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Acordo entre Mercosul e União Europeia é o mais importante da história do país, diz CNI
Leia mais...A Confederação Nacional da Indústria (CNI) considera o acordo entre Mercosul e União Europeia o mais importante acordo de livre comércio que o Brasil já firmou. O tratado abre o mercado europeu para bens agrícolas industriais e prestadores de serviços brasileiros. Assim que for internalizado, os produtos nacionais passarão a ter acesso preferencial a 25% do comércio do mundo com isenção ou redução do imposto de importação. Atualmente, eles só entram, nessas condições, em 8% dos mercados internacionais.
O acordo reduz, por exemplo, de 17% para zero as tarifas de importação de produtos brasileiros como calçados e aumenta a competitividade de bens industriais em setores como têxtil, químicos, autopeças, madeireiro e aeronáutico. De acordo com estudo da CNI, dos 1.101 produtos que o Brasil tem condições de exportar para a União Europeia, 68% enfrentam tarifas de importação ou quotas. Além disso, dados da indústria mostram que o agronegócio consome R$ 300 milhões em bens industrializados no Brasil para cada R$ 1 bilhão exportado.
“Esse acordo pode representar o passaporte para o Brasil entrar na liga das grandes economias do comércio internacional. Cria novas oportunidades de exportação devido à redução de tarifas europeias, ao mesmo tempo que abre o mercado brasileiro para produtos e serviços europeus, o que exigirá do Brasil aprofundamento das reformas domésticas. O importante é que essa mudança será gradual, mesmo assim as empresas devem começar a se adaptar a essa nova realidade”, diz o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade.
Para os países do Mercosul, Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai, o acordo prevê um período de mais de uma década de redução de tarifas para produtos mais sensíveis à competitividade da indústria europeia. No caso europeu, a maior parte do imposto de importação será zerada tão logo o tratado entre em vigor. O acordo cobre 90% do comércio entre os blocos.
Os dois blocos formarão uma área de livre comércio que soma US$ 19 trilhões em Produto Interno Bruto (PIB) e um mercado de 750 milhões de pessoas. A depender do movimento europeu de abertura de seu mercado agrícola, o acordo pode agregar US$ 9,9 bilhões às exportações do Brasil para a União Europeia, segundo cálculos da CNI. Um aumento de 23,6% em dez anos, com potencial de gerar 778,4 mil empregos.
Na avaliação da indústria, esse aumento nas exportações não é trivial. Entre 2012 e 2016, as exportações brasileiras para os europeus caíram de US$ 49,1 bilhões para US$ 33,4 bilhões. Registrou leve recuperação em 2017 e encerrou 2018 em US$ 42,1 bilhões. Desse total, 56% foram de bens industrializados.
(Superintendência de Jornalismo da CNI)
Fonte: Confederação Nacional da Indústria – CNI
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Exportação: Uso de notas fiscais nas operações indiretas
Leia mais...A Coordenação-Geral de Administração Aduaneira (Coana), por meio da Notícia Siscomex-Exportação 0047, de27/06/2019, informaque, nas operações de exportação indireta, ou seja, aquelas que envolvem notas fiscais de remessa com fim específico de exportação (CFOP 5501, 5502, 6501 e 6502), a nota fiscal de exportação que instruirá a DU-E deve necessariamente ser emitida utilizando o CFOP 7501 (exportação de mercadorias recebidas com fim específico de exportação).
A regra é aplicada também nos casos em que, além das notas fiscais de remessa com fim específico de exportação, a operação envolva notas fiscais de remessa para formação de lote de exportação (CFOP 5504, 5505, 6504 e 6505).
Notas fiscais de exportação com CFOP 7504 somente devem ser utilizadas nas operações que envolvam tão somente notas fiscais de remessa para formação de lote de exportação (CFOP 5504, 5505, 6504 e 6505), ou seja, em operações que não sejam exportações indiretas.
Fonte: Portal Siscomex
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Mercosul e UE voltam a discutir acordo
Leia mais...Reunião ministerial começa em Bruxelas e há chance de o acordo de cooperação entre os blocos ser assinado, após duas décadas de negociação.
Restam poucos pontos a serem definidos e há perspectiva real de concluir.
O desfecho dependerá de decisões políticas e por essa razão fontes indicam que não se pode descartar novo adiamento.
As informações estão na edição de hoje do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: O Estado de S.Paulo
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Contas externas têm saldo positivo de US$ 662 milhões em maio
Leia mais...As contas externas fecharam o mês de maio com saldo positivo. O superávit em transações correntes, compras e vendas de mercadorias e serviços e transferências de renda do país com outras nações, chegou a US$ 662 milhões, em maio segundo dados divulgados hoje (24), pelo Banco Central (BC). Em igual mês de 2018, também houve superávit: US$ 900 milhões.
Segundo o chefe do Departamento de Estatísticas do BC, Fernando Rocha, é comum haver resultados positivos em maio devido ao aumento das exportações de produtos agrícolas, o que leva a aumento do superávit comercial. “As exportações de produtos agrícolas, tais como soja, são mais favoráveis. É quando se concentram os embarques”, disse Rocha.
De janeiro a maio, o déficit chegou a US$ 7,576 bilhões, contra US$ 8,162 bilhões em igual período do ano passado.
Entre os dados das contas externas está a balança comercial, que registrou superávit de US$ 5,686 bilhões, em maio e acumulou US$ 20,585 bilhões, nos cinco meses do ano.
No caso das viagens internacionais (receitas de estrangeiros no Brasil e despesas de brasileiros no exterior), Rocha explicou que o resultado dessa conta é afetado pela alta do dólar, o que leva à redução das despesas no exterior. Em maio deste ano, a cotação média da moeda chegou a R$ 4, enquanto que no mesmo mês do ano passado estava em R$ 3,64.
“A desvalorização do câmbio [alta do dólar] torna mais cara a despesa no exterior”, explicou. Em maio, as despesas de brasileiros no exterior chegaram a US$ 1,471 bilhão, contra US$ 1,615 bilhão em igual período de 2018. Ao se incluir as receitas de estrangeiros no Brasil, a conta de viagens internacionais registrou déficit de US$ 1,053 bilhão, menor do que o resultado de maio de 2018 (US$ 1,187 bilhão).
Por outro lado, a conta de serviços (viagens internacionais, transporte, aluguel de investimentos, entre outros) registrou saldo negativo de US$ 2,989 bilhões, em maio, e de US$ 12,709 bilhões, nos cinco meses do ano.
A conta renda primária (lucros e dividendos, pagamentos de juros e salários), que também faz parte das transações correntes, ficou negativa em US$ 2,484 bilhões no mês passado e em US$ 16,807 bilhões, no acumulado do ano até maio.
A conta de renda secundária (renda gerada em uma economia e distribuída para outra, como doações e remessas de dólares, sem contrapartida de serviços ou bens) teve resultado positivo de US$ 449 milhões, em maio, e de US$ 1,355 bilhão, em cinco meses.
Investimento estrangeiro
De janeiro a maio, o resultado negativo para as contas externas foi totalmente coberto pelos investimentos diretos no país (IDP). Quando o país registra saldo negativo em transações correntes precisa cobrir o déficit com investimentos ou empréstimos no exterior.
A melhor forma de financiamento do saldo negativo é o IDP, porque os recursos são aplicados no setor produtivo. Nos cinco meses do ano, o IDP chegou a US$ 35,137 bilhões. Em igual período de 2018, esses investimentos chegaram a US$ 26,886 bilhões. Em maio, esses investimentos totalizaram US$ 7,070 bilhões, contra US$ 2,994 bilhões em igual mês de 2018.
Fonte: Agência Brasil
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Para Abinee, manifestações sobre redução de imposto de importação de TICs geram insegurança jurídica e prejudicam investimentos
Leia mais...A Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) entende que as recentes declarações do presidente Jair Bolsonaro, via twitter, e do Secretário Especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais, Marcos Troyjo, pelos jornais, sobre a proposta de redução das alíquotas do imposto de importação de bens de Informática e de Telecomunicações (BITs) geram insegurança jurídica e prejudicam a decisão de investimentos no País.
A Abinee representa cerca de 250 empresas deste segmento, que compreende indústrias nacionais e as principais marcas globais. Hoje, o Brasil é o único país, além da China, que detém todos os players da área de Tecnologia da Informação, que geram empregos, renda e investimentos em Pesquisa & Desenvolvimento.
A indústria não se nega a enfrentar uma concorrência maior com os produtos importados por conta da redução da tarifa, entretanto, esse tema deve ser tratado com total transparência e de forma negociada com a indústria. Além disso, a Abinee defende que uma eventual redução das alíquotas deva envolver todo o universo tarifário. Uma redução limitada exclusivamente para BITs e Bens de Capital (BKs), sem a concomitante redução das tarifas incidentes sobre seus insumos, inviabilizará a continuidade da atividade das empresas, eliminando uma quantidade expressiva de empregos. Somente no setor de TICs, segundo dados do Caged/IBGE, estimam-se mais de 100 mil empregos diretos.
Também reivindicamos que esta medida seja implementada de forma paralela a outras providências que reduzam o custo de produção no País, como a Reforma Tributária e a melhora da infraestrutura do País. Sobre esse tema, já ouvimos respostas afirmativas do secretário da Produção, Carlos da Costa, e do próprio ministro Paulo Guedes, que haviam sinalizado que a abertura comercial seria gradual e envolveria contrapartidas, o que esperamos sejam mantidas.
A Abinee reforça que a indústria de TICs é imprescindível e estratégica para o Brasil diante da economia digital. Abrir mão desse segmento é renunciar a um papel destacado nesse contexto, aprofundando o atual quadro de desemprego e a crise econômica.
Fonte: Assessoria de Imprensa da Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica) – Abinee
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Bangladesh estima importar até US$ 1 bilhão em produtos brasileiros
Leia mais...O embaixador de Bangladesh no Brasil, Zulfiqar Rahman, afirmou, em visita ao Porto de Paranaguá (PR), na terça-feira (18), que seu país estima importar até US$ 1 bilhão em produtos brasileiros por ano. Segundo ele, Bangladesh se interessa pelas importações de soja, farelo, açúcar e algodão.
A visita ao porto serviu para discutir novos negócios entre o país asiático e os exportadores paranaenses.
Fonte: A Tribuna
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Balança comercial teve superávit de US$ 6,3 bilhões em maio
Leia mais...A balança comercial encerrou o mês de maio com um superávit de US$ 6,3 bilhões, segundo os dados do Indicador do Comércio Exterior (Icomex), de acordo com a Fundação Getulio Vargas (FGV).
Em valor, as exportações cresceram 10% em maio de 2019 ante o mesmo mês de 2018. As importações aumentaram 12,9% no período. No acumulado do ano até maio, as exportações recuaram 0,9% em relação ao mesmo período de 2018, enquanto as importações cresceram 1,8%.
Fonte: Diário do Comércio e Indústria – DCI
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Exportações brasileiras crescem 10% em maio com vendas para os EUA
Leia mais...As exportações brasileiras cresceram 10% em maio deste ano, na comparação com maio do ano passado. Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), o destaque ficou com as vendas para os Estados Unidos, que cresceram 72% no mês, na comparação com o mesmo período de 2018.
Ao mesmo tempo, as exportações para a Argentina e a China tiveram queda. O comércio com o vizinho sul-americano vem caindo desde o início do ano por conta da crise econômica argentina. Já as vendas para a China vêm desacelerando desde março.
O aumento das exportações para os Estados Unidos pode ser explicado pela alta nas vendas de óleo bruto de petróleo (492%) e semimanufaturados de ferro e aço (322%) para aquele país. Os dois produtos responderam por 24% do total exportado pelo Brasil para o mercado norte-americano.
As importações brasileiras (provenientes de todos os países) cresceram 12,9% em maio. O saldo da balança comercial do país foi de 6,3 bilhões de dólares no mês. No acumulado do ano, as exportações recuaram 0,9%, enquanto as importações cresceram 1,8%. O saldo acumulado é de 22,1 bilhões de dólares.
Fonte: Agência Brasil
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Atividade econômica brasileira caiu
Leia mais...A economia brasileira registrou queda no mês de abril. O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) dessazonalizado (ajustado para o período) apresentou retração de 0,47%, em abril em relação a março deste ano. Informações foram divulgadas pelo Banco Central (BC).
Assim, foi o quarto mês seguido de queda, de acordo com dados revisados pelo BC: 0,22%, em janeiro, 1,04%, em fevereiro e 0,30%, em março, em comparação ao mês anterior. Na comparação de abril deste ano com o mesmo mês de 2018, a retração chegou a 0,62% (sem ajuste para o período). Em 12 meses encerrados em abril, o indicador teve crescimento de 0,72%.
Fonte: Agência Anba – Anba
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Acordo comercial com Mercosul é prioridade
Leia mais...As negociações da União Europeia com o Mercosul se intensificaram desde que as negociações comerciais da Europa com os Estados Unidos foram congeladas após a vitória de Donald Trump nas últimas eleições presidenciais, mas os prazos passaram.
Um acordo estaria próximo, mas fora do alcance por enquanto. Em termos de redução de tarifas, poderia ser o acordo comercial mais lucrativo da UE até agora, com a economia potencialmente quatro vezes maior do que para os acordos com o Canadá e o Japão combinados.
Fonte: Diário do Comércio e Indústria – DCI
