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Alíquota zero de IPI para produtos médico-hospitalares tem prazo prorrogado por Decreto
Leia mais...Data de publicação: 03/10/2020
Data de atualização: 05/10/2020O Decreto nº 10.503, de 2 de outubro de 2020, publicado em edição extra do Diário Oficial da União de hoje (2/10), zerou até 31 de dezembro deste ano as alíquotas do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de artigos de laboratório ou de farmácia, luvas e termômetros clínicos.
A medida emergencial tem por objetivo a redução do custo tributário de produtos utilizados na prevenção e tratamento do coronavírus. O decreto prevê que as alíquotas do IPI serão restabelecidas em 1º de janeiro de 2021.
A renúncia fiscal decorrente desta medida é de R$ 634,05 milhões durante o seu período de vigência e por se tratar de tributo regulatório dispensa a necessidade de medidas compensatórias (art.14.,§3º, inciso I da LRF).
Fonte: Receita Federal do Brasil – RFB
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Balança comercial registra superávit de US$ 6,16 bi em setembro
Leia mais...Data de publicação: 01/10/2020
Data de atualização: 02/10/2020A queda nas importações em ritmo maior que a redução das exportações fez a balança comercial registrar superávit recorde em setembro. No mês passado, o país exportou US$ 6,164 bilhões a mais do que importou, o melhor resultado para o mês desde o início da série histórica, em 1989.
Tanto as exportações como as importações caíram no mês passado. Em setembro, o país vendeu US$ 18,459 bilhões para o exterior, com recuo de 9,1% pelo critério da média diária em relação ao mesmo mês do ano passado. As importações, no entanto, caíram mais, somando US$ 12,296 bilhões, redução de 25,5% também pela média diária.
Com o resultado de setembro, a balança comercial acumula superávit de US$ 42,445 bilhões nos nove primeiros meses do ano. Esse é o segundo melhor resultado da série histórica para o período, perdendo para janeiro a setembro de 2017 (superávit de US$ 53,258 bilhões).
No acumulado de 2020, as exportações somam US$ 156,780 bilhões, retração de 7% na comparação com o mesmo período de 2019 pela média diária. As importações totalizam US$ 114,336 bilhões, recuo de 14% pelo mesmo critério.
A maior parte da alta do saldo em setembro é explicada pela queda da importação da indústria de transformação, que recuou US$ 181,35 milhões pela média diária em relação ao mesmo mês do ano passado, e da indústria extrativa, cujas compras do exterior encolheram US$ 18,32 milhões. Do lado das exportações, as vendas da indústria de transformação caíram US$ 108,01 milhões. Em contrapartida, as vendas da indústria extrativa subiram US$ 19,65 milhões, e as vendas da agropecuária aumentaram US$ 5,38 milhões na mesma comparação.
Categorias
Entre os produtos que puxaram o crescimento das exportações agropecuárias em setembro, os destaques foram o café não torrado, cujo valor vendido aumentou US$ 2,453 milhões no critério da média diária em relação ao mesmo mês do ano passado, e os animais vivos, com alta de US$ 1,3 milhão na mesma comparação.
Na indústria extrativa, subiram as exportações de minério de ferro, com alta de US$ 48,4 milhões em relação a setembro do ano passado pela média diária, motivadas tanto pelo aumento da demanda como pela alta no preço internacional.
As exportações de óleos brutos de petróleo, no entanto, continuam a cair e encerraram o mês passado com queda de US$ 29,98 milhões. Nesse caso, a queda deve-se tanto à queda do preço internacional como do volume de demanda por causa da pandemia de covid-19.
Na indústria de transformação, as maiores quedas foram registradas em plataformas de petróleo (-US$ 71,27 milhões pela média diária), óleos combustíveis de petróleo (-US$ 11,54 milhões) e tabaco (-US$ 8,62 milhões).
Além da crise na Argentina, principal destino das vendas industriais brasileiras, a exportação fictícia de uma plataforma de petróleo ocorrida em setembro do ano passado, que não se repetiu neste ano, impactou o resultado. Nesse tipo de operação, classificada como dentro das regras internacionais de comércio, uma petroleira registra uma plataforma numa subsidiária no exterior, sem que o equipamento saia do país.
Meta anual
Depois de o saldo da balança comercial ter encerrado 2019 em US$ 48,035 bilhões, o segundo maior resultado positivo da história, o mercado estima menor volume de comércio em 2020, por causa da pandemia do novo coronavírus. No entanto, a retração das importações em ritmo maior que a das exportações elevou as projeções de saldo.
Segundo o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo Banco Central, os analistas de mercado preveem superávit de US$ 55,15 bilhões para este ano. O Ministério da Economia atualizou a estimativa de saldo positivo para US$ 55 bilhões, com leve queda em relação à estimativa de US$ 55,4 bilhões divulgada em julho.
Fonte: Agência Brasil
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Dubai importa e exporta café
Leia mais...Data de publicação: 01/10/2020
Data de atualização: 02/10/2020O volume de comercialização de café de Dubai com o restante do mundo gerou 3,5 bilhões de dirhams nos últimos dez anos, segundo da Alfândega de Dubai publicados pela agência de notícias oficial dos Emirados, a Emirates News Agency (WAM) nesta semana.
O número citado inclui importações e exportações feitas pelo emirado. De acordo com a reportagem, Dubai funciona como um centro logístico mundial no segmento de café, conectando os mercados do Oriente Médio e da Europa com os principais produtores de café do mundo, como Etiópia, Índia, Indonésia, Uganda e Vietnã.
Conforme pesquisas feitas, o comércio de café em Dubai cresceu 5% no primeiro semestre deste ano, para 253 milhões de dirhams (US$ 69 milhões), em comparação com 240 milhões de dirhams (US$ 65 milhões) nos seis primeiros meses do ano passado.
Atualmente, Dubai importa café principalmente da Suíça, Itália e Brasil, e exporta e reexporta para Omã, Arábia Saudita e Kuwait.
Fonte: Agência Anba – Anba
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Medida provisória que beneficiava exportadoras em ZPEs perde validade
Leia mais...Editada no fim de maio em socorro a exportadoras, a Medida Provisória 973/20 perdeu a validade nesta quinta-feira (28/09) e aguarda a edição de decreto legislativo até 23 de novembro.
O texto, que chegou a ser aprovado pela Câmara nesta semana, dispensava empresas instaladas em zonas de processamento de exportação (ZPEs) de cumprir, em 2020, o requisito legal de ter pelo menos 80% da receita bruta atrelados a vendas ao exterior. Na prática, ao eliminar o percentual mínimo, a proposta facilitava operações dessas empresas com o mercado interno.
ZPEs são distritos industriais onde as empresas são beneficiadas com a suspensão de impostos para exportar, entre outros incentivos. Em contrapartida, no mínimo 80% da receita bruta total devem ser oriundos de exportações, regra criada pela Lei nº 11.508/2007.
Projeto do Senado
Relator da matéria, o deputado Júlio César (PSD-PI) disse, em entrevista à Rádio Câmara, que, com a perda da validade da MP, o foco do Congresso deverá ser o Projeto de Lei nº 5.957/2013, do Senado, que está pronto para a votação no plenário da Câmara.
O projeto, que altera a legislação relacionada a ZPEs ( Lei 11.508/07), entre outras medidas, permite a atuação de empresas prestadoras de serviço nessas regiões. Atualmente apenas indústrias podem se instalar nas ZPEs.
Em operação só no Ceará
Segundo o Ministério da Economia, o País conta hoje com 16 ZPEs autorizadas, distribuídas por 15 estados. Entretanto, apenas a ZPE do Pecém, no Ceará, entrou em operação. Os demais empreendimentos encontram-se em diferentes estágios de implantação.
Na ZPE do Pecém estão instaladas três empresas: a Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP), que produz placas de aço; a White Martins, que detém a maior planta de fabricação de gases industriais da América Latina, incluindo oxigênio para uso medicinal; e a Phoenix do Pecém, que atua no processamento de sucata de metal.
Fonte: Agência Câmara Notícias
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Brasil terá cota adicional na exportação de açúcar aos EUA
Leia mais...Data de publicação: 21/09/2020
Data de atualização: 22/09/2020O presidente Jair Bolsonaro anunciou nesta segunda-feira (21/09), pelas redes sociais, que o Brasil terá uma cota adicional de 80 mil toneladas de açúcar para exportar aos Estados Unidos. Com isso, a cota brasileira passará das atuais 230 mil para 310 mil toneladas por ano.
“Trata-se já do primeiro resultado das recém-abertas negociações Brasil-EUA para o setor de açúcar e álcool, conduzidas no Brasil pelo MRE [Ministério das Relações Exteriores] e nos EUA pelo USTR [Representação Comercial dos EUA]. Ainda de acordo com o presidente, a cota deve beneficiar exclusivamente usinas produtoras da Região Nordeste que, segundo a Lei nº 9.362/1996, têm preferência nas cotas especiais de exportação do produto.
A ampliação da cota de exportação de açúcar do Brasil foi a contrapartida norte-americana à decisão do governo brasileiro, que aprovou uma cota de 187,5 milhões de litros de etanol importados dos dos Estados Unidos. A medida foi anunciada há menos de duas semanas pelos ministérios da Economia e das Relações Exteriores.
Fonte: Agência Brasil
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Brasil exporta primeira carga de melão para China após acordo bilateral
Leia mais...Data de publicação: 18/09/2020
Data de atualização: 21/09/2020A China recebeu na última sexta-feira (18/09) o primeiro embarque de melões brasileiros após acordo bilateral firmado entre os países. Cerca de três toneladas e meia de melão pele de sapo, da região de Mossoró (RN), desembarcaram no Aeroporto de Xangai.
O acordo que viabilizou a exportação do melão brasileiro para a China foi firmado em novembro de 2019, durante reunião bilateral entre os presidentes Jair Bolsonaro e Xi Jinping, na XI Cúpula do Brics, em Brasília, com a presença da ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento).
Com a chegada da primeira carga da fruta ao território chinês, a ministra destaca a importância da abertura desse mercado, já que o país asiático é o maior produtor e consumidor de melão. “É um marco importante para o Brasil. É a primeira fruta fresca importada pela China e o primeiro país do mundo a exportar melão para China”, disse. Os chineses consomem cerca de metade da produção mundial. Em 2017, foram 17 milhões de toneladas.
A Secretaria de Defesa Agropecuária do Mapa ressalta que a certificação fitossanitária da China, negociada por longo tempo, é uma garantia de que o melão brasileiro está livre de pragas e passa por rígidas vistorias.
Em janeiro, técnicos da Administração Geral de Aduana da China (GACC, órgão responsável pela sanidade vegetal e animal) inspecionaram fazendas produtoras de melão no Rio Grande do Norte e no Ceará. Os dois estados são os maiores produtores da fruta.
Depois da inspeção, o órgão chinês autorizou importação do melão da empresa Bollo Brasil, do grupo Bollo International Fruits. A empresa é uma das maiores exportadoras de melão do Brasil.
O melão embarcado foi vistoriado pelas equipes do Mapa na própria fazenda. Uma das medidas para confirmar que todo o processo foi feito inhouse e com a vistoria do fiscal habilitado pelo governo chinês foi o uso de lacre do Ministério na embalagem da fruta.
A Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas), que também participou das negociações para a abertura do mercado, informou que irá apoiar os produtores nas questões logísticas para ampliar as vendas aos chineses, além de destacar que a produção de melão é uma atividade com grande potencial de geração de empregos.
Em 2019, o Brasil exportou melão para diversos países, foram mais de 251 mil toneladas. Com a abertura do mercado chinês, os produtores esperam dobrar as vendas externas, conquistando no mínimo 1% do mercado da China. Uma das vantagens é que a safra brasileira coincide com a entressafra de melão na China.
Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Mapa
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Egito promove seminário a respeito do comércio com Mercosul
Leia mais...O governo egípcio vai promover o seminário virtual “Acordo de Livre Comércio entre Egito e o Mercosul” no próximo domingo (20/09). O objetivo do encontro on-line é abordar temas do tratado entre o país árabe e as nações que fazem parte do Mercosul, que entrou em seu quarto ano de queda da tarifa de comércio anual gradativa.
Com a participação de especialistas do Egito e do Brasil, o webinar é organizado em coordenação entre o Setor de Acordos e Comércio Exterior do Ministério do Comércio e Indústria do Egito e a Federação das Câmaras de Comércio Egípcias. O evento será o primeiro de uma série de seminários em parceria entre as instituições visando apresentar os acordos comerciais egípcios.
O evento é voltado para árabes e brasileiros e será gratuito. A conferência será transmitida através do aplicativo Zoom a partir das 14 h (horário do Cairo, Egito) e 9 h (horário de Brasília).
Fonte: Agência Anba – Anba
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China ganha força em agosto e consumo melhora em impulso para economia
Leia mais...A produção industrial da China acelerou no ritmo mais forte em oito meses em agosto, enquanto as vendas varejistas cresceram pela primeira vez neste ano, sugerindo que a recuperação econômica está ganhando ritmo conforme a demanda começa a melhorar da crise do novo coronavírus.
A queda anual do investimento em ativos fixos entre janeiro e agosto também se moderou graças ao estímulo de Pequim, mas autoridades permanecem cautelosas sobre as perspectivas dados os riscos externos elevados, incluindo a intensificação das tensões sino-americanas.
A demanda externa forte, a recuperação da pandemia e a demanda reprimida das enchentes contribuíram para os dados robustos de atividade em agosto”, disse Ting Lu, economista-chefe do Nomura, em nota.
“Esperamos mais recuperação, embora gradual, do setor de serviços, uma melhora contínua nas vendas no varejo e elevado crescimento do investimento em ativo fixo.”
O crescimento da produção industrial acelerou a 5,6% em agosto sobre o ano anterior, ritmo mais forte em oito meses, mostraram dados da Agência Nacional de Estatísticas nesta terça-feira (15/09).
Analistas consultados pela Reuters esperavam aumento de 5,1% ante alta de 4,8% em julho.
As vendas varejistas também superaram as expectativas com alta de 0,5% na comparação anual, interrompendo sete meses de queda e diante de projeção de estagnação. Em julho, as vendas recuaram 1,1%, mas a confiança do consumidor tem melhorado recentemente.
A queda no investimento em ativos fixos desacelerou com recuo de 0,3% entre janeiro e agosto sobre o mesmo período do ano anterior, comparado com expectativa de perda de 0,4% e declínio de 1,6% nos sete primeiros meses do ano.
O investimento em ativos fixos do setor privado, que responde por 60% dos investimentos totais, caíram 2,8% entre janeiro e agosto, comparado com queda de 5,7% no sete primeiros meses. O investimento imobiliário, importante motor de crescimento, também saltou no melhor ritmo em 16 meses em agosto.
Fonte: Agência Brasil
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Argentina perde lugar nas exportações brasileiras
Leia mais...Data de publicação: 14/09/2020
Data de atualização: 15/09/2020O país vizinho, a Argentina, por sua vez, perdeu uma posição histórica entre os três principais mercados de produtos brasileiros no exterior. A Holanda, uma porta de entrada na Europa e que vem comprando mais, principalmente, soja, petróleo e combustíveis, tirou da Argentina a terceira posição entre os destinos internacionais das exportações feitas pelo Brasil.
O parceiro sul-americano, agora em quarto lugar, não saía do top três nas rotas dos produtos brasileiros desde 2002. Na época, a Argentina, até então segundo maior comprador do Brasil, desceu para a sexta posição na esteira da maior moratória de sua história.
Argentina
Do lado de cá da fronteira, também estão entrando menos produtos argentinos, o que permitiu à China tirar do Brasil o posto de principal parceiro comercial da Argentina. A pandemia e o desalinhamento dos presidentes dos respectivos países contribuíram para que tal situação chegasse onde chegou.
Desde abril, quando o coronavírus passou a atingir mais fortemente as economias sul-americanas, as transações comerciais entre Argentina e China, na soma de exportações e importações, superam em mais de US$ 1 bilhão a corrente de comércio dos dois principais sócios do Mercosul. Por atingir em cheio a pauta comercial dos vizinhos continentais, mais concentrada em produtos manufaturados – em maior parte da indústria automobilística -, a pandemia acentuou a perda de dinamismo no comércio bilateral que já vinha acontecendo há dois anos.
Fonte: ESTADÃO.COM.BR
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Governo define critérios para cota de importação de arroz
Leia mais...O Diário Oficial da União publica nesta sexta-feira (11/09) portaria que com os critérios para a cota de importação de arroz, com isenção de imposto. Cada empresa terá, inicialmente, cota máxima de 34 mil toneladas do produto. A Câmara de Comércio Exterior (Camex) liberou o total de 400 mil toneladas, com o imposto de importação zerado para arroz não parboilizado, polido ou brunido.
De acordo com a portaria, após atingida a quantidade máxima inicialmente estabelecida, novas concessões para a mesma empresa estarão condicionadas ao efetivo despacho para consumo das mercadorias. E a quantidade liberada será, no máximo, igual à parcela já desembaraçada.
A validade da isenção é até 31 de dezembro deste ano. Segundo a portaria, caso seja constatado o esgotamento da cota global, não serão emitidas novas licenças de importação.
Alta nos preços
O objetivo da isenção tarifária temporária é conter o aumento expressivo no preço do arroz ao longo dos últimos meses. De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da Universidade de São Paulo, o preço do arroz variou mais de 107% nos últimos 12 meses, com o valor da saca de 50 kg próximo de R$ 100. Os motivos para a alta são uma combinação da valorização do dólar frente ao real, o aumento da exportação e a queda na safra. Em alguns supermercados, o produto, que custava cerca de R$ 15, no pacote de 5 kg, está sendo vendido por até R$ 40.
Ontem, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, afirmou que o governo tomou as medidas necessárias para tentar conter a alta no preço do arroz e evitar um desabastecimento do produto nas prateleiras dos supermercados.
“O Brasil abriu mão, tirou a alíquota de importação, para que produto de fora pudesse entrar e trazer um equilíbrio para os preços. Abrimos somente uma cota, porque não temos necessidade de muito arroz, mas isso é uma cota de reserva, para que possamos ter a tranquilidade de que o preço vai voltar, vai ser equilibrado, e que o produto continuará na gôndola para todos os brasileiros”, disse.
Fonte: Agência Brasil
