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Ministério abre inscrições para feiras internacionais
Leia mais...O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) abriu as inscrições para empresas e entidades interessadas em participar das feiras internacionais de bebidas e alimentos que ocorrerão neste ano em diferentes países. O objetivo do ministério é organizar em parceria com o Ministério de Relações Exteriores missões comerciais para atrair Investimentos Estrangeiros Diretos (IED) e promover o desenvolvimento do agronegócio nacional.
A programação internacional de 2019 inclui as seguintes feiras: Annual Investment Meeting 2019, nos Emirados Árabes Unidos; a Sial 2019, no Canadá; a Thaifex World Food Asia, na Tailândia; World Food Istanbul, na Turquia; Fruit Attraction, na Espanha; e a Israfood, em Israel.
A seleção das empresas e entidades interessadas em participar das missões e serem expositoras nas feiras está sendo realizada no Mapa por meio da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais. Os eventos internacionais são considerados plataformas estratégicas para ampliar a visibilidade dos produtos brasileiros e promover contatos.
Nesses eventos vários atores do mercado externo se reúnem em um mesmo ambiente, permitindo a redução de custos de promoção transacionais. Além disso, os eventos representam oportunidade para aprofundar o conhecimento sobre o mercado-alvo, tendências e estratégias dos concorrentes.
Inscrições/Participação
Em todos os eventos, o Mapa e o MRE são responsáveis pelos custos de contratação de espaço na feira, apoio de recepcionistas bilíngues e confecção do catálogo do Pavilhão Brasil. Cada empresa participante fica responsável pelas despesas de passagens aéreas, hospedagem e alimentação, além da inscrição junto ao promotor do evento. O candidato também deve aceitar os Termos e Condições de Participação.
As empresas e entidades interessadas em integrar as missões comerciais devem acessar o link “Participar de feiras de agronegócio”, no Portal de Serviços do Governo Federal.
Na página, o interessado deve seguir três etapas para identificação, criação de uma conta e preenchimento de formulário do processo seletivo da feira que tem interesse.
A inscrição no processo seletivo não garante a participação na missão comercial, serve apenas para manifestar o interesse do inscrito no processo de seleção. O resultado da seleção será enviado às instituições por e-mail.
Para saber mais sobre as características e os prazos de inscrição de cada evento, acesse o site do ministério.
Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Mapa
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Superávit da balança soma US$ 2,192 bi
Leia mais...A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 2,192 bilhões em janeiro, de acordo com os dados divulgados pelo Ministério da Economia em 01/02 (sexta-feira).
O saldo foi 22,4% menor do que o registrado em janeiro do ano passado, quando a balança comercial teve saldo positivo de US$ 2 768 bilhões. No mês passado, as exportações somaram uma alta de 9,1% ante janeiro de 2018. Já as importações deram um salto de 15,4% na comparação.
Fonte: Diário do Comércio e Indústria – DCI
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Exportações de minério podem aumentar
Leia mais...As exportações brasileiras de minério de ferro e derivados não deverão ser afetadas neste ano, mesmo após a tragédia em Brumadinho-MG, e poderão até aumentar. A avaliação é de que a empresa tem capacidade para repor a produção perdida com o fechamento de barragens em outras plantas e que a alta do preço no mercado global pode alavancar a exportação do produto.
Na corrente semana, a empresa Vale avisou que fechará barragens em Minas Gerais, o que o que poderá reduzir a produção da empresa em cerca de 40 milhões de toneladas, ou 10% do total exportado pelo Brasil no ano passado.
Fonte: ESTADÃO.COM.BR
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União Europeia impõe medidas de salvaguarda definitivas a importações de aço
Leia mais...A Comissão Europeia confirmou nesta sexta (01/02) que adotará medidas definitivas de “salvaguarda” sobre importações de aço a partir de amanhã (02/02). Tal ação substitui medidas provisórias que estavam em vigor desde meados de 2018.
Em março do ano passado, a comissão lançou uma investigação como parte da resposta da UE à decisão do governo dos Estados Unidos de impor tarifas a importações de aço. A decisão é válida por até três anos, mas poderá ser revista durante esse tempo.
Fonte: Diário do Comércio e Indústria – DCI
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Abinee entrega ao governo proposta tributária para Lei de Informática
Leia mais...O presidente executivo da Abinee, Humberto Barbato, e o presidente do Conselho, Irineu Govêa, entregaram na última quinta-feira (24) ao secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, Carlos da Costa, a proposta tributária da Associação para a Lei de Informática. O trabalho tem o objetivo de adequar o instrumento às demandas do Painel da Organização Mundial do Comércio (OMC), que condenou políticas praticadas pelo Brasil. Barbato destacou a importância da Lei de Informática para atração de empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação no País (TICs) e para a isonomia tributária em todo o território brasileiro.
Fonte: Assessoria de Imprensa da Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica) – Abinee
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Sinais mistos nas contas externas
Leia mais...Com reservas de US$ 374,7 bilhões, balança comercial com amplo superávit e ingresso ainda robusto de investimentos estrangeiros diretos, o presidente Jair Bolsonaro recebe as contas externas do País em condições bem satisfatórias. O volume de reservas proporciona segurança em relação à dívida externa. Do lado do balanço de pagamentos, nenhuma grande pressão imediata se manifesta. Mas, apesar desses números, a equipe econômica deve dar atenção a alguns sinais de perigo no balanço de pagamentos de 2018. O primeiro sinal de alerta aparece no comércio de bens. As exportações ainda superaram as importações por uma diferença de US$ 53,6 bilhões, um resultado satisfatório, embora inferior ao do ano passado, quando o superávit comercial chegou a US$ 64 bilhões. No Brasil, um sólido superávit comercial é sempre necessário para compensar o déficit nas contas de serviços e de rendas. Essa característica do balanço de pagamentos brasileiro poderá ser superada algum dia, mas ainda vai perdurar, com certeza, por vários anos. As informações estão em editorial do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: O Estado de S.Paulo
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Brasil leva a Davos projeto de ‘refundação’ da OMC
Leia mais...Segundo noticiado pelo O Estado de S. Paulo, o governo brasileiro prepara um projeto para acelerar o processo de reforma da Organização Mundial do Comércio (OMC) e tentar acomodar os interesses de exportadores de produtos agrícolas e as exigências do governo de Donald Trump. Diplomatas brasileiros e estrangeiros ouvidos pelo ‘Estado’ querem que o Fórum Econômico Mundial, que começa hoje em Davos, na Suíça, seja transformado no palco do início da refundação da OMC, ameaçada de ser marginalizada pelo governo americano.
A OMC passou a ser alvo de um questionamento direto do governo americano, que a acusa de ser insuficiente para frear a expansão comercial da China. Numa tentativa de evitar o esvaziamento da entidade, a UE se apressou em apresentar propostas em um debate com americanos, canadenses e japoneses.
Fonte: O Estado de S.Paulo
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Economia chinesa cresce 6,6% em 2018
Leia mais...A economia da China encerrou o ano de 2018 com crescimento de 6,6%, acima da meta oficial de 6,5%, segundo informações do Departamento Nacional de Estatísticas (NBS). Ainda assim, tal crescimento veio com uma leve desaleração. O crescimento no quarto trimestre ficou em 6,4%, abaixo dos 6,5% vistos no terceiro trimestre.
A produção industrial subiu 6,2%, em 2018, 0,4 ponto percentual menor do que no ano anterior. O emprego permaneceu estável, com mais de 13 milhões de empregos criados em áreas urbanas no ano passado, e a taxa de desemprego urbana pesquisada ficou em 4,9% em dezembro.
A China busca mudar sua economia para um modelo de crescimento baseado na demanda doméstica. O consumo é o principal impulsionador, contribuindo com 76,2% para o crescimento do PIB no ano passado. As vendas no varejo, uma medida principal de consumo, aumentaram 9% em relação ao ano anterior. Os dados também mostraram que o investimento em ativos fixos da China aumentou 5,9% ano a ano em 2018, abaixo do aumento de 7,2% em 2017. O índice de preços ao consumidor subiu 2,1% ano a ano em 2018, atingindo a meta do governo de limitar a inflação ao consumidor abaixo de 3%.
Fonte: Agência Brasil
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Agronegócio: Balança Comercial Paulista registra superávit de US$ 11,49 bilhões, aponta IEA
Leia mais...Em 2018, as exportações do Estado de São Paulo somaram US$ 52,26 bilhões (21,8% do total nacional) e as importações US$ 60,83 bilhões (33,6% do total nacional), gerando um déficit de US$ 8,57 bilhões, informa o Instituto de Economia Agrícola (IEA), instituição de pesquisa da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.
No mesmo período, o agronegócio apresentou exportações de US$ 16,41 bilhões e importações de US$ 4,92 bilhões, que resultaram em um superávit de US$ 11,49 bilhões. Esse montante, embora 17,4% menor que o obtido em 2017, continua sendo fundamental para o equilíbrio das contas do Estado, afirmam José Alberto Angelo, Carlos Nabil Ghobril e Marli Dias Mascarenhas Oliveira, pesquisadores do IEA.
Em relação aos destinos das exportações do agronegócio paulista, a liderança passou a ser a China (17,4% de participação), ultrapassando a União Europeia (17,2%), que agora ocupa a segunda posição. Na sequência aparecem os Estados Unidos (11,9%), Hong Kong (3,1%) e Irã (2,8%). A China importa principalmente produtos do Complexo Soja e Carnes, enquanto a União Europeia tem pauta mais diversificada, com destaque para os sucos (basicamente laranja) e produtos florestais.
Fonte: Assessoria de Imprensa da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo – Governo SP
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China e commodities lideram aumento das exportações brasileiras
Leia mais...As exportações para a China e as commodities são os principais responsáveis pelo superavit de US$ 58,7 bilhões nas transações comerciais com o exterior, de acordo com o Indicador de Comércio Exterior (Icomex) de janeiro divulgado nesta quinta-feira (17), pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV).
Segundo a FGV, a China atingiu a sua maior participação como destino das exportações brasileiras, ao responder por 26,8% do total, o que resultou numa diferença de mais de 10 pontos percentuais em relação ao segundo maior parceiro, os Estados Unidos, responsável por 12% das vendas externas do Brasil.
O petróleo superou a participação do minério de ferro pela primeira vez nas vendas externas brasileiras para a China.
Nas importações, a liderança ficou com a indústria de transformação, com 11,6% de participação.
Para 2019, em um primeiro momento, há expectativas otimistas quanto à melhora na economia argentina, o que poderá favorecer as exportações, ao contrário do que aconteceu no ano passado.
Fonte: A Tribuna
