• Macri vem ao Brasil para conversar com Bolsonaro nesta semana

    14 janeiro 2019
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    O presidente da Argentina, Mauricio Macri, irá se reunir, pela primeira vez, com o presidente Jair Bolsonaro na próxima quarta-feira (16), em Brasília. Além dos temas bilaterais de interesse da Argentina e do Brasil, eles devem tratar de preocupações comuns, como o agravamento da situação na Venezuela e Nicarágua.

    Assim como o Brasil, Argentina assinou no âmbito do Grupo de Lima, que reúne 14 países, declaração conjunta em que não reconhecem a legitimidade do segundo mandato do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e defendem novas eleições.

    Ontem (13), o Grupo de Lima, com exceção do México, emitiu declaração condenando a prisão do presidente da Assembleia Nacional Constituinte da Venezuela, Juan Gauaibó, que é de oposição.

    Compromissos

    Antes da viagem ao Brasil, Macri cumprirá agenda interna na Argentina. Ele irá às províncias da Terra do Fogo, Santa Cruz e Chubut. As visitas a Santa Cruz e Tierra del Fuego serão as primeiras que fará à região.

    Macri vive um momento de tensão na Argentina com críticas internas em decorrência da inflação alta e desvalorização da moeda local (o peso argentino). No ano passado, recorreu a empréstimos do Fundo Monetário Internacional (FMI), que impôs exigências ao governo, como corte de gastos e contenção de despesas. (Com informações da Télam, agência pública de notícias da Argentina)

    Fonte: Agência Brasil

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  • Europeus devem limitar compra de aço brasileiro

    14 janeiro 2019
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    Segundo informações publicadas pelo O Estado de S. Paulo, a Comissão Europeia vai votar nesta semana proposta que estabelece cotas para a importação de 26 produtos de aço – o Brasil terá restrições em sete deles. A medida é uma resposta à superoferta global, depois das barreiras impostas pelos EUA. A Europa é destino de 25% das exportações nacionais da matéria-prima.O bloco informou, por meio de um comunicado, que 26 produtos do setor siderúrgico serão sobretaxados. Para cada país, uma cota será oferecida. Caso supere o volume supere as cotas, entrará em vigor uma tarifa extra de 25%.

    Fonte: O Estado de S.Paulo

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  • Árabes importam maior volume de carne brasileira em 11 anos

    14 janeiro 2019
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    Os países árabes importaram em 2018 o maior volume de carne bovina do Brasil dos últimos 11 anos. No total foram 341,66 mil toneladas que chegaram a 15 dos 22 países que compõem o bloco. O volume compõe 20,8% do recorde mundial de exportações alcançado pelo Brasil em 2018, reportado pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec). A receita gerada pelo comércio com os países árabes no último ano também foi destaque: US$ 1,13 bilhão, a maior dos últimos 6 anos. Entre os dez principais compradores da carne do Brasil estão três países árabes, que representaram 77,3% do total embarcado. São eles: Egito, maior importador da carne brasileira no bloco, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos. As informações foram divulgadas pela Agência Anba.

    Fonte: Agência Anba – Anba

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  • Exportações de calçados caíram mais de 10% em 2018

    11 janeiro 2019
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    Acumulando quedas ao longo de quase todos os meses do ano – o único com resultado positivo foi abril no comparativo com mês correspondente, as exportações de calçados despencaram em 2018. Conforme dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), foram embarcados 113,47 milhões de pares por US$ 976 milhões, queda de 10,8% em volume e de 10,5% em valores no comparativo com 2017. Segregando apenas o último mês do ano, as exportações alcançaram 13 milhões de pares US$ 97,6 milhões, quedas de 24,3% em volume e de 16,5% em receita ante o mês correspondente de 2017.

    O presidente-executivo da Abicalçados, Heitor Klein, destaca que as bruscas oscilações cambiais, provocadas sobretudo pelas incertezas políticas do período eleitoral e pelo aumento dos juros nos Estados Unidos, prejudicaram os embarques ao longo do ano, fato ao qual se somaram as paralisações dos caminhoneiros, em maio, e os altos custos de produção. “A partir deste ano, porém, com um ambiente mais seguro para os agentes de exportação, devemos obter incrementos”, projeta.

    Já as importações de calçados fizeram movimento inverso. Em 2018, entraram no Brasil 26,6 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 347,55 milhões, incrementos de 11,8% em volume e de 2,2% em receita ante 2017.

    Fonte: Assessoria de Imprensa da Abicalçados – Associação Brasileira das Indústrias de Calçados – Abicalçados

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  • Paraguai rompe relações diplomáticas com Caracas

    11 janeiro 2019
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    O presidente do Paraguai, Mario Abdo Benítez, anunciou ontem o rompimento das relações diplomáticas com a Venezuela. A decisão foi anunciada logo após a posse do presidente venezuelano, Nicolás Maduro. A ruptura envolve o fechamento da Embaixada do Paraguai em Caracas e a retirada imediata dos diplomatas. Benítez lembrou que, como membro do Grupo de Lima, o Paraguai não reconhece o resultado da última eleição na Venezuela, falando em “um processo eleitoral ilegítimo”. As informações estão na edição de hoje do jornal O Estado de S. Paulo.

    Fonte: O Estado de S.Paulo

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  • Itália recebe 44 marcas calçadistas brasileiras

    11 janeiro 2019
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    O Brazilian Footwear viabilizará a participação de 44 marcas verde-amarelas na tradicional feira italiana da cidade de Riva Del Garda, a Expo Riva Schuh, que acontece entre os dias 12 e 15 de janeiro. A edição do evento, em janeiro de 2018, gerou US$ 4,1 milhões em negociações in loco e US$ 21,8 milhões nos meses seguintes, enquanto a mais recente, de junho do ano passado, rendeu US$ 8,46 milhões no local e mais de US$ 31 milhões nos meses seguintes. A Expo Riva Schuh é uma das mais tradicionais feiras de calçados do mundo. São esperados 1,5 mil expositores, com uma visitação prevista de mais de 12 mil compradores qualificados de 102 países, especialmente da Europa, Oriente Médio e América Latina.

    Fonte: Assessoria de Imprensa da Abicalçados – Associação Brasileira das Indústrias de Calçados – Abicalçados

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  • Em Pequim, EUA e China retomam negociações comerciais

    7 janeiro 2019
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    Uma comitiva de autoridades norte-americana, comandada pelo vice-representante de Comércio Jeffrey Gerrish, está em Pequim. O objetivo é reiniciar negociações comerciais entre Estados Unidos e China em meio às tensões de ambos os lados.

    O vice-primeiro-ministro da China, Liu He, coordena as conversas do lado chinês. A previsão é de dois dias de reuniões. O governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tem feito referências à China sobre supostas violações dos direitos de propriedade intelectual, ciberataques e transferências forçadas de tecnologia de empresas estrangeiras.

    Há informações de que a economia da China indica sinais de desaceleração em meio ao atrito comercial. O atrito também alimenta preocupações sobre a economia global, por exemplo. A Apple revisou sua previsão de lucros para baixo, citando vendas fracas na China.

    Washington informou que pretende aumentar as tarifas sobre as importações chinesas se os dois países não conseguirem chegar a um acordo sobre questões comerciais até primeiro de março.

    Fonte: Agência Brasil

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  • Entraves às exportações

    7 janeiro 2019
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    Editorial publicado na edição de hoje do jornal O Estado de S. Paulo analisa que embora o saldo da balança comercial de 2018 tenha sido menor do que o de 2017, o comércio exterior vem demonstrando resultados expressivos, com aumento das exportações e das importações (estas em ritmo mais acentuado, daí o superávit menor do que o do ano anterior). O setor externo reforça, desse modo, seu papel no estímulo à atividade econômica e à geração de empregos e na preservação de condições favoráveis das contas externas do País. Nem assim, porém, o Brasil tem conseguido recuperar posições entre os maiores exportadores e importadores mundiais. Em 2017, mesmo com aumento expressivo de suas vendas externas, o Brasil caiu da 25.ª para a 26.ª posição entre os maiores exportadores, segundo a Organização Mundial do Comércio (OMC), porque outros países aumentaram ainda mais suas exportações. Não é improvável que o próximo relatório da OMC aponte nova queda da classificação do Brasil.

    É grande, porém, o espaço adicional que o produto brasileiro pode ocupar no mercado mundial. Obviamente, isso exige maior competitividade, o que, por sua vez, requer a solução de problemas estruturais.

    Fonte: O Estado de S.Paulo

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  • Freio na economia chinesa é um incentivo, diz Trump

    7 janeiro 2019
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    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse ontem que as negociações comerciais com a China estão indo muito bem e que a fraqueza na economia chinesa serve como um incentivo para que o governo de Pequim trabalhe em direção a um acordo.

    Os Estados Unidos e a China estão envolvidos em uma guerra comercial desde grande parte do ano passado. A disputa comercial travada entre as duas economias está causando cada vez mais impacto sobre as duas economias e os mercados financeiros globais.

    As informações estão na edição de hoje do O Estado de S. Paulo.

    Fonte: O Estado de S.Paulo

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  • Agronegócio: Cana e café seguram o saldo da balança comercial paulista

    21 dezembro 2018
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    De janeiro a novembro de 2018, as exportações do Estado de São Paulo somaram US$ 47,86 bilhões (21,8% do total nacional) e as importações US$ 56,51 bilhões (34% do total nacional), gerando um déficit de US$ 8,65 bilhões, informa o Instituto de Economia Agrícola (IEA), instituição de pesquisa da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.

    No mesmo período, o agronegócio sofreu queda nas exportações (-13%), atingindo US$ 15,18 bilhões, enquanto as importações subiram (+1,6%), somando US$ 4,55 bilhões, resultando em um saldo de US$ 10,63 bilhões, montante 18% menor que o apresentado em 2017, explicam José Alberto Angelo, Carlos Nabil Ghobril e Marli Dias Mascarenhas Oliveira, pesquisadores do IEA, lembrando que, mesmo em queda, o superávit do agronegócio continua sendo fundamental para equilibrar as contas do Estado.

    Os principais grupos nas exportações do agronegócio foram: complexo sucroalcooleiro (US$ 4,71 bilhões), carnes (US$ 1,97 bilhão), sucos (US$ 1,73 bilhão), complexo soja (US$ 1,71 bilhão) e produtos florestais (US$ 1,70 bilhão). Esses cinco agregados representaram 77,9% das exportações setoriais do Estado.

    Fonte: Assessoria de Imprensa da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo – Governo SP

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