Nas reuniões dentro da Cúpula de Chefes de Estado do Mercosul, o argumento utilizado, segundo fontes, é o de que não faz sentido estabelecer o livre-comércio com os países europeus e ter barreiras dentro do próprio bloco.
O presidente Jair Bolsonaro citou, em seu primeiro discurso à frente da presidência pró-tempore do Mercosul, na quarta-feira, que a inclusão de automóveis e açúcar na união aduaneira é uma das prioridades da gestão brasileira no bloco.
Internamente, os técnicos discutem qual poderá ser a metodologia aplicada e a cronologia. A ideia é fazer a liberalização de forma gradual, com uma base que pode começar “tímida” e ir acelerando ao longo do tempo. Não está descartado que o avanço seja menor no início e acelere no final do tempo de transição. A ideia é não anunciar nada antes das eleições argentinas, que ocorrem no final deste ano.
Fonte: ESTADÃO.COM.BR
