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Feira norte-americana possibilita novos negócios e visibilidade a marcas brasileiras
Leia mais...Entre os dias 13 e 15 de agosto, Las Vegas foi, novamente, palco da maior feira de calçados dos Estados Unidos, a FN Platform. O evento, que reuniu 17 marcas brasileiras, deve gerar um total de U$ 4,6 milhões em negócios, entre efetivados e alinhavados no local. De acordo com a analista de Promoção Comercial da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Ruisa Scheffel, a feira foi mais efetiva do que a do mesmo período de 2017. “No ano passado, os negócios ficaram em US$ 6,3 milhões, mas tínhamos 31 marcas, uma média de US$ 200 mil por grife. Neste ano, com 17 marcas, tivemos uma média de US$ 270 mil”, avalia.
Fonte: Assessoria de Imprensa da Abicalçados – Associação Brasileira das Indústrias de Calçados – Abicalçados
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BNDES vai criar manual para financiar exportações
Leia mais...O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Dyogo de Oliveira, reconheceu que a instituição precisa melhorar os processos para apoiar as exportações brasileiras. “Neste momento, discutimos com o Tribunal de Contas da União (TCU) para elaborarmos um manual de procedimentos para a área de exportação e serviços”, afirmou durante o Encontro Nacional de Comércio Exterior – ENAEX 2018, promovido pela Associação Brasileira de Comércio Exterior do Brasil (AEB), no Rio de Janeiro. Segundo Dyogo, o banco está revendo procedimentos, revisando processos internos e simplificando operações.
Fonte: Assessoria de imprensa da AEB
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China sinaliza que quer retomar negociações com os EUA
Leia mais...O vice-ministro do Comércio da China, Wang Shouwen, deverá ir aos Estados Unidos (EUA) nos próximos dias para conversar com o subsecretário do Tesouro norte-americano, David Malpass.
A disposição é para retomar o diálogo, na tentativa de reverter a imposição de sobretaxas a produtos chineses importados pelos EUA. A iniciativa interrompeu as negociações bilaterais.
O encontro marcará as primeiras negociações comerciais desde que o secretário de Comércio dos EUA, Wilbur Ross, e o vice-primeiro-ministro chinês, Liu He, estiveram reunidos, no mês passado, em Pequim.
As negociações bilaterais oficiais foram suspensas devido à recente imposição de tarifas sobre importações chinesas, no valor de US$ 34 bilhões. No caso da China, atinge 818 produtos, a maioria de mercadorias tecnológicas e industrializadas.
A partir do dia 23, os Estados Unidos e a China devem impor taxas adicionais sobre importações, no valor de US$ 16 bilhões para ambos os lados. (Com informações da NHK, emissora pública de televisão do Japão)
Fonte: Agência Brasil
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Mercado calçadista: showroom na Colômbia terá 12 marcas brasileiras
Leia mais...Com o objetivo de estreitar laços com o mercado calçadista colombiano, um dos principais do continente, a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), por meio do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados mantido em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), promove showroom com 12 marcas verde-amarelas no país. A iniciativa, que acontece entre 27 e 31 de agosto, prevê ações nas cidades de Cali, onde além da exposição será realizado um seminário preparatório sobre o mercado colombiano; e em Bogotá, com a ação comercial.
Fonte: Assessoria de Imprensa da Abicalçados – Associação Brasileira das Indústrias de Calçados – Abicalçados
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Uruguai exportará a Suécia mais de 50 mil litros de vinho até o final de 2018
Leia mais...O Instituto Nacional de Viticultura uruguaio – INAVI, confirmou a aquisição de vinhos das variedades vermelhas e brancas, pela Suécia. Deverá chegar ao país europeu, ainda em 2018, mais de 50 mil litros sob o rótulo da marca país Uruguay Natural comercializados em 400 lojas da Suécia. A venda é parte de uma série de estratégias do governo uruguaio destinadas a reabertura do mercado nórdico. São 19 departamentos (estados) que formam o Uruguai, 15 deles são produtores e 3 campeões: Maldonado, Colônia e Canelones (detentora de 70% da produção total). O vinho uruguaio nos últimos 15 anos vem conquistando seu espaço de forma sólida no mundo todo.
Fonte: Assessoria de imprensa Uruguay Natural
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Agro registra recorde de US$ 59,2 bi em vendas externas desde janeiro
Leia mais...As exportações brasileiras do agronegócio subiram de US$ 56,39 bilhões para US$ 59,2 bilhões entre janeiro e julho deste ano (+5%), valor recorde de toda a série histórica (1997-2018) para o período, conforme o Boletim da Balança Comercial do Agronegócio divulgado pela Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio (SRI) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) nesta quinta-feira (9).
O recorde foi obtido em função, principalmente, da elevação do volume das exportações, que subiu 4,3%. O índice de preços das exportações teve incremento de 0,7%.
O agro representou 43,4% do total das vendas externas brasileiras no período analisado. As importações no setor totalizaram US$ 8,3 bilhões no período (-0,6%). Como resultado, o saldo da balança comercial do agronegócio nos primeiros sete meses do ano foi de US$ 50,9 bilhões.
O complexo soja foi o principal responsável pelo resultado das vendas externas nos sete meses, somando US$ 27,26 bilhões (+18,5%). As vendas de soja em grão foram de US$ 22,50 bilhões (+17,2%) e tiveram participação de 82,5% no valor total exportado pelo segmento. O montante é recorde da série histórica (1997-2018). As 56,47 milhões de toneladas de soja em grão exportadas também são recorde para o período.
As exportações de farelo de soja também foram recordes em valor e quantidade. De janeiro a julho, foram vendidos ao exterior US$ 4,06 bilhões em farelo de soja (+30,1%) ou o equivalente a 10,3 milhões de toneladas (+17,5%).
Os produtos florestais ficaram na segunda posição dentre os principais segmentos do agronegócio, atingindo US$ 8,11 bilhões, em alta de 27,4%. O principal produto exportado foi a celulose, com US$ 4,94 bilhões (+40,8%), com recorde de 9 milhões de toneladas (+11,0%). De acordo com o boletim da SRI, o produto vem, ano após ano, quebrando recorde nos embarques externos.
Bloco Econômico
A Ásia aumentou sua participação entre os importadores do agro brasileiro. Em 1997, a participação do continente era de 16,1%. Nos últimos dez anos, a participação tem aumentado, atingindo, 51,8%, no acumulado do ano (janeiro a julho).
China é principal mercado
A principal razão para a elevação das exportações para a China foram as vendas de soja em grão. A quantidade subiu de 39,4 milhões de toneladas para 43,9 milhões de toneladas de soja em grão no período em análise.
A participação da soja em grão nas exportações totais à China chegou a 80,6%, o equivalente a US$ 17,55 bilhões.
Entre os países importadores de produtos do agronegócio brasileiro também se destacam a Turquia (US$ 954,05 milhões; +106,5%); Coreia do Sul (US$ 1,16 bilhão; +26,7%); Argentina (US$ 971,47 milhões; +25,6%); França (US$ 804,44 milhões; +17,1%); e Hong Kong (US$ 1,51 bilhão; +16,1%).
Os principais produtos exportados para a Turquia, entre janeiro e julho, foram: soja em grãos, com US$ 463,92 milhões (+ 342,8%) e bovinos vivos, com vendas de US$ 240,85 milhões (+307,6%).
Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Mapa
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Desligamento de Declarações Simplificadas de Exportação
Leia mais...Em continuidade ao desligamento dos sistemas legados de exportação devido a implantação do novo processo de exportação, a partir do dia 28/08/2018 não será mais possível o registro de novas Declarações Simplificadas de Exportação (DSE). As demais funções relativas às declarações registradas permanecem em funcionamento. As novas operações deverão ser processadas com base em DU-E. A informação consta da Notícia Siscomex-Exportação 074, de 09/08/2018
Fonte: Portal Siscomex
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Secex abre consulta pública sobre negociações com Singapura
Leia mais...A Secretaria de Comércio Exterior abriu consulta pública para posicionamento do setor privado brasileiro quanto a negociações comerciais com Singapura, tendo em vista a necessidade de harmonizar o posicionamento do governo e dos setores produtivos brasileiros em relação à possibilidade de concessão de acesso preferencial ao mercado nacional de bens para o país.
De acordo com a Circular nº 34, publicada em 8 de agosto, deve ser observado o prazo de 45 dias para que seja apresentado, para a totalidade do universo tarifário, posicionamento em relação à negociação de acordo de livre comércio entre Mercosul e a República de Singapura.
As manifestações deverão ser formuladas exclusivamente por associações ou entidades de classe e encaminhadas por meio digital ao endereço eletrônico consultas@mdic.gov.br, por meio de formulário específico.
Fonte: Aduaneiras
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Novos registros de exportação para operações específicas
Leia mais...O Departamento de Operações de Comércio Exterior (Decex), da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), informa que em conformidade com a Portaria Secex nº 42/2018, as operações de exportação “temporária e transformação de exportação temporária em definitiva”, de “fornecimento de combustíveis, lubrificantes, alimentos e outros produtos para uso e consumo de bordo em aeronave ou embarcação de bandeira estrangeira ou brasileira, em tráfego internacional” e de “indenização” poderão ser objeto de novos Registros de Exportação (RE) até 31 de agosto de 2018.
A orientação consta da Notícia Siscomex-Exportação 0072, de 03/08/2018.
Fonte: Sistema Integrado de Comércio Exterior – Exportação – Siscomex
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Importação de animais e de material genético no Mercosul tem novas regras
Leia mais...A importação dos países do Mercosul de equídeos (temporária e definitiva), de bovinos e bubalinos para reprodução, além de embriões bovinos, in vivo (do ventre da mãe) e in vitro e, de sêmen suíno ganhou nova legislação. Por meio de cinco instruções normativas (34, 35, 36, 37 e 38), o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) apresenta as exigências zoosanitárias a serem cumpridas pelos países do Bloco (Argentina, Paraguai, Uruguai) e associados. Os benefícios são maior segurança sanitária e facilitação do comércio.
Entre as inovações trazidas para importação temporária de equídeos está a possibilidade de agregar em uma única certificação as regras para a internalização e o retorno de equínos para participarem em eventos sem finalidade reprodutiva, o que representa ganho em agilidade, sem perda de segurança sanitária.
De acordo com nota divulgada pelo Mapa, o Brasil é protagonista no comércio internacional de genética bovina, tanto na produção mundial de embriões bovinos in vivo quanto “in vitro (PIVE). No Mercosul, os requisitos zoossanitários protegiam apenas a importação de embriões bovinos in vitro. A partir de agora, estão ambos (in vivo e in vitro) protegidos, com o Brasil se beneficiando dessa atualização, já que é o maior produtor mundial e de referência no uso de PIVE em bovinos.
Para o setor de suínos, a nova norma traz uma atualização dos requisitos zoossanitários para a importação de sêmen suíno congelado, cuja regra vigorava há mais de 15 anos.O país exportador deverá comprovar que o material genético está negativo para febre aftosa e para as principais doenças dos suínos.
Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Mapa
