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China tenta reformar sua economia
Leia mais...Nos últimos dias, negociadores chineses e americanos se reuniram em Pequim e Washington com o objetivo de encerrar o conflito comercial entre os dois países antes de 1º de março, quando os EUA elevarão as tarifas sobre produtos chineses. O que está em pauta é a trajetória da economia chinesa, avaliada em US$ 14 trilhões.
Mesmo que o presidente Donald Trump tenha iniciado a guerra comercial, todos nos EUA concordam que o capitalismo estatal da China faz do país um mau participante dentro do sistema comercial global e uma ameaça à segurança. Muitas nações na Europa e na Ásia concordam com isso. Na base em tais reclamações, está o papel do governo da China, que canaliza capital barato para as companhias estatais, intimida as empresas privadas e viola os direitos das estrangeiras. Em consequência, a China distorce os mercados internos e externos.
A reação mais dura se verifica no momento em que o modelo de endividamento da China, o enorme investimento e a condução estatal têm resultado em retornos cada vez menores. O crescimento do país neste trimestre deve cair para 6%, o pior resultado em quase trinta anos. Ao abrir a economia e frear o Estado, Xi Jinping, o líder autocrata chinês, conseguiria impulsionar o desempenho dentro das suas fronteiras e ter uma recepção menos hostil externamente.
Fonte: ESTADÃO.COM.BR
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Janeiro é marcado por aumento na produção de aço
Leia mais...A produção brasileira de aço bruto somou 2,9 milhões de toneladas em janeiro, gerando um aumento de 2,3% em comparação a janeiro do ano anterior. Já a produção de laminados caiu 3,1%, com 1,8 milhão de toneladas, e a produção de semiacabados para vendas teve queda de 9,2%, chegando a apenas 729 mil toneladas.
As informações foram divulgadas na última sexta-feira (22/02) pelo Instituto Aço Brasil. Ocorreu queda também no consumo aparente de derivados, que alcançou, em janeiro, 1,5 milhão de toneladas.
Fonte: Agência Anba – Anba
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Feira de defesa em Abu Dhabi é estratégica para brasileiros
Leia mais...Cinco empresas brasileiras do setor de defesa que estão expondo na IDEX 2019, Conferência Internacional de Defesa de Abu Dhabi, capital dos Emirados Árabes Unidos, uma das mais importantes do setor no mundo. Segundo os representantes das empresas, o evento bienal que está em sua 25ª edição é estratégico para consolidar negócios na região do Oriente Médio, África e Ásia. As informações são da Agência Anba.
Fonte: Agência Anba – Anba
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Ministra da Agricultura diz aos exportadores que governo vai melhorar o seguro-rural
Leia mais...A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) participou nesta quarta-feira (20) do 10º Encontro de Previsão de Safra, promovido pela Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) e pela Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea), em Brasília. Ela afirmou que o grande desafio é discutir o tamanho dos recursos que o governo terá para o Plano Safra 2019/2020 e avançar na concessão do seguro-rural, para que todos os produtores tenham mais tranquilidade para trabalhar.
Tereza Cristina disse que entre suas maiores preocupações está a redução do custo do frete, que está encarecendo a produção e prejudicando a cadeia do agronegócio. Segundo ela, é preocupante o tabelamento instituído pelo governo Michel Temer após a greve dos caminhoneiros do ano passado.
Entre as maiores oportunidades para o mercado brasileiro, a ministra citou os possíveis novos mercados a serem abertos aos produtores de suínos na China e em outros países asiáticos, em decorrência da peste africana que afeta países produtores.
Além do problema do preço do frete, a ministra ouviu queixas em relação ao aumento de tributação de produtos agrícolas em estados, como o Mato Grosso, e aos problemas logísticos para armazenamento e escoamento.
O secretário-executivo do Ministério da Infraestrutura, Marcelo Sampaio Cunha Filho, fez uma ampla explanação dos projetos da pasta para concessão de rodovias, portos e ferrovias. Ele explicou que o objetivo é contar com a ajuda da iniciativa privada para resolver os gargalos de logística do país e, com isso, os custos da produção agropecuária, a fim de torná-la ainda mais competitiva no mercado internacional.
Fonte: Assessoria de imprensa do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
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Clima derruba safra de soja no Brasil
Leia mais...Neste ano, há previsão de perdas na safra da soja, principal produto na pauta brasileira de exportações. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), órgão do governo federal, prevê, até então, uma quebra de 4 milhões de toneladas em relação à safra recorde do ano passado, de 119,3 milhões para 115,3 milhões de toneladas. Mas, para a Associação dos Produtores de Soja e Milho (Aprosoja Brasil), a quebra na safra 2018/19 pode chegar a 16 milhões de sacas, numa colheita esperada inicialmente de 117,2 milhões de sacas, por conta de problemas climáticos em 12 Estados.
Caso se confirme a previsão da Conab, tida como a mais conservadora, a perda de receita para os produtores está estimada em R$ 4,3 bilhões, levando em conta o preço médio de R$ 65 a saca. Se a quebra atingir o que preveem as consultorias, mais pessimistas, a perda no rendimento bruto da safra pode passar de R$ 7 bilhões.
Fonte: Diário do Comércio e Indústria – DCI
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Colheita menor deve ter impacto na balança comercial brasileira
Leia mais...Segundo noticiado pelo O Estado de S. Paulo, a quebra na safra de soja pode ter reflexo na balança comercial brasileira. O grão encabeça a lista dos produtos exportados pelo País – responde por 15% da receita das vendas externas. A Associação Nacional de Exportadores de Cereais (Anec) prevê uma queda de 12% nas exportações neste ano, em razão da colheita menor. A previsão é de que o Brasil exporte 73 milhões de toneladas, ante 82,8 milhões enviadas ao exterior em 2018. De acordo com a Anec, é preciso levar em conta que as exportações do ano passado foram “um ponto fora da curva” por causa da guerra comercial com os Estados Unidos, que levou a China a comprar mais soja do Brasil. A soja é cultivada de norte a sul do País, em praticamente todos os Estados, e a produtividade foi bastante afetada pelas condições climáticas adversas nos principais Estados produtores.
Fonte: O Estado de S.Paulo
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China confirma tarifas de até 32,4% ao frango brasileiro
Leia mais...A China confirmou hoje (15/02) a imposição de medidas antidumping sobre a importação de frango brasileiro. De acordo com anúncio do Ministério do Comércio local, os importadores do frango brasileiro deverão pagar tarifas de 17,8% a 32,4% a partir do próximo domingo (17/02). A medida terá validade de cinco anos. Entretanto, o governo chinês também informou que JBS, BRF e outras 12 empresas brasileiras conseguiram um acordo com as autoridades locais após apresentarem um “compromisso de preço” e não sofrerão a imposição das tarifas. Produtos de outras diversas empresas ficarão de fora das novas taxas.
As negociações seguem-se há meses entre produtores brasileiros de carne de frango e a China. Enquanto isso, o Brasil buscava resolver uma questão antidumping lançada em agosto de 2017. Nosso país é o maior exportador mundial de carne de frango e o maior fornecedor estrangeiro para a China, e eles estão como o segundo maior produtor e consumidor mundial de frango.
Em junho do ano passado, houve uma determinação preliminar que colocou impostos entre 18,8% e 38,4% sobre todas as importações chinesas de frangos de corte brasileiros. A partir de agora, Pequim manterá as tarifas entre 17,8% e 32,4%. A decisão entra em vigor em 17 de fevereiro e permanecerá por 5 anos. A decisão aconteceu depois que os preços chineses da carne de frango atingiram níveis recordes no fim do ano passado. A China baniu as importações de aves reprodutoras de muitos fornecedores importantes por causa de surtos de gripe aviária, prejudicando a produção doméstica.
Apesar de diversos fatores discordantes, as exportações brasileiras de frango para a China devem apresentar alta de cerca de 10% em 2018 em relação ao ano passado.
Fonte: ESTADÃO.COM.BR
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Congresso terá frente parlamentar mista para tratar do Porto de Santos
Leia mais...O Congresso Nacional terá uma Frente Parlamenter Mista para tratar do futuro do Porto de Santos. O decreto foi oficializado na última quarta-feira (14), pelo presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ).
A comissão foi registrada pela deputada federal Rosana Valle (PSB-SP). Deputados e senadores vão participar de diversas pautas de assuntos relacionados ao cais santista, como modelo de gestão, descentralização e a garantia do trabalho.
Ao todo, 202 deputados foram a favor da criação da Frente Parlamentar Mista, além do Jorge Kajuru (PSB-GO).
As informações estão publicadas na edição de hoje de A Tribuna On-line.
Fonte: A Tribuna
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Início de ano promissor para as exportações de calçados
Leia mais...O início de ano foi de boas notícias para os exportadores de calçados brasileiros. Conforme dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), o primeiro mês registrou o embarque de 15 milhões de pares por US$ 99,3 milhões, altas de 33,4% em volume e de 23% em receita no comparativo com o primeiro mês do ano passado.
O presidente-executivo da Abicalçados, Heitor Klein, ressalta que o número positivo foi puxado pelas exportações do Ceará, que tiveram incremento de quase 60% na relação com o primeiro mês do ano passado. “Existe um movimento de retomada nos embarques, já sentido nos meses finais do ano passado. A participação exitosa na primeira grande plataforma internacional do ano, a Expo Riva Schuh, na Itália, nos dá bons indícios para 2019″, comenta. Segundo ele, o câmbio mais estável e a retomada do mercado nos Estados Unidos também são indicadores importantes.
O principal exportador do primeiro mês do ano foi o Ceará. De lá, partiram 7,3 milhões de pares por US$ 38 milhões, altas de 44,3% e de 56,8% em relação a janeiro de 2018. O segundo exportador foi o Rio Grande do Sul, e a terceira origem das exportações foi São Paulo.
Entre os destinos, destaque para os Estados Unidos que, em janeiro, importaram 1,67 milhão de pares por US$ 18,47 milhões, altas de 80% em volume e de 52% em receita ante o mesmo mês de 2018. O segundo destino dos embarques de janeiro foi a França, para onde foram enviados 1,77 milhão de pares que geraram US$ 9 milhões, quedas de 4% e de 21%, respectivamente, ante janeiro de 2018.
Outro revés do primeiro mês foi a Argentina, que em profunda crise econômica e preservando suas reservas cambiais importou menos calçados brasileiros. No mês passado, os argentinos compraram 333,27 mil pares por US$ 4,3 milhões, quedas de 2% em pares e de 24,6% em receita no comparativo com mês correspondente de 2018.
O primeiro mês do ano registrou queda nas importações de calçados, com 2,78 milhões de pares e US$ 39,53 milhões, quedas de 4,8% em volume e de 1,3% em dólares em relação a 2018.
Fonte: Assessoria de Imprensa da Abicalçados – Associação Brasileira das Indústrias de Calçados – Abicalçados
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Nos EUA, chanceler é questionado sobre abertura comercial
Leia mais...A passagem do chanceler brasileiro Ernesto Araújo pelos Estados Unidos, destinada a abrir caminho para a visita do presidente Jair Bolsonaro ao americano Donald Trump, incluiu conversas não só com autoridades americanas, mas também com o setor privado. Parte da agenda do ministro incluiu jantares e encontros organizados por think tanks e empresários, em Washington e em Nova York, no qual Araújo apresentou as perspectivas do governo e ouviu as demandas do setor empresarial. Os encontros não contaram com a participação da imprensa, mas fontes presentes reuniões relataram ao Estado o que é o maior interesse do setor privado americano: como um processo de abertura comercial do Brasil irá tomar corpo. As informações estão na edição de hoje do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: O Estado de S.Paulo
