• Notícia Siscomex – Importação (0019 AFRMM – Tarifa Bancária)

    2 maio 2022
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    Data de publicação: 30/04/2022
    Data de atualização: 02/05/2022

    Informamos que em 26/04/2022 foi excluída a Tarifa Bancária de R$ 1,20 que constava no valor do pagamento do Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante- AFRMM em função da mudança no fluxo de arrecadação do AFRMM, que passou a utilizar o DARF como documento de arrecadação em substituição à GRU.

    Essa tarifa, que foi instituída por contrato celebrado entre a União e o Ministério dos Transportes, tinha por objeto remunerar o Banco do Brasil pelos serviços de arrecadação e partilha do AFRMM e da TUM.

    A troca do documento de arrecadação resultou na mudança da forma de remuneração ao agente arrecadador, que agora será feita nos termos da Portaria MF N° 479, de 29 de dezembro de 2000.

    Fonte: Sistema Integrado de Comércio Exterior – Importação – Siscomex

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  • Brasil e China debatem oportunidades de cooperação econômica e investimentos

    2 maio 2022
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    Data de publicação: 29/04/2022
    Data de atualização: 02/05/2022

    Representantes do Brasil e da China discutiram oportunidades de cooperação econômica e financeira e investimentos entre os dois países, nessa quinta-feira (28/04), durante a 9ª Reunião da Subcomissão Econômico-Financeira da Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível de Concertação e Cooperação (Cosban). Participaram do encontro virtual, entre outras autoridades, o secretário especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais do Ministério da Economia, Roberto Fendt, e o vice-ministro de Finanças da China, Yu Weiping.

    O tema central da reunião foram os investimentos em infraestrutura, com apresentação de portfolios de projetos e debates sobre as experiências dos dois países em questões de financiamento e planejamento nesse setor. “O foco da reunião foram parcerias público-privadas, inovações financeiras, uso de moeda local, transparência e licitações, além do sistema chinês de acompanhamento da responsabilidade de todo o ciclo de vida dos projetos de investimentos em infraestrutura”, informou Roberto Fendt.

    Cooperação

    O encontro também tratou de temas como a cooperação econômico-financeira em fóruns internacionais, com destaque para os principais tópicos das reuniões do G20 (grupo das 20 maiores economias do mundo), do Brics (grupo que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) e do Fundo Monetário Internacional (FMI). Entre outros pontos, a pauta incluiu o atual cenário econômico internacional, os avanços nos campos de finanças sustentáveis e o desenvolvimento de ferramentas financeiras para lidar com os desafios globais.

    Outro destaque das discussões foi a participação mútua em bancos multilaterais de desenvolvimento, como o Novo Banco de Desenvolvimento (NDB) e o Banco Asiático de Investimento em Infraestrutura (AIIB).

    Os resultados da reunião da Subcomissão Econômico-Financeira e outros avanços recentes da cooperação sino-brasileira em finanças serão levados para a próxima reunião plenária da Cosban, agendada para o mês de maio.

    Além do secretário Roberto Fendt, o Ministério da Economia foi representado pelo secretário de Fomento e Apoio a Parcerias de Entes Federativos, Wesley Cardia, e pelos subsecretários de Finanças Internacionais e Cooperação Econômica, Marco Aurélio Rocha, e de Planejamento da Infraestrutura Nacional, Fabiano Pompermayer.

    Fonte: Ministério da Economia – ME

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  • Gecex aprova novas reduções de tarifas de importação

    22 abril 2022
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    O Comitê-Executivo de Gestão (Gecex) da Câmara de Comércio Exterior (Camex) do Ministério da Economia aprovou nesta quarta-feira (20/4), em sua 193ª reunião, um conjunto de pleitos para a redução de tarifas de importação. Os pedidos são para zerar o imposto de 15 itens a fim de evitar desabastecimento no país e outros para baixar a 2% de forma permanente as alíquotas de 13 produtos na Tarifa Externa Comum (TEC) do Mercosul. As medidas ainda serão enviadas para apreciação dos demais membros do bloco, na Comissão de Comércio do Mercosul (CCM) e no Comitê Técnico Nº1 – Tarifas, Nomenclatura e Classificação de Mercadorias (CT-1).

    Os casos de redução tarifária ao amparo do mecanismo de desabastecimento abrangem duas novas medidas e 13 renovações. Assim, tarifas que variavam de 12% a 20% serão ou continuarão zeradas para a importação de 15 produtos.

    Os cortes incluem alíquotas de substâncias químicas utilizadas na produção de maquiagens e tinturas; corantes de cabelos; éter para fabricação de concreto; tintas para impressão; máquinas de café; raquetes de tênis e proteínas para indústria de alimentos. Os casos foram aprovados por recomendação do Comitê de Alterações Tarifárias (CAT) da Camex e serão encaminhados à CCM.

    Em outro voto, também conforme recomendação do CAT, o Gecex aprovou 13 pleitos de alterações permanentes na TEC, baixando para 2% alíquotas que hoje estão entre 10% e 16%. A medida inclui produtos químicos usados por diversos segmentos industriais, além de itens para bicicletas, eletroímãs, alho em pó, chapas, folhas e tiras de alumínio. Esses pleitos ainda deverão ser analisados pelo CT-1.

    Lista Covid

    Na mesma reunião, o Gecex votou pela inclusão de mais um produto na chamada Lista Covid, com redução tarifária a zero para o medicamento Baricitinibe. No início deste mês, o Ministério da Saúde aprovou a incorporação deste fármaco para o tratamento da Covid-19 no Sistema Único de Saúde (SUS). O composto é utilizado para tratamento de pacientes adultos com Covid-19 hospitalizados que necessitam de oxigênio por máscara ou cateter nasal.

    Fonte: Ministério da Economia – ME

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  • Comitê da Câmara de Comércio Exterior aprova novas reduções de tarifas

    22 abril 2022
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    Data de publicação: 21/04/2022
    Data de atualização: 22/04/2022

    Um conjunto de pleitos para a redução de tarifas de importação foi aprovado pelo Comitê-Executivo de Gestão (Gecex) da Câmara de Comércio Exterior (Camex) do Ministério da Economia nesta quarta-feira (20). Os pedidos são para zerar o imposto de 15 itens para evitar desabastecimento no país e outros para baixar a 2%, de forma permanente, as alíquotas de 13 produtos na Tarifa Externa Comum (TEC) do Mercosul.

    Segundo o Ministério da Economia, as medidas ainda serão enviadas para apreciação dos demais membros do bloco, na Comissão de Comércio do Mercosul (CCM) e no Comitê Técnico N°1 – Tarifas, Nomenclatura e Classificação de Mercadorias (CT-1).

    “Os cortes incluem alíquotas de substâncias químicas utilizadas na produção de maquiagens e tinturas; corantes de cabelos; éter para fabricação de concreto; tintas para impressão; máquinas de café; raquetes de tênis e proteínas para indústria de alimentos. Os casos foram aprovados por recomendação do Comitê de Alterações Tarifárias (CAT) da Camex e serão encaminhados à Comissão de Comércio do Mercosul”, detalhou a Camex.

    Em outro voto, também conforme recomendação do CAT, o Gecex aprovou 13 pleitos de alterações permanentes na TEC, baixando para 2% alíquotas que hoje estão entre 10% e 16%. A medida inclui produtos químicos usados por diversos segmentos industriais, além de itens para bicicletas, eletroímãs, alho em pó, chapas, folhas e tiras de alumínio. Esses pleitos ainda deverão ser analisados pelo CT-1.

    Covid-19

    Na mesma reunião, o Gecex votou pela inclusão de mais um produto na chamada Lista Covid, com redução tarifária a zero para o medicamento Baricitinibe. No início deste mês, o Ministério da Saúde aprovou a incorporação deste fármaco para o tratamento da covid-19 no Sistema Único de Saúde (SUS). O composto é utilizado para tratamento de pacientes adultos com covid-19 hospitalizados que necessitam de oxigênio por máscara ou cateter nasal.

    Fonte: Agência Brasil

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  • Conab estima que safra 2021/22 de grãos seja 5,4% maior que a anterior

    8 abril 2022
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    Data de publicação: 07/04/2022
    Data de atualização: 08/04/2022

    A produção de grãos no Brasil na safra 2021/22 poderá atingir 269,13 milhões de toneladas, o que representa 5,4%, ou 13,8 milhões de toneladas, a mais em comparação com a safra anterior 2020/21 (255,51 milhões de t). Os números fazem parte do sétimo levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgado nesta quinta-feira, 7.

    Em comparação com o primeiro levantamento da estatal para a atual safra 2021/22, quando a previsão era de 288,6 milhões de toneladas, o volume representa uma redução de 6,7%, ou 19,3 milhões de toneladas. A queda pode ser atribuída em grande parte às “condições climáticas adversas observadas nos Estados da Região Sul e no centro-sul de Mato Grosso do Sul, com perdas maiores na soja e no milho”.

    De acordo com o levantamento, a área plantada total no País está estimada em 72,9 milhões de hectares, ou seja, crescimento de 4,4% ante a safra 2020/21. Os maiores incrementos de área são observados na soja, com 4,1%, ou 1,6 milhão de hectares e, no milho, com 6,5% ou 1,3 milhão de hectares.

    Exportação e estoque

    Neste levantamento de abril, a Conab manteve a estimativa para 2022 das exportações de algodão em 2,05 milhões de toneladas, de arroz em 1,3 milhão de toneladas e de feijão em 200 mil toneladas. Para o trigo, considerando que a previsão de volume exportado entre agosto de 2021 e março de 2022 já supera 2,8 milhões de toneladas, é esperado um aumento no período correspondente ao ano comercial que vai até julho. Diante disso, a estimativa é que sejam exportadas 3 milhões de toneladas. Confirmado esse número, será o recorde da série histórica para o trigo.

    Em compensação, para a soja houve redução no volume estimado de exportações, passando de 80,16 milhões de toneladas para 77 milhões de toneladas, motivada por um maior direcionamento para a produção e exportação de óleo, em detrimento do grão. Já em relação ao milho, a venda externa deve passar de 35 milhões de toneladas para 37 milhões de toneladas neste levantamento. “

    Em relação aos estoques finais esperados para as principais commodities brasileiras, o superintendente confirma que, no caso do milho, as alterações não foram significativas, sendo o estoque de passagem para a safra 2021/22 previsto em 10,84 milhões de toneladas, aumento de 5,16% em relação ao último levantamento e de 40,61% em relação à safra 2020/21, em consequência da perspectiva de recuperação da segunda safra. Para a soja em grãos, é esperado que o estoque ao final deste ano seja de 2,5 milhões de toneladas, praticamente em estabilidade em relação ao último levantamento, dado que o maior esmagamento, que saiu de 42,93 milhões de toneladas no mês de março para 46,5 milhões de toneladas nesse levantamento, foi compensado pela redução nas exportações de grãos previstas.

    Fonte: ESTADÃO.COM.BR

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  • Butantan exporta vacina contra a gripe para Uruguai e Nicarágua

    6 abril 2022
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    Data de publicação: 05/04/2022
    Data de atualização: 06/04/2022

    O Instituto Butantan exporta lotes de vacina contra a gripe para o Uruguai e a Nicarágua. No total, serão disponibilizadas 925 mil doses às duas nações visando fortalecer o estoque de imunizantes contra o vírus influenza.

    O primeiro lote já foi enviado. Cerca de 225 mil doses foram encaminhadas para a Nicarágua. O Uruguai receberá as 700 mil doses restantes.

    A vacina do Butantan é a chamada “trivalente”. O nome é dado pela capacidade de gerar respostas imunológicas contra três variantes do vírus influenza: H1N1, a cepa B e H3N2. Esse último tipo chegou a provocar diversos casos no Brasil no ano passado.

    A instituição de pesquisa foi selecionada em edital de licitação da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), representante da Organização Mundial da Saúde (OMS) para a região. O Butantan foi aceito pelo fato de sua vacina contra a gripe ter sido incluída em uma lista de imunizantes da Opas.

    Fonte: Agência Brasil

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  • Empresas brasileiras desembarcam nos EUA para promover suas rochas

    6 abril 2022
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    Data de publicação: 05/04/2022
    Data de atualização: 06/04/2022

    Cerca de 300 profissionais do setor de rochas ornamentais brasileiro desembarcaram em Las Vegas e participam, a partir desta terça-feira (05/04) da Coverings 2022, a maior e mais tradicional feira norte-americana do setor de revestimentos.

    No ano passado, em razão da pandemia da Covid-19, o Brasil contou apenas com uma participação institucional e apoio direto de 25 empresas. Este ano, 73 exportadoras representam o país com a maior geodiversidade mundial. As empresas brasileiras, de pequeno, médio e grande porte presentes no evento contam com subsídio do It’s Natural – Brazilian Natural Stone, programa de apoio às exportações de rochas ornamentais mantido pelo Centro Brasileiro dos Exportadores de Rochas Ornamentais (Centrorochas) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil).

    Durante os quatro dias da feira, que segue até o dia 8 de abril, os visitantes terão acesso ao Pavilhão Brasileiro montado em uma área total de 3.456 m² (aproximadamente 32.000 sqfts), a maior já registrada pelo país em suas participações neste evento.

    Maior fornecedor de rochas para os EUA

    O Brasil é o maior exportador mundial para os Estados Unidos. O país verde-amarelo mantém a liderança como principal fornecedor norte-americano de mármore, granito e quartzito. Em 2021, foi responsável por 23,28% (US$ 889 Mi) de toda rocha ornamental consumida pelo país de Joe Biden; China e a Turquia ocupam posições seguintes com 17,46% (US$ 667 Mi) e 14,94% (US$ 571 Mi), respectivamente.

    Por outro lado, os EUA representam 62,7% de todas as exportações brasileiras. O mercado americano sai na frente no consumo de chapas e produtos acabados, com a utilização das rochas brasileiras em projetos dos mais diversos tamanhos. “Somos o maior e mais importante fornecedor de chapas para os EUA e queremos nos tornar o principal parceiro nos grandes projetos e no fornecimento de produto acabado: temos qualidade, diversidade, tecnologia e competência para isso. O país é líder mundial em diversidade geológica e conta com mais de 1.200 variedades de produtos”, explica.

    Fonte: Apex-Brasil

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  • Emirados se tornam maior importador de frango do Brasil

    11 março 2022
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    Data de publicação: 10/03/2022
    Data de atualização: 11/03/2022

    País árabe ultrapassou a China como principal destino das carnes de aves exportadas pelo Brasil em fevereiro. É a primeira vez que os Emirados estão no topo do ranking.

    Os Emirados Árabes Unidos assumiram em fevereiro, pela primeira vez, a liderança na importação de carne de frango do Brasil, de acordo com informações divulgadas pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O país do Golfo passou a China, que era o maior comprador do produto até então. Os Emirados adquiriram 42,8 mil toneladas em frango brasileiro, com aumento de 89,9% sobre o mesmo mês de 2021.

    “Os Emirados Árabes Unidos ganharam forte protagonismo nas exportações brasileiras dos últimos meses e foram decisivos, assim como o reforço das vendas ao México e à União Europeia”, disse em material divulgado o diretor de mercados da ABPA, Luís Rua, sobre o desempenho da comercialização internacional em fevereiro.

    Segundo Rua, é esperado que os níveis de compra destas regiões se mantenham nos próximos meses, especialmente porque a Ucrânia, que é forte concorrente do Brasil em fornecimento de frango a destinos como a União Europeia, Arábia Saudita e países do Golfo, deve deixar de exportar os volumes habituais por causa da guerra com a Rússia.

    No total, as exportações de carne de frango do Brasil cresceram 7,4% em fevereiro e ficaram em 348,8 mil toneladas. O volume leva em conta todos os produtos, entre in natura e processados. Em receita, as exportações resultaram em US$ 663 milhões no mês passado, com alta de 27,1%.

    A China, agora segundo maior importador de frango do Brasil, comprou 42,3 mil toneladas no mês passado, com queda de 8,4% sobre fevereiro de 2021. Em terceiro lugar, a África do Sul importou 30,7 mil toneladas. A ABPA também destacou o crescimento das vendas para destinos como México, com alta de 358% para 19,6 mil toneladas, e União Europeia, com 16,5 mil toneladas compradas e aumento de 35,1%.

    No primeiro bimestre, as exportações de carne de frango somaram 723,7 mil toneladas, volume 13% maior que o total exportado em 2021, com 640,4 mil toneladas. Em receita, houve aumento de 33,9%, com US$ 1,280 bilhão neste ano, contra US$ 956,1 milhões em 2021.

    Fonte: Agência Anba – Anba

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  • Dólar fecha estável com alta de 0,09%

    11 março 2022
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    Data de publicação: 10/03/2022
    Data de atualização: 11/03/2022

    Bolsa de valores fechou em queda de 0,29%.

    O dólar fechou esta quinta-feira (10) estável, após um dia que teve altas mais no decorrer do pregão. As operações refletiram a redução da pressão compradora de dólar que também ocorreu em outros mercados emergentes, apesar do dia ainda instável nas praças financeiras globais.

    A divisa negociada à vista encerrou com variação positiva de 0,09%, a R$ 5,017, muito distante da máxima de R$ 5,077 (+1,29%) alcançada mais cedo e mais próximo da mínima intradiária (de R$ 5,0107, ligeira queda de 0,03%).

    Já o principal índice da bolsa brasileira encerrou em baixa, mas longe das mínimas, com temores sobre inflação e alta de juros nos Estados Unidos e a falta de avanços em negociações envolvendo a guerra da Ucrânia. O Ibovespa caiu 0,29%, a 113.565,85 pontos, após perder até 1,8% no intradiário. O volume financeiro negociado foi de R$ 28,2 bilhões.

    A alta de Petrobras, após anúncio de reajuste nos preços de combustíveis, e de exportadoras de commodities ajudaram a limitar as perdas. Setores financeiros e ligados à economia doméstica pressionaram o índice, além de Embraer e Natura, após as divulgações dos balanços trimestrais das duas companhias.

    O mercado também manteve-se atento ao desenrolar de pautas sobre combustíveis no Congresso e de dados macroeconômicos domésticos.

    Fonte: Agência Brasil

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  • Irã poderá triplicar exportação de ureia para o Brasil

    21 fevereiro 2022
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    Data de publicação: 18/02/2022
    Data de atualização: 21/02/2022

    A National Petrochemical Company (NPC), empresa responsável pelo desenvolvimento e funcionamento do setor petroquímico iraniano, afirmou que o Irã poderá triplicar as exportações de ureia para o Brasil. Em reunião com a ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento), nesta sexta-feira (18), o presidente da empresa, Morteza Shah-Mirzaei, disse que as exportações de ureia para o Brasil poderão chegar a 2 milhões de toneladas ao ano. Atualmente, o montante exportado é de 600 mil toneladas/ano.

    A ministra disse que o Brasil tem interesse em aumentar a compra de ureia iraniana e destacou a qualidade do fertilizante produzido no Irã.

    “Essa garantia de que teremos um volume maior para importar do Irã será muito bom para a agricultura brasileira. A agricultura brasileira precisa cada vez mais de fertilizantes. Em parceria com o Irã, asseguraremos a compra estratégica desses insumos para continuar produzindo mais alimentos, com maior eficiência”, disse a ministra. A ureia é o fertilizante mais utilizado na agricultura mundial para fornecer nitrogênio para as plantas.

    O presidente da NPC destacou que a empresa tem mais de 140 produtos petroquímicos, incluindo a ureia, que podem ser comercializados. A NPC é uma filial do Ministério do Petróleo Iraniano, responsável pelo desenvolvimento e funcionamento do setor petroquímico iraniano. Atualmente, é o segundo maior produtor e exportador de produtos petroquímicos do Oriente Médio.

    Ontem, a ministra também visitou a Shiraz Petrochemical Company, uma das maiores produtoras de ureia do país. A produção anual de ureia do Irã é de cerca de 5 milhões de toneladas. Cerca de metade é vendida no mercado interno e o excedente é exportado.

    Comércio

    Em almoço do Fórum Empresarial Brasil-Irã, a ministra destacou que o Irã tornou-se o principal cliente da agricultura brasileira no Oriente Médio, com a importação de soja, milho e carnes. Mas ainda há interesse do Brasil em exportar produtos como algodão, arroz, açúcar.

    Por outro lado, o Brasil pode aumentar a aquisição de produtos que já importa do Irã, como nozes, castanhas e frutas secas, além de adquirir outros gêneros como o açafrão e o trigo produzido no Irã. “Estou segura de que encontraremos o caminho certo para superar quaisquer adversidades e intensificar nosso comércio bilateral em benefício mútuo”, disse.

    Tereza Cristina lembrou que o comércio compensado, o chamado barter trade, é um caminho passível de ser mais bem explorado para levar grãos ou outras commodities para o Irã e, nas mesmas embarcações, trazer ureia e outros petroquímicos ao Brasil. “Há tradings brasileiras que já conhecem esse caminho e podem trabalhar para ampliar esse tipo de intercâmbio e oferecer produtos do nosso agro a preço mais atraente”. disse Tereza Cristina.

    Ela também destacou o interesse do Irã em tecnologias de manejo do solo e da água e em sistemas de irrigação. Nesse contexto, a cooperação entre instituições como a Embrapa e a Agricultural Research, Education and Extension Organization (AREEO) pode tratar desses temas.

    A agenda desta sexta-feira também incluiu um jantar oferecido pela Câmara de Comércio Brasil-Irã. No sábado, a ministra deverá se encontrar com o ministro da Agricultura do Irã, Seyed Javad Sadati Nejadi, e empresas públicas importadoras de alimentos.

    Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Mapa

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