• Déficit da balança do setor eletroeletrônico cai 2,5% no 1º quadrimestre

    20 maio 2019
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    O déficit da balança comercial dos produtos elétricos e eletrônicos somou US$ 8,64 bilhões de janeiro a abril, 2,5% abaixo do registrado em igual período de 2018 (US$ 8,86 bilhões). Segundo dados da Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica), o resultado é fruto das exportações que somaram US$ 1,76 bilhão, 8,8% abaixo das realizadas de janeiro a abril de 2018, e das importações, que também caíram (3,6%), registrando US$ 10,4 bilhões.

    No mês de abril, as exportações de produtos eletroeletrônicos somaram US$ 493,4 milhões, 10,8 % abaixo das atingidas no mesmo mês do ano passado. Já as importações totalizaram US$ 2,74 bilhões no mês de abril, ficando praticamente estáveis (0,3% superiores) ao mesmo mês de 2018.

    Fonte: Assessoria de Imprensa da Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica) – Abinee

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  • Publicada portaria que facilita importação de produtos

    20 maio 2019
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    Foi publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (17/05) a Portaria Conjunta nº 1/2019, que autoriza a Anvisa e a Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil (RFB) a realizarem um projeto-piloto para a melhoria do processo de importação de produtos que passam pela vigilância sanitária. O projeto, que ocorre no âmbito do Programa Brasileiro de Operador Econômico Autorizado (OEA), contempla a potencialização de recursos e a redução de prazos para anuência em processos de importação feitos pela Agência.

    O Programa de OEA consiste na certificação concedida pelas Aduanas aos operadores da cadeia logística internacional que demonstram capacidade de gerir os riscos aos quais estão expostos. Trata-se de uma ferramenta de facilitação de comércio prevista na Estrutura Normativa para Segurança e Facilitação do Comércio Global (Safe) da Organização Mundial de Aduanas (OMA). É também um dos compromissos do Acordo de Facilitação do Comércio (AFC) da Organização Mundial do Comércio (OMC), concluído na Conferência Ministerial de Bali, em 2013.

    A Portaria Conjunta nº 1/2019 estabelece o prazo de 30 dias para que a Anvisa e a RFB constituam a equipe que irá conduzir as atividades do projeto-piloto. Autoriza, ainda, que os dois órgãos editem normas conjuntas, no âmbito de suas competências.

    É importante ressaltar que a adesão ao Programa OEA é voluntária e que o operador deve atender aos níveis de segurança e conformidade estabelecidos.

    Fonte: Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa

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  • Anvisa e Receita Federal lançam projeto-piloto para o Programa Brasileiro de Operador Econômico Autorizado

    17 maio 2019
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    Uma portaria conjunta da Agência Nacional de Vigilância Sanitária e da Receita Federal autoriza a realização de projeto-piloto de integração das atividades desenvolvidas pelos dois órgãos relacionadas ao Programa Brasileiro de Operador Econômico Autorizado (OEA), com o objetivo de desenvolver e testar módulo complementar do OEA-Integrado.

    De acordo com a Portaria Conjunta nº 1, publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira, 17/05, a Gerência-Geral de Portos, Aeroportos, Fronteiras e Recintos Alfandegados (GGPAF) e a Coordenação-Geral de Administração Aduaneira (Coana) são responsáveis pela definição e pela execução das atividades relativas ao projeto-piloto.

    Fonte: Aduaneiras

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  • Brasil e China devem tratar de certificados de produtos florestais em reunião do Brics

    17 maio 2019
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    A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) reuniu-se nesta quarta-feira (15), em Pequim, com empresários chineses e brasileiros do setor de florestas plantadas e celulose. No encontro, os representantes da China solicitaram a uniformização dos certificados fitossanitários para o comércio dos produtos.

    Tereza Cristina sugeriu aos chineses, maiores importadores mundiais de celulose, que as conversas sobre o tema ocorram durante reunião do Brics (grupo formado por Brasil, Rússia, índia, China e África do Sul), que será realizada no Brasil, em novembro deste ano.

    A ministra destacou alto uso de tecnologia no setor, que tem crescido dentro da economia brasileira, e a busca por ampliar os negócios com a China. “É um setor que teve um desenvolvimento pujante nos últimos anos, extremamente organizado. Eu me orgulho muito de ser de um estado que resolveu parte dos seus problemas quando trouxe essa atividade florestal como uma das principais, o Mato Grosso do Sul”, disse.

    Atualmente, o Brasil tem 10 milhões de hectares de árvores plantadas, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Área que corresponde a 1% do território nacional, mas é responsável por 91% de toda a madeira para fins industriais. Desse total, 5,8 milhões de hectares têm algum tipo de certificação florestal, com indicadores reconhecidos internacionalmente que garantem sustentabilidade dos produtos, conforme dados do ministério.

    As florestas plantadas estão localizadas principalmente em Minas Gerais, no Rio Grande do Sul, em São Paulo e Mato Grosso do Sul.

    De acordo com o diretor Jurídico e de Relações Institucionais da Suzano, Pablo Machado, as exportações do setor chegam a US$ 12,5 bilhões. A China, conforme o executivo, respondeu por 42,7% das vendas no ano passado e 40%, em 2017. “Brasil é um parceiro confiável e tem capacidade de ofertar mais celulose à China. Gostaríamos de continuar e ampliar em longo prazo essas parcerias”. Suzano lidera o segmento de celulose de eucalipto no Brasil.

    Em 2017, o setor respondeu por 5% das exportações brasileiras e 10% das exportações do agronegócio. A produção florestal ocupa o quarto lugar, ficando atrás apenas da soja, das carnes e do setor sucroalcooleiro.

    Já José Carlos da Fonseca Junior, diretor de Relações Institucionais da Ibá, propôs que áreas degradadas no Brasil sejam usadas para florestas plantadas, o que renderia mais de US$ 6 bilhões de investimentos nos próximos anos. “Brasil pode expandir as capacidades e suprir as necessidades crescentes da China”. Segundo os produtores, o país lidera o ranking global de produtividade florestal, com uma média de 35,7 m³/ha/ano para o plantio de eucalipto e 30,5 m³/ha/ano para pinus, o que representa quase duas vezes mais a produtividade dos países do Hemisfério Norte.

    No ano passado, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento lançou o Plano Nacional de Desenvolvimento de Florestas Plantadas – PlantarFlorestas, que prevê aumentar em 2 milhões de hectares a área de cultivos comerciais até 2030.

    Tereza Cristina reuniu-se também com o Frank Ning, CEO da ChemChina e da Sinochem, empresas chinesas que atuam nos setores de agroquímicos e energia. Na reunião, Ning disse que com a disputa comercial entre os Estados Unidos e a China os chineses “cada vez mais terão de diversificar a busca por alimentos e comprar mais do Brasil”.

    Tereza Cristina vem ressaltando que a disputa pode ser uma oportunidade para os exportadores brasileiros aumentarem a participação no mercado chinês, maior importador de soja e carnes.

    A ministra destacou que, no último dia 11 em Niigata (Japão), os Líderes de Agricultura do Hemisfério Ocidental assumiram o compromisso de trabalhar em conjunto “em defesa da segurança alimentar global e do comércio agrícola, com base em princípios científicos e de análises de risco”, o que pode estimular as relações com os chineses. Tema abordado na apresentação do CEO da Companhia das Cooperativas Agrícolas do Brasil (CCAB), Jones Yasuda, que destacou o papel do Brasil na nutrição e segurança alimentar global nas próximas décadas.

    Ning informou ainda que as empresas do grupo são sustentáveis e não haverá problemas para o fornecimento de produtos aos clientes, incluindo os produtores brasileiros.

    O deputado federal e presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária, Alceu Moreira (MDB-RS), que integra a comitiva, tratou da importância de o Congresso Nacional concluir a votação da proposta que altera a legislação sobre agroquímicos. Os parlamentares da comitiva acompanharam as duas reuniões desta quarta-feira.

    Fonte: Assessoria de imprensa do Mapa

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  • Brasil exportará arroz beneficiado para México

    13 maio 2019
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    A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) anunciou no sábado (11) que o Brasil passará a exportar arroz beneficiado para o México, e em contrapartida o país importará o feijão mexicano.

    A ministra está em Niigata, no Japão, onde participa da Reunião dos Ministros da Agricultura do G20. Na cidade japonesa, ela reuniu-se com o secretário da Agricultura e Desenvolvimento Rural do México, Victor M.Villalobos, para anunciar a abertura de mercado para o arroz brasileiro.

    Tereza Cristina destacou que todos os requisitos fitossanitários foram cumpridos pelos dois países. A venda de arroz para os mexicanos era uma demanda antiga dos produtores brasileiros, segundo a ministra.

    “Quero dizer da felicidade dos nossos produtores de arroz, principalmente do Rio Grande do Sul, que esperavam por essa oportunidade de exportar arroz para o México. Recebemos o feijão mexicano para completar o nosso prato principal, o arroz com feijão”, disse Tereza Cristina, ao lado do secretário do México. Os mexicanos importam cerca de 80% do arroz que consomem.

    Rússia

    Em outro encontro bilateral, Tereza Cristina reuniu-se com o vice-ministro da Agricultura da Rússia, Sergey Levin. Eles trataram da retomada das exportações brasileiras de proteínas animais e abertura para venda de farinhas e gorduras de origem animal aos russos.

    AG-5

    A ministra participou ainda de encontro do AG-5, grupo integrado por Brasil, México, Argentina, Canadá e Estados Unidos, as cinco maiores economias agrícolas das Américas.

    “Somos todos grandes exportadores, competimos entre nós, mas temos uma grande agenda em comum”, disse Tereza Cristina.

    Fonte: Assessoria de imprensa Mapa

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  • Codesp analisa propostas para obra de dragagem

    13 maio 2019
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    A Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), a Autoridade Portuária de Santos, analisa sete propostas de empresas – duas delas em consórcios – para a realização da dragagem de manutenção do Porto de Santos por seis meses. As ofertas foram apresentadas pelos representantes das firmas a técnicos da estatal na manhã da última sexta-feira (10).

    Essa avaliação integra o processo de contratação emergencial da dragagem do complexo marítimo santista. A Codesp prevê que a análise das propostas ocorrerá nas próximas semanas.

    Paralelamente a esta licitação, a Autoridade Portuária prepara uma outra concorrência para contratar o serviço, dessa vez por dois ou três anos. Mas, conforme já revelou o diretor-presidente da Autoridade Portuária de Santos, Casemiro Tércio Carvalho, esse próximo contrato terá uma cláusula rescisória, a ser aplicada caso o Governo Federal aprove a concessão do canal para a iniciativa privada – projeto já em estudo pela equipe da Docas.

    Fonte: A Tribuna

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  • EUA começam processo para ampliar tarifas em produtos da China

    10 maio 2019
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    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, defendeu, nesta sexta-feira (10/05) sua estratégia de impor mais tarifas à China e informou que já começou o processo para a imposição de ainda mais tarifas sobre produtos da nação asiática.

    O processo sobre a imposição de tarifas adicionais de 25% sobre os US$ 325 bilhões restantes para os produtos chineses já começou. Trump fez a declaração sobre o assunto algumas horas depois do aumento tarifário de 10% para 25% sobre US$ 200 bilhões em produtos da China. O presidente americano alegou não ter pressa em resolver a questão uma vez que o Tesouro americano conseguirá grandes somas com essa tarifa extra para os chineses, conforme informou pelo Twitter.

    Fonte: ESTADÃO.COM.BR

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  • Quarto Diálogo Brasil-Japão será realizado em agosto

    10 maio 2019
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    Os ministros Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) e Takamori Yoshikawa (Agricultura, Floresta e Pesca do Japão) acertaram nesta quinta-feira (9) a realização do Quarto Diálogo Brasil-Japão em agosto. O evento ocorrerá no Brasil.

    No encontro, os ministros debateram a abertura do mercado japonês para exportação de carnes in natura e frutas, como abacate. Esses temas devem, inclusive, ser debatidos pelos dois países em agosto.

    “Essa fruta brasileira [abacate] tem uma grande aceitação no Japão, usada na alimentação e também nos cosméticos. É uma fruta muito procurada pelos japoneses. Em breve, acho que teremos esse mercado aberto para o Brasil”, disse a ministra, ao fazer um balanço do primeiro dia de visita.

    Takamori Yoshiwaka informou que espera dar uma resposta rápida às solicitações do governo brasileiro.

    Depois de Estados Unidos, China e Vietnã, o Japão é o quarto maior importador de carne bovina do mundo. No entanto, ainda é um dos mercados de carne não acessados pelo Brasil, que é o segundo maior produtor e exportador de carnes bovina do mundo.

    De 2010 a 2019, as exportações brasileiras de carne bovina cresceram cerca de 31%, de acordo com dados da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura. Os cinco maiores compradores da carne bovina brasileira são Hong Kong (24,3%), China (19,7%), Egito (11,2%), a União Europeia (7,2%) e o Chile (6,9%), segundo a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne Bovina (Abiec).

    O Brasil exporta carnes de frango e suína para os japoneses. No ano passado, foram exportadas 389.855 toneladas de carne de frango in natura para os japoneses, que somaram US$ 709,3 milhões.

    Fonte: Assessoria de imprensa do Mapa

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  • Trump vai elevar tarifas de produtos chineses

    6 maio 2019
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    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elevou a pressão sobre a China no domingo para alcançar um acordo comercial ao anunciar pelo Twitter que a tarifa de 10% imposta a US$ 200 bilhões em bens chineses subirá para 25% na sexta-feira, dia 10/05. Nesta segunda-feira (06/05), as principais bolsas europeias caíram mais de 2% em razão das ameaças do americano.

    Os principais índices acionários da China mostraram sua maior queda em mais de três anos. Cerca de mil empresas despencaram o limite máximo permitido de 10% no dia.

    Fonte: ESTADÃO.COM.BR

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  • China autoriza importação de gordura de porco do Brasil

    6 maio 2019
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    O governo chinês autorizou a exportação de gordura comestível de carne de porco do Brasil, disse o presidente da República, Jair Bolsonaro, neste domingo (05/05), em sua conta no Twitter.

    Bolsonaro acrescentou que, segundo a entidade, o subproduto tem valor de mercado superior ao das carnes tradicionais. “Até o fim de 2019, a China pode ter um déficit de oferta de 1 milhão a 2 milhões de toneladas no processamento de suínos (…)”, destacou.

    Fonte: Agência Brasil

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