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Governo prevê superávit comercial de US$ 50 bi este ano
Leia mais...O governo prevê um superávit de US$ 50,1 bilhões na balança comercial neste ano. Se confirmado, esse será o terceiro melhor resultado na série histórica, mas menor do que o saldo registrado no ano passado (US$ 58,7 bilhões). Foi a primeira vez que o Ministério da Economia projetou um número para a diferença entre as exportações e importações neste ano.
O Banco Central prevê um resultado inferior, de US$ 40 bilhões para este ano.
As informações estão na edição de hoje de O Estado de S. Paulo.
Fonte: O Estado de S.Paulo
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Dívida da Libra Terminais com a Codesp
Leia mais...A dívida da Libra Terminais com a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) ultrapassa R$ 2 bilhões, segundo os cálculos da estatal. A cifra será divulgada até setembro e a empresa terá o prazo de cinco anos para quitar o valor devido.
A operadora, especializada na movimentação de contêineres no Porto de Santos, encerrará suas atividades no complexo santista em 30 dias. A medida é consequência da não renovação de contratos com armadores, que passarão a utilizar os serviços da DP WorldSantos.
Fonte: A Tribuna
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Indústria elétrica e eletrônica: importações e exportações recuam no primeiro bimestre
Leia mais...No acumulado de janeiro-fevereiro de 2019, as exportações de produtos elétricos e eletrônicos somaram US$ 813,6 milhões, 4,1% abaixo das ocorridas no mesmo período do ano passado (US$ 848,4 bilhões). Já as importações do setor atingiram US$ 5,18 bilhões no acumulado dos dois primeiros meses, resultado 3,5% inferior ao atingido no igual período de 2018 (US$ 5,37 bilhões).
Com isso, o déficit da balança comercial dos produtos elétricos e eletrônicos somou US$ 4,37 bilhões, 3% abaixo do registrado no mesmo período do ano passado (US$ 4,52 bilhões).
Em fevereiro de 2019, as exportações de produtos elétricos e eletrônicos somaram US$ 424,9 milhões, 1,2% abaixo das registradas em fevereiro do ano passado (US$ 430,3 milhões). O resultado foi influenciado, principalmente, pela redução de 8,7% nas vendas externas de Componentes Elétricos e Eletrônicos, que atingiram US$ 193,7 milhões. As exportações desses bens representaram 46% do total do setor eletroeletrônico.
Recuaram também as vendas externas de bens de GTD – Geração, Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica. Também houve queda de 79% nas vendas externas de monitores de vídeo, que recuaram de US$ 4,5 milhões em fevereiro de 2018 para US$ 1 milhão em fevereiro de 2019.
As importações de produtos do setor totalizaram US$ 2,36 bilhões no mês de fevereiro de 2019, resultado 3,2% inferior ao verificado no mesmo mês do ano anterior (US$ 2,44 bilhões). A maior queda foi da área de Componentes Elétricos e Eletrônicos (-10,6%).
Fonte: Assessoria de Imprensa da Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica) – Abinee
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Brasil tem chance tirar da gaveta acordo com Chile
Leia mais...Visita presidencial é oportunidade para Brasil promulgar tratados bilaterais. Acordo de livre comércio foi assinado ano passado, mas ainda não entrou em vigor. O acordo com o Chile é o modelo mais completo e moderno de tratado negociado pelo Brasil até o momento. O texto assinado pelos dois governos, em 21 de novembro de 2018, tem regras para facilitar a entrada de empresas brasileiras no mercado chileno de US$ 11 bilhões de compras públicas. Além disso, amplia e protege investimentos, trata de comércio de serviços e comércio eletrônico, e tem regras para estimular as micro, pequenas e médias empresas. O acordo também prevê a isenção de roaming internacional um ano a partir da entrada em vigor e facilita a emissão de vistos de negócios.
No entanto, o texto do tratado ainda está no Executivo e não foi encaminhado para o Congresso Nacional, que precisa aprová-lo para o documento passar a valer. Pela legislação brasileira, depois de assinados pelo presidente da República, os acordos de livre comércio precisam ser novamente analisados pelos ministros, em seguida encaminhados pela Casa Civil para o Legislativo, depois voltam para a Casa Civil, que prepara o decreto para a promulgação do presidente. Atualmente, esse ciclo leva em média 4 anos para ser encerrado. Dois deles são gastos no Executivo.
Fonte: Superintendência de Jornalismo da CNI
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Importação de subprodutos de suínos é aprovada pela China
Leia mais...Para suprir uma lacuna de demanda deixada pela Peste Suína Africana (PSA), o governo chinês autorizou exportadores de carne de porco do Brasil a embarcar também a gordura comestível do animal. A medida atende a um pedido feito há mais de dois anos pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).
O subproduto tem valor de mercado superior ao das carnes tradicionais. Atualmente, nove unidades frigoríficas do País estão habilitadas para exportar carne suína à China e a venda da gordura do tipo não refinada e congelada já pode ser realizada sem nenhuma inspeção adicional aos frigoríficos. Até o fim de 2019, a China pode ter um déficit de oferta de 1 milhão a 2 milhões de toneladas no processamento de suínos.
Fonte: ESTADÃO.COM.BR
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Acordo comercial com a China vai “provavelmente acontecer”, afirma Trump
Leia mais...De acordo com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, as negociações comerciais com a China estão avançando e que um acordo final vai “provavelmente acontecer”.
Em entrevista na televisão (transmitida hoje, 22/03), também disse esperar manutenção da tarifa de 25 por cento sobre o setor automobilístico europeu em meio às negociações comerciais com a União Europeia. “Nosso acordo está avançando muito bem. Vamos ver o que acontece”, disse Trump à Fox Business Network.
Fonte: Diário do Comércio e Indústria – DCI
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Diretor-geral da OMC é favorável à entrada do Brasil na OCDE
Leia mais...O diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Roberto Azevêdo, afirmou ser favorável à entrada no Brasil na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) já que o país passaria a fazer parte das discussões da agenda mundial. Para ele, trata-se de um passo importante, já que, além de garantir um selo de qualidade ao Brasil, muitas das negociações que vão parar na OMC ou em discussões bilaterais têm origem na OCDE.
Segundo Azevêdo, o Brasil dentro da OCDE estará na gestão embrionária de vários acordos comerciais e de várias iniciativas internacionais. Para ele, não ficou claro se o Brasil abrirá mão de seu status de país em desenvolvimento na OMC, onde recebe tratamento diferenciado.
O secretário especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais do Ministério da Economia, Marco Troyjo, afirmou que o Brasil está começando um processo para abrir mão de seu status de país emergente na OMC.
Fazem parte da OCDE 36 países que aceitam os princípios da economia de mercado e formulam políticas para solucionar problemas internacionais. O Brasil é membro observador da OCDE desde 2007.
As informações estão no jornal O Globo.
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Governo leiloa hoje quatro áreas portuárias
Leia mais...O governo vai leiloar quatro áreas portuárias hoje (22), a partir das 10h, na Bolsa de Valores de São Paulo: três em Cabedelo (PB) e uma em Vitória (ES). Os investimentos previstos nos quatro terminais são de R$ 199 milhões. O leilão faz parte dos planos do governo federal de promover 23 concessões, incluindo portos, aeroportos e ferrovia, dentro dos primeiros 100 dias da gestão.
O valor mínimo de outorga começará em R$ 1. Valor que, segundo o Ministério de Infraestrutura, justifica-se no interesse do governo federal de promover investimentos, melhorar prestação dos serviços dos portos e reduzir custos logísticos.
O secretário nacional de Portos e Transportes Aquaviários do Ministério da Infraestrutura, Diogo Piloni, disse que o critério para julgamento dos arrendamentos portuários será o de maior valor de outorga, ou seja, maior lance pelas áreas, em reais.
O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, estará presente. Anteriormente, ao anunciar o leilão, o ministério informou que as quatro áreas são destinadas à movimentação e armazenagem de granéis líquidos (combustíveis).
Avaliações
Para Tarcísio Gomes de Freitas, o modelo levará à dinamização do setor portuário. “O setor privado quer investir no Brasil, quer investir no setor e terá no ministério um parceiro do empreendedorismo. Nosso foco principal de atuação é a transferência de ativos para a iniciativa privada”, disse.
De acordo com o ministério, as três áreas que serão concedidas são classificadas como brownfield – regiões já existentes que vão receber melhorias operacionais com contratos mais modernos e eficientes.
O prazo de arrendamento é de 25 anos. A AI-01 tem 18.275 metros quadrados de extensão, e serão exigidas pelo menos 19 mil toneladas de capacidade estática de armazenagem.
A área AE-10 tem 18.344 metros quadrados, e a previsão de investimento é de R$ 36,5 milhões. Para o atendimento da capacidade estática de armazenagem, estão previstos investimentos em tanques de aço-carbono de telhado fixo (sem fundação) e de uma estação de descarga e de carregamento.
A área AE-11 tem 20.465 metros quadrados e apresenta capacidade estática de 12.962 metros quadrados, com previsão de aumento para 31.288. Estão previstos investimentos de tanques de aço-carbono de telhado fixo (sem fundação), de uma estação de descarga e de uma estação de carregamento. A previsão de investimentos é da ordem de R$ 35 milhões.
O terminal VIX30, localizado no Porto de Vitória (ES), é um projeto greenfield, uma área nova, sem estrutura física, com prazo de arrendamento de 25 anos. A previsão de investimento é de R$ 128 milhões. A área a ser arrendada tem aproximadamente 74 mil metros quadrados e serve para movimentação de granéis líquidos (combustíveis).
Fonte: Agência Brasil
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Missão Técnica de Cooperativas do Mercosul a Israel será coordenada pelo Brasil
Leia mais...A coordenação da Missão Técnica das Cooperativas do Mercosul a Israel, que acontece em novembro, será feita pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), por meio da Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo, em parceria com a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB). Além de visitas para conhecer tecnologias utilizadas no país e participar da feira de alimentos Israfood, o grupo vai explorar o setor leiteiro visando à elaboração de estratégias que estimulem a exportação de leite para além do bloco econômico formado pelo Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai. A ação é importante para abrir novas possibilidades de mercado.
Fonte: Assessoria de imprensa do Mapa
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Prazo de liberação das exportações nas aduanas cai
Leia mais...O uso do Portal Único do Comércio Exterior pelos exportadores reduziu de 13 para 6,3 dias o tempo médio para a liberação de cargas nas fronteiras brasileiras nos últimos dois anos, de acordo com dados divulgados na última sexta-feira (15/03) pela Receita Federal.
De acordo com estimativas do Fisco, isso significa uma economia potencial de R$ 44 bilhões por ano para o setor exportador, o equivalente a 0,8% do valor das mercadorias para cada dia a menos de fila nos portos. O Fisco já começou a liberar importações antes mesmo das cargas chegarem aos portos, por meio do chamado “despacho sobre águas”.
Fonte: Diário do Comércio e Indústria – DCI
