• Prazo de liberação das exportações nas aduanas cai

    18 março 2019
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    O uso do Portal Único do Comércio Exterior pelos exportadores reduziu de 13 para 6,3 dias o tempo médio para a liberação de cargas nas fronteiras brasileiras nos últimos dois anos, de acordo com dados divulgados na última sexta-feira (15/03) pela Receita Federal.

    De acordo com estimativas do Fisco, isso significa uma economia potencial de R$ 44 bilhões por ano para o setor exportador, o equivalente a 0,8% do valor das mercadorias para cada dia a menos de fila nos portos. O Fisco já começou a liberar importações antes mesmo das cargas chegarem aos portos, por meio do chamado “despacho sobre águas”.

    Fonte: Diário do Comércio e Indústria – DCI

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  • Em greve, estivadores realizam terceira manifestação no Porto de Santos

    11 março 2019
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    Segundo noticiado pela A Tribuna On-Line, o Sindicato dos Estivadores de Santos, São Vicente, Guarujá e Cubatão (Sindestiva) realiza mais uma manifestação nesta segunda-feira (11), em Santos. A categoria está em greve há pouco mais de uma semana, em resposta a decisão do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que permite que os terminais de contêineres do Porto utilizem apenas trabalhadores portuários avulsos vinculados (contratados com base na CLT). Segundo a categoria, a Câmara de Containers não aceita negociar nenhuma proposta sobre a campanha salarial de 2019, e opera ilegalmente, com mão de obra de outros setores. Haverá uma assembleia nesta terça-feira (12), na sede do sindicato, em Santos, às 9h, para fazer uma avaliação e deliberar sobre a greve.

    Fonte: A Tribuna

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  • Produção de café no Brasil, Colômbia e Peru representa 48% da produção mundial

    11 março 2019
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    Os países produtores de café da América do Sul, no mês de janeiro de 2019, exportaram 4,76 milhões de sacas, volume que representa um acréscimo de 16,4%, se comparado com o mesmo mês do ano anterior. Se forem consideradas as exportações acumuladas em quatro meses seguidos (outubro de 2018 a janeiro de 2019), o total exportado soma 21,6 milhões de sacas, com percentual de crescimento de 17,9%. No caso dos Cafés do Brasil, com relação a exportações no mesmo período quadrimestral, as vendas aumentaram 26,8%, com 14,73 milhões de sacas. Quanto à Colômbia, as exportações atingiram 4,79 milhões, volume que denotou crescimento de 5%, e as exportações do Peru somaram 1,92 milhão de sacas, as quais registraram aumento de 1,3%.

    Quanto à produção de cafés na América do Sul – Brasil, Colômbia e Peru -, região responsável por 47,7% da produção global no ano-cafeeiro 2018-2019, os números indicam que a safra aumentou 4,3%, ao atingir 79,94 milhões de sacas. Os dados e números que permitiram realizar esta análise constam do Relatório sobre o mercado de Café fevereiro 2019, da Organização Internacional do Café – OIC.

    Fonte: Embrapa Café

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  • Setor cobra mais atenção à China na relação comercial

    11 março 2019
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    As principais entidades do agronegócio vão levar à Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) a preocupação quanto ao modo como o governo federal se relacionará com a China e a Coreia do Sul. Em reuniões com integrantes do Executivo, representantes do Instituto Pensar Agro (IPA) e da Aliança AgroBrazil ouviram que a China é um parceiro fundamental e, por isso, não haveria chance de as relações serem interrompidas.

    O temor cresceu quando souberam que a China não é destino das primeiras missões que o Ministério da Agricultura terá na Ásia. A agenda dará prioridade ao Japão, para reunião de ministros do setor no G-20, além de uma missão ao Sudeste Asiático. Um alento, lembra uma fonte, é a confirmação da visita do presidente Jair Bolsonaro à China, provavelmente no segundo semestre.

    Com demanda puxada pelos chineses, o Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB) espera exportar 17% mais couros em 2019 e atingir receita de US$ 2 bilhões. No último ano, o estreitamento das relações brasileiras com a China abriu espaço para a exportação dos subprodutos da pecuária. Cerca de 82% da produção nacional é destinada ao mercado externo, numa média de 31 milhões de peças por ano.

    Fonte: ESTADÃO.COM.BR

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  • Brasil foi quarto maior fornecedor do Bahrein em janeiro

    8 março 2019
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    Brasil figurou como o quarto maior fornecedor internacional do Bahrein em janeiro, segundo dados da Autoridade de Informação e Governo Eletrônico (iGA, na sigla em inglês) do país árabe. As vendas de produtos brasileiros aos bareinitas somaram US$ 78 milhões no primeiro mês deste ano e US$ 30,2 milhões em janeiro do ano passado, com um aumento de 159%. Os dados não incluem importações de petróleo. A China foi a maior fornecedora de produtos ao Bahrein em janeiro, com US$ 142,7 milhões, segundo noticiado pela Agência Anba.

    Fonte: Agência Anba – Anba

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  • Estivadores realizam nova manifestação no Porto de Santos

    8 março 2019
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    Segundo informações de A Tribuna On-Line, o Sindicato dos Estivadores de Santos, São Vicente, Guarujá e Cubatão (Sindestiva) realiza, nesta sexta-feira (8), mais uma manifestação no Porto de Santos. A categoria está em greve, desde o dia 1º de março, em resposta à decisão do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que permite que os terminais de contêineres do Porto possam utilizar apenas trabalhadores portuários avulsos vinculados (contratados com base na CLT). De acordo com a categoria, a Câmara de Containers que não aceita negociar nenhuma proposta sobre a campanha salarial de 2019 e opera ilegalmente, com mão de obra de outros setores.

    Fonte: A Tribuna

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  • Fechamento de fronteira com a Venezuela paralisa comércio em Pacaraima

    8 março 2019
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    O fechamento da fronteira com o Brasil determinada pelo presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, no dia 21 de fevereiro, está impactando a economia de Pacaraima (RR), cujo o comércio atende a população do sudeste do país vizinho, em especial de Santa Elena de Uairén, a 17 quilômetros de distância.

    O empresário Fabiano Coelho de Moraes, dono de um laboratório clínico e de uma farmácia em Pacaraima relatou à Agência Brasil que já demitiu duas pessoas por causa da baixa procura no comércio. “A situação é a mais crítica. Do nada, cortaram tudo. Há muito estoque de mercadoria e o pagamento dos boletos dos fornecedores estão em atraso. Não temos como pagar”, contou, ao assinalar que a situação de supermercados e vendas com produtos perecíveis é ainda mais crítica.

    Os comerciantes e a população de Pacaraima também perderam acesso aos postos de combustíveis na Venezuela. Não há postos na cidade fronteiriça brasileira e para conseguir abastecer diretamente o carro precisam ir até a capital Boa Vista, a 215 quilômetros. O preço do combustível vendido em toneis em Pacaraima chega a R$ 8 o litro, cinco vezes mais caro do que o valor pago na Venezuela (R$ 1,5).

    Apesar do fechamento da fronteira, alguns venezuelanos conseguem atravessar a fronteira dos dois países por dois caminhos menos fiscalizados pela polícia venezuelana para se abastecer e retornar ao país. Mas há um contingente que não tem meios de voltar e acaba sendo atendido pela Operação Acolhida, do Exército brasileiro e pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur).

    Na cidade, cerca de 700 venezuelanos dormem em dois abrigos da Acnur e há mais de mil pessoas nas ruas. A presidente da Associação Cultural Canarinhos da Amazônia, que atende a 238 famílias (80 crianças) reconhece o trabalho do Exército e da Acnur, mas assinala que a distância da cidade, no extremo norte do Brasil, e a proximidade com a Venezuela em conflito político e em situação social precária é muito preocupante. “Estamos ilhados aqui. O Brasil precisa nos ver com outro olhar”.

    De acordo com o IBGE, 95% da renda de Pacaraima depende das transferências federais e do estado de Roraima. A população, estimada em 15 mil habitantes, tem renda per capita de R$ 13,5 mil ao ano – e salário médio mensal de 1,8 salário mínimo.

    O Ministério das Relações Exteriores informou à Agência Brasil que mesmo com a fronteira fechada com a Venezuela, o consulado em Santa Elena tem conseguido trazer brasileiros que procuram o serviço diplomático. Nos últimos dois dias, mais de 90 brasileiros conseguiram deixar a Venezuela e regressar pela divisa de Pacaraima graças ao Itamaraty.

    Fonte: Agência Brasil

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  • Café solúvel representa 9,2% das exportações do setor no período de julho de 2018 a janeiro de 2019

    6 março 2019
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    As exportações brasileiras de café arrecadaram US$ 3,29 bilhões de receita cambial no período de julho de 2018 a janeiro de 2019. O volume físico exportado foi de 24,19 milhões de sacas de 60kg. Desse total, 21,93 milhões de sacas, que equivalem a 90,6%, foram de café verde, dos quais 19,82 milhões (81,9% do total) de café arábica e 2,11 milhões de café robusta (8,7%). E ainda do total exportado foram vendidas 2,25 milhões de sacas de café industrializado, sendo 2,24 milhões sacas de café solúvel (9,3% do total) e 12,36 mil sacas de torrado e moído (0,1%).

    Os dados das exportações constam do Relatório mensal janeiro 2019, do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil – Cecafé.

    Fonte: Embrapa Café

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  • Volatilidade cambial é destaque de painel em feira internacional

    6 março 2019
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    O impacto da volatilidade cambial para as exportações de calçados dominou as conversas durante o painel “Os caminhos da Exportação de Calçados”, realizado durante o Fórum Fimec, na 43ª Feira Internacional de Couros, Produtos Químicos, Componentes, Máquinas e Equipamentos para Calçados e Curtumes – Fimec.

    Realizando um histórico das exportações de calçados do Brasil, os painelistas foram unânimes em destacar o impacto do câmbio nos embarques, especialmente a partir de meados dos anos 90, com a adoção do Plano Real equiparando a nova moeda brasileira ao dólar. Antes de nova moeda, em 1993, chegaram a ser embarcados mais de 200 milhões de pares, número que caiu para 138 milhões dois anos depois. Segundo o presidente-executivo da Abicalçados, Heitor Klein, o impacto de uma valorização da moeda brasileira sobre o dólar faz com que o produto nacional fique mais caro no exterior, prejudicando a competitividade.

    Apesar dos problemas de competitividade causados pelo alto custo de se produzir manufaturados no Brasil, Klein destaca o potencial do calçado nacional, que mesmo sendo comercializado em menor volume para o exterior, tem aumentado o número de destinos.

    Para Klein, o momento é bom para as exportações brasileiras, mas é preciso que o setor esteja organizado e cobre medidas de redução dos custos produtivos junto ao Poder Público.

    Fonte: Assessoria de Imprensa da Abicalçados – Associação Brasileira das Indústrias de Calçados – Abicalçados

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  • Estivadores realizam manifestação nesta sexta-feira, no Porto de Santos

    1 março 2019
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    Segundo noticiado pela A Tribuna On-Line, o Sindicato dos Estivadores de Santos, São Vicente, Guarujá e Cubatão (Sindestiva) realiza, nesta sexta-feira (1), uma manifestação no Porto de Santos. A categoria decidiu, na última nesta terça-feira (26), pelo início de uma greve por tempo indeterminado. A paralisação é uma resposta à decisão do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que entra em vigor nesta sexta, e permite que os terminais de contêineres do Porto possam utilizar apenas trabalhadores portuários avulsos vinculados (contratados com base na CLT).

    Fonte: A Tribuna

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