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Ministra apresenta oportunidades de investimentos no Brasil para autoridades e empresários em Dubai
Leia mais...Data de publicação:22/09/2019
Ao participar, neste domingo (22/09), de seminário sobre oportunidades de negócios no Brasil na Câmara de Comércio Árabe-Brasileira, em Dubai, a ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) destacou as oportunidades de comércio e de investimentos no Brasil. Segundo ela, a retomada do crescimento brasileiro depende de recursos externos a serem aplicados em vários setores da economia, especialmente no agronegócio.A ministra destacou que há enorme espaço para Brasil e Emirados Árabes trabalharem em conjunto, em uma relação benéfica para os dois países. “Existem oportunidades ao longo de toda a cadeia produtiva do agro: insumos, maquinário, produção, processamento, estocagem, distribuição, transporte, pesquisa, tecnologia e inovação”, destacou Tereza Cristina.
Ela também citou projetos de infraestrutura que podem receber investimentos externos, como ferrovias e rodovias, além de oportunidades de investimentos em setores produtivos como produtos florestais, lácteos, aquicultura e horticultura.
“É com esse objetivo de ampliar a presença brasileira no mercado global e apresentar oportunidades de investimentos para parceiros estratégicos que tenho intensificado minha agenda internacional. A nossa ambição é continuar a divulgar a imagem internacional da agricultura brasileira, de forma a apresentá-la a parceiros exatamente como ela é: inovadora, dinâmica, responsável, lucrativa e sustentável”, concluiu a ministra, lembrando que o potencial de comércio e investimentos entre Brasil e Emirados Árabes é enorme e precisa ser aprofundado.
No seminário, o presidente da Câmara Árabe-Brasileira, Rubens Hanun, disse que a missão do Ministério da Agricultura ao Oriente Médio vai contribuir para o crescimento dos negócios do Brasil com os países da região. Segundo ele, a relação será reforçada com a visita do presidente Jair Bolsonaro aos países do Golfo, prevista para outubro.
O presidente da Autoridade Árabe para Agricultura, Investimento e Desenvolvimento, Mohammed Bin Obaid Al-Mazrooei, destacou os investimentos em segurança alimentar nos países árabes.
A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex) também fizeram apresentações sobre o agronegócio brasileiro.
O comércio entre o Brasil e os Emirados Árabes gira em torno de US$ 2,5 bilhões, sendo que praticamente metade são de produtos agrícolas. Frango, açúcar e carne bovina respondem por 77% de tudo o que o Brasil exporta para os Emirados.
Status sanitário e meio ambiente
A ministra destacou que, além de altamente produtiva, a agropecuária brasileira tem um elevadíssimo status sanitário: nunca registrou casos de influenza aviária e está avançando na erradicação da febre aftosa, além de ser classificado como de risco insignificante para a doença da vaca louca.
“A excelência sanitária da produção é resultado de diversos programas coordenados pelo Ministério da Agricultura e desenvolvidos com o apoio e a parceria dos produtores rurais. Complementarmente, inspeções sanitárias nas etapas de recebimento dos animais, abate e processamento garantem a inocuidade de todas as carnes produzidas”, disse.
Segundo a ministra, ao mesmo tempo em que busca aumentar a produtividade e qualidade da sua agropecuária, o Brasil desenvolve políticas e mecanismos para proteger o meio ambiente.
“A associação internacional entre a produção de alimentos no Brasil e o desmatamento e queimadas na Amazônia são distorções que, nem de longe, correspondem à realidade.
O problema na Amazônia existe e está sendo tratado com a seriedade que merece, como pude comprovar em recente visita à região”, disse a ministra, lembrando que a preservação ambiental é uma preocupação não apenas do governo brasileiro, mas dos próprios produtores rurais.
Tereza Cristina reuniu-se com a ministra de Estado de Segurança Alimentar, Miriam Bint Mohammed Saeed Hareb e com o presidente da DP World (Dubai Ports World), Sultan Ahmed bin Sulayem
Investimentos e pesquisa
Ainda neste domingo, a ministra Tereza Cristina reuniu-se com a ministra de Estado de Segurança Alimentar, Miriam Bint Mohammed Saeed Hareb, e com o presidente da DP World (Dubai Ports World), Sultan Ahmed bin Sulayem. A empresa é responsável pela operação do Porto de Santos (SP) e do Jebel Ali Port, em Dubai, o maior terminal marítimo do Oriente Médio.
O presidente falou sobre a área industrial que se formou em volta do porto em Dubai e a possibilidade de empresas brasileiras se instalarem no país. A ministra disse que já conversou com empresários brasileiros sobre as oportunidades de investimento nos Emirados Árabes. “Vamos fazer com que eles entendam as regras para estarem aqui”, disse.
A diretora geral do International Center for Biosaline Agriculture, Ismahane Elouafi, conversou com a ministra sobre a possibilidade de parcerias com a Embrapa na pesquisa sobre dessalinização da água. A ministra disse que esse assunto é importantíssimo para o Nordeste brasileiro.
“Hoje ainda é muito caro para a agricultura, mas podemos achar um caminho juntos para que possamos usar essa água dessalinizada mais barata. Assim, o Nordeste pode também ser um grande produtor de alimentos no nosso país”, disse Tereza Cristina. Nos Emirados Árabes, grande parte da água usada na agricultura vem da dessalinização da água do mar.
A comitiva brasileira também visitou uma fazenda de peixes que cria salmão em cativeiro, com tanques climatizados, reproduzindo as condições ideais para a produção do peixe.
Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Mapa
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Máquinas: mercado começa a reagir
Leia mais...Data de publicação:21/09/2019
Informações precisas da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), divulgadas pela Agência Brasil, mostram que as vendas do setor entre janeiro e julho cresceram 5,8%.A balança comercial do setor teve saldo negativo de US$ 828,6 milhões em julho, o que representou recuo de 15,9% em comparação com o mesmo mês de 2018, mas as exportações cresceram, atingindo US$ 846,2 milhões. Por coincidência, também houve aumento de 24,1% em relação a junho. As importações igualmente cresceram em julho, 11,1% em relação a junho e 19,9% em comparação ao mesmo período do ano anterior.
Para a Abimaq, o crescimento das exportações foi reflexo das vendas de máquinas e equipamentos para o Paraguai e para a Holanda, que juntos contribuíram para reduzir a queda acumulada em 2019, de -7,1% no semestre para -3,2% até o mês de julho. As vendas para a América Latina, que, no passado, chegaram a superar a marca de 50% do total exportado, vêm apresentando retração contínua e, em 2019, chegaram a 31,9%.
Tal redução deve-se à crise pela qual passa o mercado argentino, que respondia por 15% das vendas externas nacionais em 2017 e, neste ano, deve chegar a 6%. Como a Argentina decidiu pedir moratória, adiando o prazo de pagamento de parte de sua dívida de curto prazo com o Fundo Monetário Internacional (FMI) e outros credores, o país terá ainda de renegociar as dívidas de médio e longo prazos e, por conta disso, o setor de máquinas espera para este ano um crescimento entre 3% e 4% apenas.
Diante desses números, o que se conclui é que, em 2019, a exemplo de anos anteriores, o Brasil continuará a vender mais commodities, setor que em 2018 já foi responsável por 65% das exportações.
Fonte: A Tribuna
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Os vários tipos de navios
Leia mais...Data de publicação:21/09/2019
Os navios atracam diariamente nos portos brasileiros para o desembarque ou o embarque de cargas ou passageiros. Dependendo da operação, a embarcação muda, se diferenciando no tamanho, na estrutura e na utilização.No Porto de Santos, o navio mais comum é o cargueiro, que transporta diversos tipos de mercadorias (podendo ser chamado de navio de carga). Suas características mudam conforme o produto transportado. Dentre eles temos o graneleiro, que leva cargas a granel sólidas, como grãos, farelo de soja, milho, fertilizantes e sal. Tradicionalmente, é uma embarcação com porões sem divisões em deques. Já os que transportam granéis líquidos, como suco, petróleo, etanol, gasolina e óleos vegetais, são denominados navios-tanque – a carga vai em megatanques instalados no interior das embarcações. Os que levam petróleo são os petroleiros. Para movimentar contêineres, há os porta-contêineres.
Além de navios turísticos de cruzeiros, o cais de Santos também recebe navios militares (preparados para o combate) e os de pesquisa, como os oceanográficos, além de barcaças (para os serviços de abastecimento de combustível e água).
Fonte: A Tribuna
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Áustria veta acordo comercial entre União Europeia e Mercosul
Leia mais...O Parlamento da Áustria aprovou na última quarta-feira, 18, uma moção contra o acordo comercial firmado entre Mercosul e União Europeia no último dia 28 de junho. A decisão foi tomada por parlamentares social-democratas, democratas, ultra-nacionalistas e esquerdistas. O único partido a apoiar o acordo foi o NEOS liberal, com algumas modificações.
A Áustria realizará eleições gerais com a escolha de um novo Parlamento e um novo Executivo, que substituirão o atual gabinete de especialistas, no poder desde junho passado. O novo governo será obrigado a aplicar esse veto no Conselho Europeu, onde todos os países da União Europeia estão representados e que deve ratificar o acordo, juntamente com o Parlamento Europeu e os Estados-Membros.
Fonte: ESTADÃO.COM.BR
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Ministra solicita reabilitação de frigoríficos de frango
Leia mais...Data de publicação:18/09/2019
A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, pediu a autoridades sauditas a reabilitação de plantas de carne de frango brasileiras que foram retiradas em janeiro da lista de unidades que podem exportar ao país árabe. Tereza Cristina esteve em Riad como parte de missão oficial a quatro países árabes, e na última quarta-feira (18/09) teve reuniões com autoridades do Kuwait, onde finaliza acordo para reabertura do mercado de carne bovina.O governo saudita suspendeu as exportações de alguns frigoríficos brasileiros em função de divergências no método de abate halal. Os sauditas querem que o animal seja morto na degola e que não seja feito o choque, que atordoa as aves antes que morram. Segundo Tereza Cristina, os sauditas também querem que as empresas brasileiras produzam e processem carne de frango na Arábia Saudita.
No Kuwait, a ministra negociou detalhes finais da abertura do mercado de carne bovina para o Brasil, que está suspenso desde 2013, em função de um caso atípico de encefalopatia espongiforme bovina, o mal da vaca louca, ocorrido no Paraná no final de 2012. Os demais países que suspenderam as importações voltaram a comprar do mercado brasileiro, mas o Kuwait ainda não abriu novamente o seu mercado.
A ministra pediu ao Fundo Kuwaitiano para o Desenvolvimento Econômico Árabe (KFAED) que coloque recursos em um programa voltado para a pequena agricultura no Nordeste brasileiro. O programa será lançado ainda este ano e Tereza Cristina pediu que o fundo empreste US$ 50 milhões para que ele seja viabilizado de forma robusta.
Fonte: Agência Anba – Anba
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Kuwait abre mercado para mel do Brasil
Leia mais...Data de publicação:18/09/2019
A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) anunciou na última quarta-feira (18/09) a abertura do mercado do Kuwait para o mel do Brasil. Desde 2016, era aguardada a autorização pelo país árabe.Segundo a ministra, a certificação sanitária foi concluída pelo governo do Kuwait. “O Brasil pode exportar mel imediatamente”, disse em entrevista a jornalistas locais.
No primeiro dia de compromissos no país, a ministra reuniu-se com a diretora do Comitê Supremo da Autoridade Pública para Segurança Alimentar, Reem Al Fulaij, e o diretor-geral da Autoridade Pública para Agricultura e Pesca, xeique Mohammed Al Sabah.
Nas reuniões, a ministra debateu sobre nova emissão de certificados de exportação e cooperação técnica na área de pesca e aquicultura. Tereza Cristina destacou que a Embrapa pode contribuir nesta missão, pois já detém dois centros de pesquisa e criação de peixes em cativeiro.
Participaram das reuniões técnicas o secretário de Comércio e Relações Internacionais do Ministério, Orlando Ribeiro; o embaixador do Brasil no Kuwait, Norton de Andrade Mello Rapesta, e o adido agrícola Marcel Moreira.
Tereza Cristina fez uma visita de cortesia ao diretor-geral do Fundo Kuwaitiano para o Desenvolvimento Econômico Árabe, Abdulwahab Al Bader. Ela conversou sobre a possibilidade de o fundo investir cerca de US$ 50 milhões em projetos do AgroNordeste, programa a ser lançado que tem o objetivo de alavancar a produção agropecuária no semiárido, gerar renda para pequenos produtores e a inclusão deles no sistema produtivo e de crédito nacional.
A ministra explicou que a ideia é o fundo emprestar os recursos, a juros adequados, para projetos, como de irrigação e energia solar. “Poderemos fazer um programa mais robusto para pequenos produtores do Nordeste brasileiro”, destacou.
Comércio bilateral
A carne de frango (in natura) é o produto agropecuário brasileiro mais comprado pelo Kuwait. Em 2018, foram importadas 122.945 toneladas, o equivalente a US$ 185,7 milhões de dólares. Em seguida, aparecem milho, suco de laranja, café solúvel, farelo de soja, café verde, carne de frango (industrializada), carne de pato (in natura), castanha de caju e carne de peru (in natura).
No ano passado, as exportações agropecuárias para o Kuwait totalizaram US$ 209,4 milhões, o equivalente a 215.463 toneladas. Não há registros de importações de produtos do país árabe.
Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Mapa
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Exportações mundiais de café verde totalizam 100 milhões de sacas em dez meses
Leia mais...No período de outubro de 2018 a julho de 2019, as exportações mundiais de café verde atingiram um volume físico equivalente a 99,86 milhões de sacas de 60kg, desempenho que representa 91,3% do volume total de café exportado no mundo. O Brasil, maior produtor, exportador e segundo maior consumidor de café, exportou o equivalente a 31,83 milhões de sacas de café que representam um crescimento de 38,4%, em comparação com o mesmo período anterior, e, mais que isso, equivalem em termos globais a 31,9% de todas as exportações de café verde no citado período. As exportações do Vietnã, segundo maior produtor e exportador mundial de café, alcançaram 22 milhões de sacas, representando 22% do total. Quanto à Colômbia, terceiro maior produtor e exportador, as vendas ao exterior aumentaram 7,1% e somaram 10,52 milhões de sacas exportadas, que correspondem a 10,6% das exportações mundiais.
Com relação ainda ao panorama das exportações de café em nível mundial, apenas nestes dez meses analisados, conforme mencionado, as vendas de café verde representaram 91,3% do total exportado, com um volume de 99,86 milhões de sacas de 60kg. A despeito desse expressivo percentual, registre-se que esse desempenho está ligeiramente abaixo do observado há três décadas, quando as exportações de café verde respondiam por cerca de 95% do total exportado, indicando assim que grande parte da agregação de valor continua a ser implementada nos países importadores.
Em contrapartida, as exportações de café solúvel somaram 9,06 milhões de sacas e responderam por 8,3% do total, enquanto que as de café torrado atingiram apenas 487,08 mil sacas, volume equivalente a 0,4% das exportações. Os dados e números estatísticos do desempenho da cafeicultura mundial que permitiram realizar estas análises tiveram como fonte principal o Relatório sobre o mercado de Café agosto 2019, da Organização Internacional do Café – OIC, o qual é produzido e divulgado mensalmente pela Organização. Citado Relatório está disponível na íntegra para consultas no Observatório do Café do Consórcio Pesquisa Café, coordenado pela Embrapa Café.
Fonte: Embrapa Café
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Trump manifesta intenção de firmar acordo provisório com a China
Leia mais...O presidente americano, Donald Trump, disse nessa quinta-feira (12/09) que consideraria um acordo comercial preliminar com a China. Acrescentou que preferiria chegar a um acordo abrangente, mas vai considerar um de caráter provisório.
Como outro sinal de que a tensão está diminuindo, a China sugeriu anteriormente que estaria se preparando para reiniciar as importações de produtos agrícolas dos Estados Unidos.
O Ministério do Comércio disse que as companhias chinesas estão interpelando sobre os preços de soja e de carne suína dos EUA. A divulgação ocorreu logo depois de os Estados Unidos terem anunciado que adiarão a implementação do aumento de tarifa adicional sobre artigos chineses.
Coreia do Norte
Em entrevista, Trump declarou que quer se encontrar com o líder norte-coreano, Kim Jong Un, “em um determinado momento” neste ano.
Ele acredita que Kim também deseja o encontro. Contudo, não deu qualquer informação específica sobre o local ou quando outro encontro de cúpula poderá acontecer.
As observações de Trump são feitas no momento em que uma funcionária de alto escalão da Coreia do Norte declarou que o governo norte-coreano está pronto para reiniciar as negociações com Washington sobre desnuclearização.
Nesta semana, Trump demitiu o conselheiro de Segurança Nacional, John Bolton, que defendia atitude mais severa em relação à Coreia do Norte, que aquela com enfoque no diálogo.
Fonte: Agência Brasil
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China habilita 25 estabelecimentos do Brasil para exportações de carne, diz governo
Leia mais...O Ministério da Agricultura do Brasil disse ter recebido comunicação sobre a liberação de 25 novos estabelecimentos do país para exportações de carnes ao mercado chinês. As unidades autorizadas a exportar para a China incluem 17 de carne bovina, 6 de carne de frango, uma de carne de porco e uma de carne de asininos.
Fonte: Diário do Comércio e Indústria – DCI
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Reforma tributária do governo terá IVA dual e imposto sobre transações, diz Guedes
Leia mais...O Ministro da Economia, Paulo Guedes, reiterou nesta quinta-feira que a proposta de reforma tributária do governo vai prever a criação de um IVA “dual”, que substituirá impostos federais, permitindo a adesão voluntária de Estados, e também a implantação de um imposto sobre transações para viablizar uma desoneração da folha de salários.
Fonte: Diário do Comércio e Indústria – DCI
