifa de 5%, incluindo aeronaves, têxteis e computadores. Uma taxa de 10% será imposta sobre 3,5 mil itens, como carnes, trigo e vinho, além de químicos.

    Ninguém sairá ganhando da guerra comercial entre Estados Unidos e China, avalia o ex-secretário de Comércio Exterior Welber Barral. Para ele, a subida de tom dos dois países só vai trazer mais turbulência no comércio internacional e as oportunidades de negócios que se abrem para países, como o Brasil, são limitadas. A seguir, os principais trechos da entrevista.

    As informações estão em matérias publicada na edição de hoje do jornal O Estado de S. Paulo.

    Fonte: O Estado de S.Paulo

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  • FGV: economia brasileira recuou 0,5% no trimestre encerrado em julho

    19 setembro 2018
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    O Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, caiu 0,5% no trimestre encerrado em julho, na comparação com o trimestre encerrado em abril. O dado é do Monitor do PIB, divulgado hoje (19) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

    Na comparação com o trimestre encerrado em julho de 2017, no entanto, houve um crescimento de 0,5%. Considerando-se apenas o mês de julho, houve altas de 0,4% na comparação com junho deste ano e de 2,2% em relação a junho do ano passado. Em 12 meses, o PIB acumula alta de 1,5%, de acordo com a pesquisa da FGV.

    A queda de 0,5% na comparação com o trimestre encerrado em abril foi puxada pela indústria (-1,9%) e pelos serviços (-0,4%). A agropecuária foi o único dos grandes setores produtivos com alta (2,8%).

    Na indústria, a queda foi influenciada por recuos de 2,8% na indústria da transformação, 1,3% na construção e 0,8% na extrativa mineral. O segmento de eletricidade cresceu 0,6%.

    Nos serviços, houve quedas de 1,2% no comércio, 3,6% nos transportes, 0,7% em outros serviços e 0,1% em administração pública. Por outro lado, cresceram os segmentos de informação (0,8%), intermediação financeira (0,5%) e imobiliário (1,2%).

    Sob a ótica da demanda, a queda do trimestre encerrado em abril para o trimestre encerrado em julho foi puxada pela formação bruta do capital fixo (os investimentos), que caiu 1,5%. O consumo das famílias manteve-se estável e o consumo do governo cresceu 0,6%. As exportações caíram 5,2%, enquanto as importações tiveram queda de 4,3%.

    O cálculo oficial do PIB é feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    Fonte: Agência Brasil

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  • Receita Federal altera regras do processo de consulta sobre classificação fiscal de mercadorias

    19 setembro 2018
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    Foi publicada hoje no Diário Oficial da União a Instrução Normativa (IN) RFB nº 1829/2018 que trata do processo de consulta sobre classificação fiscal de mercadoria.

    A título de alinhar os procedimentos de preparo dos processos de consulta sobre classificação de mercadorias com os procedimentos adotados para o preparo dos demais processos de consulta, foi transferida da Coordenação-Geral de Tributação (Cosit) para a unidade da Receita Federal do domicílio tributário do consulente a competência relativa ao preparo do processo de consulta.

    No intuito de revogar atos já obsoletos e seguindo recomendação da Organização Mundial de Aduanas (OMA) foram revogados os atos administrativos relativos à classificação fiscal de mercadorias emitidos anteriormente a 31 de dezembro de 2006.

    Fonte: Receita Federal do Brasil – RFB

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  • Negociação entre EUA e China tem novo empecilho

    17 setembro 2018
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    Pequim está considerando rejeitar a oferta do governo do presidente americano, Donald Trump, de retomar as negociações comerciais. Tudo isso ocorre em meio às ameaças americanas de anunciar nos próximos dias novas tarifas a importações chinesas, de acordo com informações divulgadas à Dow Jones Newswires.

    Fontes informaram que Trump deseja anunciar novas tarifas sobre aproximadamente US$ 200 bilhões em importações chinesas nos próximos dias. Além disso, a China pode adotar “restrições à exportação” como forma de reagir aos EUA, não apenas tarifas retaliatórias, como afirmou o ex-ministro da Fazenda Lou Jiwei em evento no último domingo (16/09).

    Fonte: ESTADÃO.COM.BR

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  • As compras são reduzidas em 30% pelos importadores

    17 setembro 2018
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    A disparada do dólar, que já subiu mais de 25% no ano e na semana passada atingiu a maior cotação desde o início do Plano Real, provocou um corte de pelo menos 30% nas quantidades importadas de alguns dos produtos mais vendidos no Natal. A queda nos volumes de itens típicos dessa época do ano, como alimentos, bebidas e enfeites, especialmente os chineses, ocorre para evitar prejuízos com o possível encalhe. Esses artigos devem ficar mais caros em reais para o consumidor por conta da alta do dólar.

    Devido à incerteza política, responsável pela maior parte da alta do câmbio, na opinião dos analistas, os importadores estão preocupados porque não conseguem repassar para os varejistas os aumentos de preços. Também não têm margem para absorver a alta de custos acima do esperado, uma vez que muitas empresas não contavam com o câmbio acima de R$ 4.

    Fonte: ESTADÃO.COM.BR

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  • Dólar fecha em R$ 4,20, maior valor do Plano Real

    14 setembro 2018
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    A apreensão com a disputa eleitoral, especialmente após o candidato Jair Bolsonaro (PSL) passar por uma cirurgia de emergência, e a expectativa de novas pesquisas de intenção de voto levaram o dólar a avançar 1,17% ontem, chegando perto da casa dos R$ 4,20 (R$ 4,1998). É o maior valor nominal (sem contar a inflação) desde a implementação do Plano Real, em 1994. As informações estão na edição de hoje do O Estado de S. Paulo.

    Fonte: O Estado de S.Paulo

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  • Trump quer renomear Nafta como USMC, mas já ameaça tirar o C

    14 setembro 2018
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    Segundo noticiado pelo O Estado de S.Paulo, o presidente americano, Donald Trump, revelou planos de renomear o Tratado Norte-Americano de Livre Comércio (Nafta, na sigla em inglês) como USMC, uma junção de Estados Unidos, México e Canadá, e afirmou que vai dispensar o C se o Canadá não concordar com as mudanças que ele deseja. Trump teria feito reclamações sobre o Canadá durante reunião privada, com cerca de uma dúzia de simpatizantes, queixando-se de que as autoridades do vizinho ao norte se descrevem como bons amigos para os EUA, enquanto impõem tarifas de mais de 200% em exportações de produtos lácteos americanos. Também ontem o Ministério do Comércio da China afirmou que recebeu um convite dos Estados Unidos para retomar o diálogo sobre comércio.

    Fonte: O Estado de S.Paulo

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  • Novos Registros de Exportação de produtos para uso e consumo de bordo

    10 setembro 2018
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    O Departamento de Operações de Comércio Exterior da Secretaria de Comércio Exterior informa que, em conformidade com a Portaria Secex nº 48/2018, as operações de exportação de fornecimento de combustíveis, lubrificantes, alimentos e outros produtos para uso e consumo de bordo em aeronave ou embarcação de bandeira estrangeira ou brasileira, em tráfego internacional, previstas em dispositivo da Portaria Secex nº 14/2017, poderão ser objeto de novos Registros de Exportação (RE) até 30 de setembro de 2018.

    A orientação consta da Notícia Siscomex-Exportação 0082, de 10/09/2018.

    Fonte: Portal Siscomex

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  • Codesp altera regras para uso da Hidrovia do Porto

    10 setembro 2018
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    A Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp, a Autoridade Portuária) alterou as regras de cadastramento e habilitação de empresas interessadas em utilizar o modal hidroviário para o transporte de cargas no Porto de Santos. Agora, é necessário o pagamento de uma taxa de R$ 665,36 pelo cadastro de transportador ou a renovação da licença.

    O projeto da Hidrovia do Porto prevê utilizar rios e canais de navegação da região para o transporte de cargas entre pontos do cais e, também, entre o complexo e a área retroportuária. Uma das opções é ter uma linha de barcaças ligando o terminal da Usiminas, no Canal de Piaçaguera, em Cubatão, e a Libra Terminais, na Ponta da Praia, em Santos.

    Fonte: A Tribuna

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