• Entra em vigor Protocolo de Cooperação e Facilitação de Investimentos Intra-Mercosul

    2 agosto 2019
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    Entrou em vigor, em 30/7, para Brasil e Uruguai, o Protocolo de Cooperação e Facilitação de Investimentos Intra-Mercosul (PCFI).

    O acordo passará a valer para Argentina e Paraguai quando vier a ser concluída a incorporação do instrumento aos respectivos ordenamentos jurídicos.

    O PCFI cria mecanismos para ajudar o investidor na resolução de dificuldades práticas, bem como no acesso a informações e a procedimentos necessários à efetivação de seus investimentos. Também contribui para expandir a rede de instrumentos dessa natureza firmados pelo Brasil e para estimular a atração de investimentos estrangeiros e a internacionalização das empresas brasileiras.

    Fonte: Notas à imprensa do MRE

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  • Acordo entre Brasil e EUA

    2 agosto 2019
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    O Brasil começou oficialmente a negociar um acordo comercial com os Estados Unidos. As negociações são compatíveis com um acordo comercial recentemente fechado pelo Mercosul com a União Europeia. A confirmação foi feita nesta quarta (31/07) pelo ministro da Economia, Paulo Guedes.

    Ele afirmou ainda que os EUA querem maior aproximação com o Brasil, incluindo a chance de vender mais etanol ao país. O presidente do Brasil Jair Bolsonaro havia dito a jornalistas que o encontro foi excelente e que houve muita conversa sobre um possível acordo de livre-comércio. Ele também admitiu que há um receio por parte dos EUA sobre supostas “armadilhas” no acordo entre o bloco sul-americano e a Europa, que poderiam inviabilizar as negociações com os EUA.

    Fonte: Diário do Comércio e Indústria – DCI

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  • Empresários palestinos pretendem fazer negócios com o Brasil

    2 agosto 2019
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    Dois empresários palestinos estão nesta semana em visita ao Brasil para tratar de negócios: Mohsen Zalloum, que é presidente em uma empresa importadora de doces e biscoitos brasileiros, e Raed Bayed, que é dono de empresa do seguimento alimentício, que importa carne bovina e peixe. Ambos são também representantes da Câmara de Comércio e Indústria de Hebron, cidade palestina. Os executivos passaram sete dias no Brasil visitando fornecedores.

    O primeiro contato da empresa de Zalloum com produtos brasileiros foi em 2008, quando passou a importar doces e biscoitos. Já a primeira viagem de Bayed ao Brasil ocorreu em 2001, para uma conferência de profissionais de comércio exterior. Na oportunidade, ele começou a comprar carne brasileira e hoje tem negócios com grande empresa do ramo alimentício.

    Eles aproveitaram a estada no Brasil e visitaram a Câmara de Comércio Árabe Brasileira nesta quarta-feira (31/07) para tratar das relações com a Câmara de Comércio e Indústria de Hebron. Zalloum é o vice-presidente da Câmara de Hebron e Bayed é o coordenador de relações públicas da instituição.

    Ambos têm esperança de melhorar e aumentar as relações entre Brasil e Palestina.

    Fonte: Agência Anba – Anba

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  • Brasil recebe primeira carga de vinhos orgânicos certificados pelo Sistema Participativo de Garantia

    29 julho 2019
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    O Brasil recebeu a primeira carga de vinhos orgânicos certificados pelo Sistema Participativo de Garantia importados do Chile. A importação foi possível graças ao Memorando de Entendimento firmado entre o Brasil e o Chile no início deste ano, que permitiu o nivelamento dos requisitos de certificação de orgânicos entre os dois países.

    Antes do memorando, as importações e exportações de orgânicos estavam restritas aos produtos certificados por auditoria. Pelo acordo, os chilenos adotaram um sistema de garantia similar ao do Brasil, em que grupos de produtores desenvolvem modelos de controle da qualidade com visitas e verificações nas áreas de produção.

    Pelo sistema de garantia, a responsabilidade da certificação é compartilhada entre os próprios produtores por meio de um Organismo Participativo de Avaliação da Qualidade Orgânica – OPAC. O sistema participativo também permite a divisão dos gastos, reduzindo o custo de produção.

    Fonte: Assessoria de imprensa do Mapa

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  • Governo deve manter benefício da Zona Franca

    26 julho 2019
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    O presidente Jair Bolsonaro sinalizou que vai manter os benefícios fiscais a empresas instaladas na Zona Franca de Manaus na proposta de reforma tributária do governo, que prevê a unificação dos impostos federais. Outro plano do governo é reduzir em mais de um terço os atuais subsídios. A Zona Franca representa 8% das renúncias fiscais da União, cerca de R$ 25 bilhões anuais.

    A manutenção vai na contramão da estratégia da equipe econômica de reduzir os incentivos tributários.

    A Zona Franca terá tratamento diferenciado na proposta de reforma do governo, que está em fase final de elaboração e deve ser apresentada na próxima semana.

    As informações estão na edição de hoje do jornal O Estado de S. Paulo.

    Fonte: O Estado de S.Paulo

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  • Alíquota zero do IOF segue prazo de liquidação de contrato de câmbio, afirma Receita

    26 julho 2019
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    Data de publicação:25/07/2019

    A Receita Federal mudou entendimento sobre a cobrança de Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF) nas operações de câmbio para o ingresso de receitas de exportação no país. As novas regras estão na Solução de Consulta 231 e reconhecem a alíquota zero do imposto se os valores entrarem no Brasil no prazo de 750 dias.

    O assunto é tratado em matéria publicada pelo Conjur.

    Fonte: Consultor Jurídico – Conjur

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  • Com navios parados, Irã ameaça cortar comércio com Brasil

    26 julho 2019
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    Data de publicação:25/07/2019

    Segundo noticiado pelo O Estado de S. Paulo, com dois navios parados em Paranaguá desde junho, o Irã ameaçou cortar importações de milho, soja e carne do Brasil. A Petrobrás se nega a abastecer cargueiros por causa de sanção dos EUA.

    O comércio brasileiro com o Irã é superavitário. No primeiro semestre deste ano, segundo dados oficiais, o Brasil importou US$ 26 milhões em produtos iranianos e vendeu US$ 1,3 bilhão. O principal produto da relação é o milho, responsável por 36% das vendas. A soja vem atrás com 34%.

    Fonte: O Estado de S.Paulo

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  • Mercado projeta crescimento de 0,82% para a economia

    22 julho 2019
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    Após 20 reduções consecutivas, a estimativa do mercado financeiro para o crescimento da economia subiu ligeiramente. É o que mostra o boletim Focus, resultado de pesquisa semanal a instituições financeiras, feita pelo Banco Central(BC) e divulgada às segundas-feiras, pela internet.

    A projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – desta vez passou de 0,81% para 0,82%.

    A expectativa das instituições financeiras é que a economia tenha crescimento maior em 2020. A estimativa é 2,10%, a mesma da semana passada. A previsão para 2021 e 2022 permanece em 2,50%.

    Inflação

    A estimativa de inflação, calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), caiu de 3,82% para 3,78% este ano.

    A meta de inflação de 2019, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é 4,25%, com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%.

    A projeção para 2020 permanece em 3,90%. A meta para o próximo ano é 4%, com intervalo de tolerância 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

    Para 2021, o centro da meta é 3,75%, também com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual. Para 2022, a meta é 3,5%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. A previsão do mercado financeiro para a inflação em 2021 segue em 3,75%. A estimativa para 2022 caiu de 3,75% para 3,65%.

    Taxa básica de juros

    Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 6,5% ao ano.

    Ao final de 2019, as instituições financeiras esperam que a Selic esteja em 5,5% ao ano, a mesma perspectiva há 3 semanas.

    Para o fim de 2020, a expectativa para a taxa básica caiu de 6% para 5,75% ao ano, e, no fim de 2021, permanece em 7% ao ano. Para 2022, a previsão caiu de 7,5% para 7% ao ano.

    Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

    Quando o Comitê de Política Monetária (Copom) aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

    Dólar

    A previsão para a cotação do dólar ao final deste ano caiu de R$ 3,80 para R$ 3,75% e para 2020, permanece em R$ 3,80.

    Fonte: Agência Brasil

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  • Mercosul negocia acordo para automóveis

    19 julho 2019
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    Nas reuniões dentro da Cúpula de Chefes de Estado do Mercosul, o argumento utilizado, segundo fontes, é o de que não faz sentido estabelecer o livre-comércio com os países europeus e ter barreiras dentro do próprio bloco.

    O presidente Jair Bolsonaro citou, em seu primeiro discurso à frente da presidência pró-tempore do Mercosul, na quarta-feira, que a inclusão de automóveis e açúcar na união aduaneira é uma das prioridades da gestão brasileira no bloco.

    Internamente, os técnicos discutem qual poderá ser a metodologia aplicada e a cronologia. A ideia é fazer a liberalização de forma gradual, com uma base que pode começar “tímida” e ir acelerando ao longo do tempo. Não está descartado que o avanço seja menor no início e acelere no final do tempo de transição. A ideia é não anunciar nada antes das eleições argentinas, que ocorrem no final deste ano.

    Fonte: ESTADÃO.COM.BR

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  • Taxa de crescimento do consumo mundial de café de 2% ao ano projeta 208 milhões de sacas até 2030

    19 julho 2019
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    A demanda de café em nível mundial no ano-cafeeiro de 2018 foi calculada em 164,64 milhões de sacas, das quais 114,38 milhões de sacas foram consumidas pelos países importadores e 50,26 milhões de sacas pelos países exportadores. Tendo como base esse parâmetro global, se for estimado um aumento da demanda aplicando a taxa de crescimento de 1,5% ao ano, o consumo atingirá 196,84 milhões de sacas até 2030. Mas, se aplicada uma taxa de crescimento um pouco maior, de 2% ao ano, para esse mesmo período, a demanda poderá ser de 208,80 milhões de sacas. E, num terceiro cenário, com a demanda se expandindo em torno de 2,5% ao ano, o consumo mundial de café em 2030 poderá ser de até 221,42 milhões de sacas de 60kg ao ano.

    Esses dados e números que permitiram realizar estas análises da performance da consumo de cafés em nível mundial foram obtidos do Relatório mensal junho 2019, do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil – Cecafé.

    Fonte: Embrapa Café

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